Newton Messias

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About Newton Messias

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    Paulista- PE
  1. Acabei de ler Clara Idade, uma singela melodia jobiniana, parabéns!Apenas uma observação: gosto quando o compositor indica andamento, dinâmicas e digitações diferenciadas, pois facilita a vida de quem quer entender as intenções mais sutis.Vou lendo e comentando aos poucos. Copiei a resposta do outro fórum. Desculpe, o tempo é curto.
  2. Olá, Jeferson, com certeza irei ler suas músicas e postar comentários, assim que tiver tempo. Parabéns pela iniciativa!
  3. Ok, Eugênio. Apenas ouvindo, que ritmo popular ela lembra? Eu trabalhei ela inteira pensando no efeito da campanela, o que facilita tocar mais rápido.
  4. Olá, Eugênio, baixo está em dó.A ideia surgiu espontaneamente, é como um frevo com um tempo a mais no compasso. Fique à vontade para dizer que vc não acha que soa como um frevo (se é isso que vc acha).
  5. Obrigado pelo comentário, Antonio. Abração.
  6. Frevo em 5/4. Espero que gostem, bom carnaval!
  7. Dedicada a Josinaldo Costa. Comentem à vontade, quero saber se gostaram da música, pra eu decidir se continuo compondo ou não, rssss. O vídeo, o violão e o violonista são meia boca, isso eu sei.
  8. Última chamada. Josinaldo no Portal da Globo:Portal da Globo
  9. Por isso fiz questão da participação da minha filha, rssss.
  10. Desculpem o post duplo.
  11. Esta é a entrevista que o violonista clássico pernambucano mais importante e com a melhor formação na atualidade, Josinaldo Costa, concedeu ao ViolãoPE: Podem comentar. 1. Fale um pouco sobre sua formação musical? Minhas primeiras aulas de música foram de piano e iniciação musical, por volta dos 9 anos de idade durante cerca de 1 ano e meio. Voltei a me interessar por música um pouco mais tarde, parte de um interesse geral em arte e literatura. Toquei vários instrumentos mas violão foi sempre o instrumento principal, seguido de saxofone. A minha instrução não foi inteiramente formal nesse momento. Realmente só estudei disciplinadamente quando entrei na UFPE e conheci o Mauro Maibrada, e isso definiu os passos seguintes. O programa Music Alive! da UFPE me levou pra East Carolina University, participei de duas competições e fiz audições pra mestrado. Daí terminei indo pra Akron e Eastman. Acredito que muito seria diferente se tivesse decidido continuar o curso de Direito que comecei ao mesmo tempo na Católica. 2. Quais são sua referências musicais? Eu não sei se poderia enumerar referências sem terminar escrevendo uma lista interminável. Além de que, no momento, essas referências estritamente musicais estão em segundo plano. Acredito que para deixar de ser um Músico e passar a ser um Artista, temos que evitar a idealização de modelos diretos. É uma tarefa bastante árdua, requer bastante esforço individual e uma certa habilidade para balancear essa independência sem se isolar completamente, mas acho que vale a pena. 3. E os seus planos para o futuro? Primeiramente, finalizar o doutorado. Talvez participar de alguma competição de visibilidade internacional, apesar de não apoiar a idéia. Espero poder encontrar uma posição inicial em algum Conservatório, Faculdade ou Universidade antes da graduação, quero continuar no mundo acadêmico. Iniciar e manter uma carreira de recitalista é mais viável tendo um cargo em instituições desses tipos. 4. Como o violão brasileiro e os violonistas brasileiros são vistos no EUA? O cenário violonístico nos EUA é bastante internacional. Nesses últimos quatro anos conheci e estudei com violonistas de várias partes da Europa, Américas e Ásia. Como os EUA não têm uma ligação direta com a tradição Européia, existe uma certa valorização dos violonistas que vêm de fora. Ocasionalmente uma nacionalidade recebe mais atenção, e alguns Brasileiros, como os irmãos Assad, Barbosa-Lima, etc... criaram um grande impacto inicial. Esse cenário muda frequentemente. Alguns anos atrás as atenções se voltaram para os violonistas da Península Balcânica, seguido pelo leste Europeu. As últimas edições do GFA trouxeram bastante atenção pra nova geração Francesa. Apesar disso, os violonistas Brasileiros ainda são bastante respeitados, e os compositores detém uma posição indiscutível no repertório. 5. Quais são sua atividades, atualmente? O doutorado em Eastman requer dedicação exclusiva. A carga horária é bastante pesada, ainda mais com as obrigações de assistente. Nesse primeiro ano sobrou pouco tempo pra atividades secundárias, mas nesse ano seguinte vou fazer um esforço adicional. Durante mestrado viajei bastante indo à competições e festivais e sinto falta de aproveitar esses últimos momentos como estudante. Também quero voltar à ativa com meu duo com a Jamie Wilken e tocar mais recitais solos. Realmente depende de minhas obrigações em Rochester. É um grande investimento de tempo, mas certamente vale a pena. 6. Vc pensa em voltar para o Brasil? Por enquanto é incerto. As condições para se iniciar uma carreira nos EUA ainda são muito mais favoráveis que no Brasil, apesar da expansão de graduações em Música no sistema federal e dos novos empregos. Mesmo com uma posição numa Universidade no Brasil, ainda temos que enfrentar vários problemas que vão desde o acesso a cordas e instrumentos até à falta de iniciativa privada. De qualquer maneira, não é uma equação simples e é uma porta que mantenho aberta.
  12. Eu guardo sua vaga, Felipe. Ligue pra mim: 85508464.
  13. Informamos que a data do recital foi alterada do dia 28 para o dia 29 de junho, quarta-feira, às 19:00. Pedimos desculpas, e acrescentamos que esta mudança nos foi imposta pelo teatro, sem chances de negociação. As aulas no dia 30 de junho estão confirmadíssimas.
  14. Lembramos que as aulas serão no dia 30 de junho no CEMO (Casarão Rosa) em Olinda, na PE 15, das 08:00 às 12:00 e das 14:00 às 18:00.