WMeirelles

Members
  • Content count

    35
  • Joined

  • Last visited

Community Reputation

0 Neutral

About WMeirelles

  • Rank
    New Member
  • Birthday

Contact Methods

  • Website URL
    http://wagner-meirelles.blogspot.com/
  • ICQ
    0
  1. Esse é meu!!!!!!!vendeu tá vendido. Não dou não troco e não vendo. sabe aquela mulher feia que dá conta na hora do pegapracapá?é por aí.....
  2. Todos alí pintam o cabelo hoje,rsrsrs
  3. Obrigado Julian, para mim o melhor prêmio é o resultado positivo da divulgação,evidenciado pelo apoio da classe violonistica, estou feliz porque no mesmo evento estarei fazendo meu primeiro recital obrigatório,também sobre o compositor, uma coincidência magnífica possibilitada pelos anos de trabalho com o tema antes do mestrado.
  4. Parabéns aos participantes, em especial aos três primeiros colocados,que bom que o nível foi elevado,como sempre.: 1º Humberto Amorim (UNIRIO) 2° Marco Antônio (UNIRIO) 3° Adler... (UFRJ) No Final do ano serão abertas mais cinco ou seis vagas.
  5. O site do Antônio de pádua.
  6. Esse é bom pra Caray,tem um belo futuro. Tem quantos anos?
  7. O Grande Luiz Gonzaga da Silva. http://luizgonzagadadasilva.blogspot.com/
  8. Muito Bom!!!!!Poderemos completar o texto,já que não tem quem não concorde,é claro.
  9. Achei uma matéria do O Globo sobre o violão Brasileiro,"O pais do violão"veja: Publicado no "O Globo" em 08 dez 2000. O país do violão Arnaldo Bloch e João Máximo Em recente entrevista, o produtor Fernando Faro homenageou Baden Powell ao declarar que o saudoso amigo foi nosso último grande violonista. "Os outros são datilógrafos, hábeis, rápidos, técnicos. Mas só Baden inundava o coração da gente de brasilidade e feitiço." A frase, que numa análise apressada põe para escanteio craques como Guinga, Marco Pereira, Paulo Bellinati e João Gilberto, é, obviamente, uma distorção criada pela emoção. Mas, nesta sexta-feira, marcada pela estréia do Panorama Internacional do Violão - festival na Sala Cecília Meireles reunindo expoentes do instrumento no Brasil e no mundo - inspira um debate digno dos melhores botequins: existe um violão brasileiro? E, se existe, morreu com Baden Powell? Todos os violonistas ouvidos - nomes da primeira linha no Brasil - responderam que sim à primeira pergunta e que não à segunda. O violão brasileiro tem uma tradição que, iniciada com o choro há 150 anos, adquiriu com João Pernambuco, Quincas Laranjeiras e Sátiro Bilhar sua identidade nacional, que Heitor Villa-Lobos abraçou para criar sua obra para violão. - A tradição brasileira é de tal riqueza que podemos falar de várias ramificações - diz o cavaquinista Henrique Cazes. - Partindo do choro, vemos o instrumento evoluir até os instrumentistas dos anos 30, o tradicionalista Dilermando Reis, o modernizador Garoto, até desaguar na geração de Baden Powell, Rafael Rabello, Maurício Carrilho. Este último lembra que é preciso distinguir, dentro dessa tradição, o solista do acompanhante. - Solistas de violão, no Brasil, são exceções - diz Carrilho. - O instrumento se fixou mais como acompanhamento de cantores, de bandolins, cavaquinhos e instrumentos de sopro. Não há cursos formais nas escolas, deve-se aos esforços isolados o jeito que há no choro e no samba. Carrilho observa que esse jeito não é nada fácil de assimilar. E cita o exemplo de Toninho Horta. - Como harmonizador, é um monstro. Mas não toca choro. Sua pulsação é outra. Mesmo Dilermando Reis não a tinha. Poucos sabem que era Meira (apelido de Jayme Florence, que também foi professor de Baden) quem, acompanhando-o, dava