rods

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  1. http://g1.globo.com/musica/blog/mauro-ferreira/post/yamandu-e-penezzi-poem-latinidade-no-violao-do-brasil-em-quebranto.html Com lançamento programado para 26 de maio de 2017, em edição da gravadora Biscoito Fino, o álbum Quebranto junta os violonistas Yamandu Costa e Alessandro Penezzi. Com 13 músicas (Amigo bonilha, Bolero negro, Capitão do mato, Chaparral, Chico balanceado, Dayanna, É chorando que se aprende, Meus gurizinhos, Quebranto, Samba pro Rafa, Saracoteco, Valsa morena e Valsa seresta nº 1), o disco celebra a escola do violão brasileiro com alta dose de latinidade. Gaúcho de Passo Fundo (RS), Yamandu evoca toques portenhos que chegam ao Sul do Brasil através da Argentina. Já Penezzi, paulista nascido em Piracicaba (SP), embute influência da escola flamenca de violão no toque dos temas deste CD instrumental que une dois virtuoses prestigiados no universo musical brasileiro.
  2. Muito bom.
  3. Depois da morte do Chediak teve alguns lançamentos. Acho que os do Ari Barroso e o do Toquinho são posteriores à morte do Chediak. Rodrigo
  4. Dilson. Acredito ser lançamento recente. Ou seja, depois da morte do Chediak. No link da Freenote, nas informações do songbook, a editora listada é a Vitale. Deve ter alguma parceria entre a Vitale e a Lumiar. Rodrigo
  5. Acredito que seja lançamento recente da Lumiar. Ao menos eu ainda não tinha visto. Estou curioso. Gosto bastante das músicas dele: http://freenote.com.br/produto.asp?shw_ukey=42830141222MC17C74 Rodrigo
  6. Vi os três episódios. Gostei. O Gian é um cara simpático, tá tocando muito bem, e por enquanto só tem fera nas entrevistas. Ele não é um entrevistador nato, e às vezes parece um pouco perdido, mas acho que é questão de se acostumar. Dr. Pacheco. Não sei muito bem qual a ideia, mas acredito que todos os episódios serão divulgados no youtube. Rodrigo
  7. O Gian Correa (sete cordas paulista) tá com um projeto que me pareceu interessante. Chama-se "Joga um 7 aí". Copiando a descrição dos videos: "O objetivo é jogar um 7 cordas em gravações já existentes que não tenham sido gravadas originalmente com violão de 7. A cada episódio um novo violonista de 7 é convidado para dividir a gravação com Gian.A ideia é mostrar como cada violonista "se vira" nestas situações musicais, mostrar como a criatividade e o estilo de cada um se adaptam a este desafio. Além de tudo, não podemos nos esquecer de que tocar junto com gravações antigas faz parte de momentos íntimos dos violonistas de 7 cordas durante seus estudos diários.Depois do som rola uma rápida entrevista com o convidado, onde você vai saber um pouco sobre sua história e curiosidades." Eu ainda não consegui ver, mas os convidados são bons. O primeiro é o Rogério Caetano: O segundo é o Bozó; E o terceiro é o Paulão 7 Cordas: Rodrigo
  8. http://jornalggn.com.br/blog/laura-macedo/rogerio-guimaraes-em-interpretacoes-solos-de-suas-composicoes "Natural de Campinas, Rogério Guimarães (1900-1980) cedo se mudou para o Rio de Janeiro e, tal como outro paulista de renome - Américo Jacomino, o Canhoto -, ele utilizava as cordas do violão às avessas sendo, também, batizado de “Canhoto”. Teve sua obra registrada nas gravadoras Odeon, Parlophon e RCA Victor. Nessa última, em 1929, se tornou diretor artístico permanecendo no cargo por três anos, período esse que admitiu a novata Carmen Miranda, primeiro sucesso da gravadora, e tantos outros artistas. Ary Barroso, em entrevista concedida ao escritor/jornalista Paulo Mendes Campos à Revista da Música Brasileira (nº1/pag.10/setembro/1954), quando perguntado qual seria, em sua opinião, o melhor violonista ele citou o Rogério Guimarães. E todos sabem como o Mestre Ary era exigente em tudo. (..) " No link acima tem um texto (do qual eu copiei apenas o início, e vários links para algumas gravações. Achei interessante. Rodrigo
  9. Pelos comentários do Eugênio parece que a escola tradicional (Hauser/Torres) liderada pelo Sérgio domina a luthieria brasileira. O que quis dizer é que não me parece ser esse o caso. Vejo vários luthiers trabalhando com outras técnicas e trazendo "modernidades" à suas construções. O próprio Sérgio, pelo que percebo, segue a tradição (Hauser/Torres) não por questões dogmáticas e sim por questões estéticas (é o som que ele busca). E respondendo à pergunta estava me referindo aos outros luthiers de maneira geral (todos) e não particularmente aos que trabalharam com ele, que obviamente tem uma maior influência dele. Sobre os dois especificamente que você perguntou, só lembro que o Rafael tocava um Mário Bezerra, e não me remete muito ao som dos violões do Sérgio Abreu,
  10. Realmente não tenho conhecimento suficiente para uma opinião avalizada. Pra ser sincero nunca vi nem toquei em violões do Sérgio. Acho que ele é uma referência sim, e por sua história é uma referência merecida. Mas na minha ignorância, de maneira geral não me parece que os outros luthiers o têm como modelo de construção. Rodrigo
  11. Mas mesmos assim respeitosamente discordo. Temos vários luthiers trabalhando em outras "escolas" ...
  12. Desculpe, lendo a pergunta do Dilson com mais atenção entendi melhor sua resposta. Rodrigo
  13. Eugênio, não entenda como provocação, mas não entendi o que você quis dizer. Ao mesmo tempo que você disse que os dois são diferentes do Sérgio você os agrega (os três) numa categoria (Hauser/Torres). Então você está dizendo que os três são parecidos. Ou não ?
  14. A quem estiver interessado. Hoje à noite (03/01/2017 às 22hs) a TV Cultura vai passar o episódio do Carlinhos 7 Cordas. Infelizmente ainda não consegui ver nenhum. Espero que hoje eu consiga. Alguém já viu isso disponível (legalmente) por aí ? Rodrigo
  15. Legal o site. Ouvi hoje uma chamada na CBN (rádio) falando do show de hoje (dia 30/12) à noite no SESC Santana. Bom show ! Rodrigo