eacordeiro

Luthier
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About eacordeiro

  • Rank
    Member
  • Birthday 12/14/1967

Contact Methods

  • Website URL
    http://www.eduardocordeiro.com.br
  • Skype
    eacordeiro

Profile Information

  • Gender
    Male
  • Location
    Pelotas - RS
  • Interests
    Luthier
  1. Meus caros, Um rapaz está querendo vender um violão Do Souto 1983 - 7 cordas, tampo de abeto e caixa de pau-ferro. Esse violão pertenceu à um grande violonista daqui chamado Aloin Soares, do regional Avendano Jr. O verniz não é original, mas no geral o violão está em bom estado. Vocês saberiam quanto pode valer um instrumento dessa época? Grato a todos, um abraço!
  2. Lindo filme Sandro, meus sinceros parabéns!!
  3. Eugênio, a finalidade seria de se ter uma maior tessitura 'vertical', evitando grandes saltos, além das cinco oitavas. O objetivo do rapaz que encomendou esse violão foi o de, principalmente, arranjar algumas suítes de Bach. Aliás, ele prometeu me enviar o vídeo de um recital recente e, caso não se importe, irei compartilhar. Abaixo outras fotos, um abraço! http://www.eduardocordeiro.com.br/fd_1.jpg http://www.eduardocordeiro.com.br/fd3.jpg
  4. Olá meus caros, Este ano fiz um violão bem interessante. Apesar de não ser nenhuma novidade, também não é muito comum, pois a primeira corda afina em Lá, como um requinto. Nesse caso, a afinação geral do instrumento ficou assim, da primeira à nona corda: A E B G D A E B F# Gostaria de saber suas opiniões sobre esse tipo de afinação e as vantagens/desvantagens que traria. Um abraço a todos! Mais fotos se encontram no link: http://www.eduardocordeiro.com.br/7e8.html
  5. Parabéns Roberto! Não havendo muitos atrasos, em breve estarei lendo teu livro. Aliás, que foto meu caro! Fiquei tapado na inveja, já que a geada aqui dos pampas vem me branqueado os pelos a passos galopantes! Sucesso!! Aquele abraço!
  6. Obrigado Ruben, um abraço!
  7. Obrigado Antonio e Marcos! Em fiz em torno de 200 violões nesse período. Abraços!
  8. Gracias Saul!
  9. Obrigado Eugênio e Garrido, abraços!
  10. Meus caros, Este ano completei 25 anos de atividades ininterruptas na construção de violões. Para não deixar passar em brancas nuvens, estou fazendo um violão comemorativo, com madeiras regionais que me foram regaladas ao longo desses anos e dois alaúdes barrocos com 13 cursos (sempre achei engraçado me apresentar como luthier e não fazer alaúdes...). Também farei uma série limitada de violões com custo mais acessível, com facilidade de pagamento em até 12x. Caso tenham curiosidade em saber mais, peço que visitem a página: www.eduardocordeiro.com.br Um abraço a todos!
  11. Sem dúvida Saul! Isto se torna possível, na verdade, pela construção das cordas e não por adaptação do instrumento. No caso da corda F#, ela é dimensionada para afinar com uma tensão semelhante às demais, em torno de 7kg em 650mm de tiro. Fabricantes como Hannabach e Savarez confeccionam cordas para todas as alturas, o que facilita bastante o uso de instrumentos com afinações não convencionais. Na eventualidade de colocares uma corda F# e a achares muito rígida, poderias substituí-la por uma corda G, afinada em F#, por exemplo, o que a deixaria mais flexível. Com relação à sonoridade de uma sétima corda não se comparar ao contrabaixo, há que se considerar duas questões, ao menos: a construção do instrumento e, nesse caso, frequência de ressonância do corpo, volume de ar interno, área de tampo vibrante etc.; e a construção da própria corda que, no caso do contrabaixo possui maior massa, pois é afinada com mais de 800mm de comprimento.
  12. Olá Saul! É um violão tradicional com acréscimo de duas cordas graves e escala elevada (a pedido). O comprimento de corda é de 650 mm. A sétima corda afina em Si e a oitava em Fá#. De acordo com a música, o Maurício altera essa afinação, usando, eventualmente, Dó e Sol. Atualmente o Maurício vem utilizando um violão que entreguei a ele recentemente, com a mesma configuração, mas tampo duplo, sendo o tampo externo de abeto e o interno de cedro. Ele tem deixado o violão que aparece nesse vídeo para ocasiões aonde é necessário amplificação. Um abraço!
  13. Parece um Trovador encontrado no lixo, desmontado! E remontado pela minha filha, de um ano e pouco... O interessante do violão, é ser bem tecnológico, apesar dos pedaços faltantes. Como tem louco nesse mundo!!!
  14. <p>Carlos,</p> <p>As fotos que aparecem nesse site são bem fiéis à madeira.</p> <p> </p> <p><a href="http://www.novausawood.com/ProductID2238">http://www.novausawood.com/ProductID2238</a></p> <p> </p> <p>http://www.bedsontimber.co.za/assets/images/stories/floortiles/big/Guajuvira-floor.jpg</p> <p> </p>
  15. Bem, o Saul falou tudo. Eu adoro a guajuvira! Ainda não fiz um violão com ela, mas farei. Seria no projeto do violão com madeiras regionais, comemorativo aos 25 anos do primeiro violão, com caixa de guajuvira, escala de aroeira preta, braço de cedro e tampo de figueira, mas não dará por agora e terá que ficar para o 26 ou 27º ano. A densidade apresentada pelo Saul é mais frequente na guajuvira da região ao sul da Argentina, aonde o crescimento é mais lento. A guajuvira da minha região (Herval-RS) é mais densa e algumas madeiras que tenho (obtidas de substituição de moirões e dormentos de trilhos, ou seja, muito antiga) é mais densa, com densidade em torno dos 1.100kg/m3. Um teste bem simples para situar a que tens, seria pô-la n'água... Se afundar imediatamente é superior a mil quilos, se flutuar ou afundar após estar encharcada, é inferior (o que é provável, por ser da Argentina). Uma utillização comum da guajuvira por aqui, era na "massa de roda de carreta". Aquela peça junto ao eixo e de onde partem os raios de madeira das rodas. Isto, por si só, demonstra a resistência dessa madeira. Na luteria, apesar de ainda não ter utilizado, não à compararia aos jacarandás, mas sim à macacaúba, pau-ferro, ébano etc.