o molho aos solos. O erudito Turíbio Santos, referência do violão clássico nacional e defensor da introdução do choro como linha-mestra do ensino musical - afinal, é um gênero centenário que vem de uma matriz européia abrasileirada - surpreende ao encher a bola do violão de acompanhamento, que tem na invenção de João Gilberto um de seus pontos altos: - Digo tranqüilamente que Gilberto Gil e Caetano Veloso são dois mestres do violão. Gil é mais rebuscado, mas chega um momento em que Caetano tem uma precisão absoluta, o que o aproxima de João Gilberto. O jobiniano Mário Adnet, por sua vez, acha que mesmo essa noção de violão de acompanhamento pode ser relativizada. - Nos anos 50, João Gilberto inventou um solo minimalista, que não se atém à separação entre melodia e harmonia. É um solo que está enfiado na harmonia. Nesse sentido, João solando "Na baixa do Sapateiro" é uma referência básica. Da mesma opinião, o compositor Guinga, parceiro de estudos de Baden Powell e violonista de técnica apurada, vê o desabafo de Faro como uma faca de dois gumes: - No fogo da emoção eu diria a mesma coisa, por isso o entendo. Mas, analisada racionalmente, a frase é absurda. Garoto e Baden estão no mesmo patamar, como tantos outros. E digo uma coisa: qualquer datilógrafo que puser na sua máquina de escrever a energia vital que Baden colocou, será um grande artista. O violão é um instrumento da alma. É de jeito - e portanto de alma - que fala Marco Pereira, um dos virtuosos da nova geração de solistas. - Há no violão brasileiro uma marca voltada para nossa tradição rítmica - diz. - A mesma marca que permitiu a Villa-Lobos projetar-se internacionalmente. A escola mais famosa de violão no mundo é a espanhola, mas hoje vejo em todo país que visito um interesse grande em estudar o jeito brasileiro de tocar violão. Pereira vê em Baden o divisor entre o violão tradicional e o moderno. A modernidade de Garoto, segundo ele, está mais nas harmonias. A de Baden, na execução. Sua pegada vigorosa era, simplesmente, única. Pegada definida por Guinga também em termos únicos: - Quando tinha que tocar sujo tocava, quando tinha que dar porrada dava, quando tinha que acariciar acariciava. Transpunha a vida para aquela caixa de ressonância - improvisa Guinga, citando o baiano Roberto Mendes, "que este país não conhece e que ensinou Gil a fazer coisas como o violão de ‘Expresso 2222’", como nome a ser resgatado na rica galeria do genuíno violão brasileiro. Alguém duvida da existência dele? . Jeito brasileiro é formado por muitos estilos Baden Powell deixa sucessores? Não importa. Para que a tradição do violão se mantenha o que conta é a continuidade, um violonista surgindo após outro, cada qual no seu estilo, todos com aquele jeito que Villa-Lobos tinha. O nome atual da continuidade - citado por dez entre dez violonistas ouvidos pelo GLOBO - é Yamandu Costa, gaúcho de 20 anos, cuja técnica uns classificam de exuberante e outros, de prodigiosa. - Tudo invenção dessa gente - diz Yamandu. Seu violão é, além de tudo o que dizem, novo, pois mistura à tradição brasileira do choro e do samba temperos do folclore sulista. - Comecei a gostar de violão quando ouvi, aos 6 anos, o argentino Lúcio Yanel, amigo de meu pai - diz. - Estudei como todo brasileiro: ouvindo, espiando, perguntando aqui e ali. Nunca tive professor. Ia fazendo as coisas e meu pai, também violonista, me corrigindo. Tive assim um começo milongueiro. Só aos 13 anos descobri a música brasileira. Aos 15, fui ouvido por Pelão (produtor paulista), que veio a mim, emocionado, e