Eugenio

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  1. Isso mesmo, o format "D" que deixa o braço mais gorducho. Tem gente que gosta. Até onde me consta, é a tradição Torres/Hauser. Violão de aço e guitarra trabalham com braço mais fino, violão clássico demorou pra perceber que isso podia trazer vantagens. O mesmo se aplica a escala ligeiramente abaulada ou curva.
  2. O Jorge Raphael também é bastante fácil de tocar. Eu prefiro braço mais achatado do que gorducho.
  3. E acredito que o dinheiro sempre vai estar lá. Hoje a gente chama de entretenimento, antigamente eram outros termos. Estilos musicais que envolvem canto e dança sempre vão ser mais populares, acho que tem a ver com o fato de serem mais orgânicos, sociais e viscerais. Música que é mais cerebral tem um público menor, de gente que estudou música. Veja o caso do Jazz, começou como algo extremamente popular, todo mundo ouvia, dançava, cantava, curtia adoidado. Depois da segunda guerra começou a verter pra algo mais cerebral. E a partir daí passou a ser um estilo identificado como "elitista".
  4. O Robert O'Brien fez uma série bem completa e postou aqui no fórum. Procure "Jour" aqui no fórum e você vai encontrar. A série era chamada Luthier Tip du Jour (algo como dica do dia numa mistura de inglês e francês). Ele estudou com Tessarin e fez os vídeos com legendas em Português.
  5. Legal, vou dar um jeito de ouvir no disco da Jane Duboc. Delia Fischer também gravou um disco numa linha parecida, chamado "Saudações, Egberto". E aqui a faixa título, com o Egberto dando uma canja no violão.
  6. Eu estou ouvindo o disco, assim que eu puder eu comento. Como era de se esperar, eles regravaram a Dayanna, mas em vez de tocar uma Dayanna desvairada, saiu uma Dayanna romântica.
  7. Excelente, parabéns e sucesso também na área acadêmica. Se eu estiver indo pelas bandas de Montreal eu lhe aviso!
  8. Emanuel, isso quer dizer que você se mudou pro Canadá?
  9. Em SP tinha a Guitanda, não sei como anda. No RJ tinha a Luthier e Cia, também não sei como anda. Aliás, em que é andam as lojas de violão de luthier? Houve interesse em fazer o negócio andar durante um tempo. Mas parece que o entusiasmo diminuiu com o tempo. Tomara que eu esteja enganado.
  10. Muito legal, Montreal e Ville de Québec são lugares sensacionais. Espero que grave esses números depois pra gente ver e pescar as idéias! Sucesso pra você!
  11. Imagino que os dois vão tocar 7 cordas.
  12. Eu vou literalmente pagar pra ouvir! Às vezes a gente junta dois gigantes individuais e sai uma maluquice total. Outras vezes a gente junta dois músicos de médio porte e sai uma obra monumental. Só resta conferir o resultado.
  13. A Internet abriu os canais pra muita gente e o YouTube realmente mudou tudo. Por outro lado, talvez tenha ficado mais difícil fazer dinheiro. Hoje todo mundo quer livro, CD e partitura de graça. Só sobrou pagar o ingresso do show e aula particular.
  14. Não sabia que ela tinha ficado doente. Adoro o violão da Berta, técnica limpa mas tocada com calor humano.
  15. Monstro! Sou fã desde o tempo em que ele tocava na TV Senado!