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Nilo Sergio

BGM - Colaborador
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About Nilo Sergio

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  1. Saudades...

    É pena mesmo!
  2. Postura e dores

    Pode ser que eu diga alguma besteira. Você não tenta encarar o peso do braço e seus deslocamentos com o ombro? O centro de gravidade é o cotovelo. Se vc segura tudo no ombro em alguns minutos começa a cansar.
  3. Feliz Natal e Próspero Ano Novo

    Feliz Natal! Feliz ano novo! Boas festas!
  4. Obras e Transcrições de Segóvia

    Sem dúvida!
  5. Apoio do polegar

    Sem dúvida, Luis, e cada intérprete acaba, por diferentes razões, optando por determinadas combinações que caracterizam em parte o estilo.
  6. Apoio do polegar

    Sempre há tópicos com esse tipo de dúvida, o que é bom. É um modo de discutir. Segovia mesmo usava polegar apoiado. Tudo depende do resultado que se quer. É muito normal ver pessoas dizendo que vão tocar desta ou daquela maneira pois algum ou vários gênios do violão fizeram isso. A anatomia das mãos de diferentes pessoas pode produzir nuances diferentes de som. O toque apoiado de um indivíduo não vai produzir necessariamente o som igual ao de outra pessoa que o utilize. Podem ser usados toques com apoio, sem apoio e o chamado semi-apoio, quando a corda é empurrada em direção ao tampo. No caso do polegar, experimente tocar um arpejo básico, p i m a, com acordes simples, digamos: C G7 C F C. Da primeira vez use apoio, da segunda sem apoio e da terceira vez semi-apoio. A postura do polegar pode variar: na mesma linha do i m a ou então i m a mais próximos do cavalete e o polegar mais afastado em direção à boca. Em cada uma das possibilidades o resultado sonoro poderá ser diferente. Em uma peça a coerência é o que vale. Se o timbre do polegar fica muito diferente do timbre dos demais dedos, alguns estilos poderão soar artificiais. A música do classicismo, por exemplo, pode exigir predominânica da linha melódica aguda. O toque sem apoio, nesse caso, parece ser o mais indicado, pois tira um pouco da ressonância grave e ajuda a prevalecer o agudo. No flamenco o toque além de apoiado produz certa percussão, própria do estilo por influência árabe. No caso do Villa o toque apoiado pode ser considerado, embora não seja usado pela maioria dos intérpretes. É um compositor brasileiro que aprendeu muito com o choro. Perceba também que o estilo básico do intérprete acaba influenciando a sonoridade mesmo quando o músico passeia por outros estilos. Desse modo alguém que aprende primordialmente o flamenco traz essa marca. O mesmo acontece com o choro ou erudito.
  7. Método Tárrega

    Gran Prix O programa: 1 - Concerto nº 1 para violão e orquestra (Radamés Gnatalli) 2 - Velha Modinha (Lorenzo Fernandez) 3 - Ponteado (Guerra Peixe) 4 - Choro nº 1 (Villa-Lobos) 5 - Ponteio (Heckel Tavares) 6 - La Catedral (Barrios)
  8. Método Tárrega

    O Dilermando preferia aço. Gravou apenas um disco com cordas de nylon.
  9. Método Tárrega

    O Paulinho no final andou tocando em nylon mesmo. A última apresentação dele no Clube do Choro, se não me engano, foi em um violão completamente encordoado com nylon. Não lembroagora se o CD com composições do Chico Buarque foi gravado assim. Também citando o Ronoel, o Garoto chegou a tocar com cordas de aço, procedimento que abandonou por preferir o nylon.
  10. Método Tárrega

    Conversei uma vez com o Ronoel sobre isso e ele disse que o Tarrega não usava unhas. As unhas dele eram fracas e quebravam com facilidade. O compositor não tocava para grandes platéias e preferia recitais mais intimistas. Talvez por isso as unhas não tenham sido imprescindíveis para ele. Temos coleções de exercícios e prelúdios, composições interessantes do ponto de vista técnico. Segundo o Ronoel a dita escola era isso mesmo: banquinho, violão sobre a perna esquerda e dedos perpendiculares em relação às cordas, sem uso de unhas. Ao longo da primeira metade do século XX escola de Tarrega tornou-se sinônimo de aprendizado de música erudita com arpejos, trêmulo, ligados, toque apoiado e digitação ao longo da corda como o Zanon já ressaltou.
  11. Estudo 1 Villa-Lobos

    Imagina! Vamos ajudando uns aos outros sempre! Agradeço pelo privilégio do contato!
  12. Você gosta de ensinar?

    Eu tive essa experiência! É, de fato, muito proveitoso!
  13. Estudo 1 Villa-Lobos

    É isso mesmo!
  14. Fim da Violão Pró

    Uma pena! Não temos mais periódicos dedicados ao violão!
  15. Violão Tenor

    http://www.delvecchi...asp?nome=Violão Tenor Dinâmico Não é isso? Quanto ao violão nylon 7 cordas pensei que o Raphael tivesse sido o primeiro. Bom saber! Se bem que o Yepes usava o violão 10 cordas nylon. Logo, sete não seria algo fora de propósito. Os russos usam com 7 cordas e o Napoleón Coste já usava 7 cordas no século retrasado.
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