Eugenio

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  1. Imagino que os dois vão tocar 7 cordas.
  2. Eu vou literalmente pagar pra ouvir! Às vezes a gente junta dois gigantes individuais e sai uma maluquice total. Outras vezes a gente junta dois músicos de médio porte e sai uma obra monumental. Só resta conferir o resultado.
  3. A Internet abriu os canais pra muita gente e o YouTube realmente mudou tudo. Por outro lado, talvez tenha ficado mais difícil fazer dinheiro. Hoje todo mundo quer livro, CD e partitura de graça. Só sobrou pagar o ingresso do show e aula particular.
  4. Não sabia que ela tinha ficado doente. Adoro o violão da Berta, técnica limpa mas tocada com calor humano.
  5. Monstro! Sou fã desde o tempo em que ele tocava na TV Senado!
  6. Egberto Gismonti compôs canções muito interessantes, mas ele não era exatamente um bom cantor. Uma das mais famosas é Água e Vinho, mas ficou mais conhecida como música instrumental. Ele até regravou Saudações no violão de 10 num disco mais recente com o filho Alexandre (mas a faixa é solo e instrumental).
  7. Obrigado por trazer a novidade. Acho que a primeira expectativa é que o disco vai ser pancadaria pra todo lado. Os dois têm técnica de sobre pra metralhar o tempo todo. Mas de repente eles podem surpreender e fazer algo bem inesperado.
  8. Eu nao consigo ver o primeiro vídeo...
  9. A Guitanda ainda existe em SP?
  10. E esse senso de segregação independe de classe social ou nível educacional, tanto o artista consagrado quanto o analfabeto anônimo podem compartilhar o mesmo tipo de atitude "anti" alguma coisa. Música é parte da formação de uma identidade cultural. Se você consegue tocar de primeira ou precisa estudar 8h por dia durante 6 meses pra conseguir tocar, isso por si só não é parâmetro de julgamento de valor. O valor acaba sendo dado pela continuidade do interesse pela peça ou estilo ao longo do tempo. E interesse não está relacionado a estudar o assunto formalmente, não há necessidade de envolver a academia nisso.
  11. Alef, seja bem-vindo. Excelente tópico. Eu não consigo jamais pensar em nenhuma manifestação artística ou cultura sem um contexto. Não existe critério absoluto de julgamento estético. Dizer que a bossa-nova tinha letras bobas é deixar de lado que eles queriam, de fato, fazer algo leve e descontraído, em contraste com as letras dramáticas que dominavam as canções da época. O que infelizmente domina todos os níveis de produção cultural é o senso de segregação que acaba se manifestando em comentários negativos. No fundo, isso não é muito diferente da história do "meu time joga melhor do que o seu". No esporte isso pode até fazer algum sentido, mas em se tratando de produção musical, não vejo como argumentar que só se deve ouvir certos tipos de música, ou que o resto é lixo. O que domina o consumo de qualquer manifestação cultural é o aspecto afetivo. É o quanto aquela manifestação consegue mexer com as suas necessidades emocionais e intelectuais.
  12. Pr'aqueles que gostam de MPB e harmonias de canções, esse francês é um total apaixonado pelo estilo. Quase toda semana ele posta um vídeo novo no YouTube com harmonias de canções da MPB. Algumas sao bem conhecidas, outras são pérolas pouco conhecidas. Os vídeos são bem simples e caseiros, mas suficientes pra tirar as harmonias. Mas ele tem um ouvido e tanto pra tirar os acordes, é interessante conferir. Dois exemplos abaixo Saudações, de Egberto Gismonti: Daquilo Que Eu Sei, Ivan Lins.
  13. Hamilton de Holanda é um super dotado. Ele também lançou um CD com "Caprichos", muito muito interessante. Ele usa o estilo de compositores como Bach, Pixinguinha e outros. Aqui o "Capricho de Chocolate":
  14. Não sei se o Arone mudou, mas ele fazia 100% goma laca. É um violão na linha Torres/Hauser, com som robusto e suave ao mesmo tempo.
  15. Muito legal! Me deu saudade dos tempos em que eu viajava pro Pará e ouvia as guitarradas