disse: "Você me lembra o Rafael (Rabello)". Rafael tinha morrido meses antes. Yamandu, que se considera "um violonista regional", diz que sua cara, seu diferencial, é essa mistura de origens folclóricas - milongueiras mesmo - com o violão brasileiro. Mas, como o violão brasileiro multiplica-se, outros Yamandus estão nascendo e crescendo por aí. Entre os prodígios da nova geração, são muito citados Caio Márcio, Alexandre Gismonti, Wagner Meirelles e Marcos Tardelli. Observador ávido dos novos, Guinga é de um nacionalismo grandiloqüente que nada deve ao mestre Villa-Lobos: - O violão brasileiro é e sempre foi progressivo, e está progredindo, porque o Brasil é o país do violão, assim como a Espanha é a mãe do violão. Anote o que digo, estes nomes farão o violão do futuro, o violão do mundo: o dueto Rogério e Daniel, de Brasília, já está entre os grandes do planeta; o quarteto Mahogani é uma coisa extraordinária; o Caio Márcio é um fenômeno; o Yamandu e o Felipe Azevedo são os nomes do Sul. Da nova geração, Paulo Bellinati - uma das atrações do Panorama Internacional do Violão - sintetiza este processo de revitalização. Começou animando bailes roqueiros antes de começar a freqüentar o universo sóbrio do Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, o que o levaria a completar seus estudos de violão clássico em Genebra. - Mas sempre fui um músico popular - esclarece Bellinati. - É claro que existe um violão brasileiro. Ou vários, todos importantes. Bellinati considera-se um privilegiado num país que, culturalmente, não valoriza a música instrumental, que não toca no rádio nem interessa muito às gravadoras. Daí, seus melhores discos, inclusive o antológico dedicado à obra de Garoto, terem sido gravados fora do Brasil e jamais lançados por aqui. Zé Paulo Becker, que também estudou violão clássico, não sabe onde, exatamente, começa a tradição violonística brasileira, mas tem certeza de que ela existe. De um lado, há os clássicos que descendem de Villa-Lobos: Marcelo Kayath, Turíbio Santos, os irmãos Assad, os irmãos Abreu, o Duofel. Do outro, o popular, dos alunos do Meira, dos chorões acompanhantes como César Faria e Dino. Dino, por sinal, o mestre do sete cordas, diz que não acredita em "violão brasileiro", mas em muitos estilos surgidos no Brasil, inclusive o seu próprio.
  10. Wagner Meirelles,Leonardo Rocha.(RJ) esta lista é só de pessoas vivas?
  11. Valeu Eugênio!!!!!
  12. Fina flor!!!!!!!!!!!!!!!!!
  13. Explicação: Meus caros participantes do fórum,queria fazer apenas um comentário sobre minha responsabilidade ao divulgar o luthier Sergio Mahatma,quem leu o que está escrito no seu Blog http://mahatmaluthier.blogspot.com/ ,percebeu,entre outras coisas,que ele foi meu aluno,por isso a motivação inicial.Pois bem,não estou fazendo propaganda enganosa,aliás,várias pessoas me mandaram mensagem perguntando sobre o luthier e em nenhuma das resposta fiz algum tipo de elogio mentiroso,nem tão pouco o coloquei-o como um fenômeno da luthiería nacional,disse sim:que é um instrumento honesto,ou seja,feito com material bom,afinação OK,além do som bonito e do preço imbatível,quesitos nem sempre encontrados em todos os violões... Quando enfatizamos, parabenizamos e até mesmo indicamos, não estamos querendo enganar ninguém, apenas estamos dando o combustível que eles precisam para seguirem em frente, já o freguês, realmente terá que conferir, na prática,não só nesses casos,mas, principalmente quando comprarem violões "caros".
  14. Quero parabenisar a todos que participaram dessa homenagem, foi muito legal.