Dilson

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  1. Outra opção que parece ser interessante e não agride o violão.
  2. Eu tenho um desse, haja vista que Brasília a partir de agosto vira umidade de deserto.
  3. Quais seriam as razões relatadas das rachaduras Eugênio? Na verdade estou muito satisfeito com o meu Bouchet, não tenho certeza sobre outro violão, se tivesse com certeza seria de abeto, mas nada decidido ainda.
  4. Os violões top do Sérgio Abreu e Samuel Carvalho estão bem acima dos 10 mil reais. A questão de comparar com outros países é complicada... Fora daqui em quais países? Com qual poder aquisitivo? Como disse não estou criticando, cada um coloca o preço que acha justo e deixa o mercado responder. Só acho, que para mim, que estão muito caros, apenas isso. O Sérgio Barbosa é um excelente construtor, já toquei e seus violões estão abaixo dos 7 mil, isso é fato... Só uma dúvida, se os violões são tão bons, e os preços com a taxa atual de câmbio estão super competitivos, porque não são vendidos para fora? Até onde sei, é que a fama lá fora é que os violões brasileiros quando chegam lá, a madeira racha.... Veja bem, estou dizendo da fama, não tenho conhecimento se é realidade sobre a madeira rachar... Mas algumas coisas nessa conta não batem para mim, mas confesso que isso de precificação já foi exaustivamente discutido aqui nesse fórum e não é essa a minha intenção. A proposta desse tópico era outra.
  5. Concordo com o Fabiano. O que quis dizer é que o Choro é a porta de entrada para os jovens músicos se apaixonarem pelo violão de 7, mas a busca pelo conhecimento é um caminho sempre pressa e que nunca para...... naturalmente esses jovens buscarão outros estilos com o seu violão de 7.
  6. Já tem o repertório do disco para nos passar?
  7. Na verdade é mais curiosidade mesmo. Tessarin e Arone já tem preço extra, Sérgio Abreu o preço é extra extra...rsss Sem críticas, afinal cada um coloca o preço no seu produto que acha justo......mas particularmente estou achando os preços, dos luthieres mais renomados, extremamente caros. Esses citados, os preços de entrada começam a partir dos 8 a 9 mil reais....
  8. Os outros lutthiers ficou muito vago.....outros todos? os que trabalharam com ele?
  9. Eu particularmente prefiro o timbre dos violões tradicionais. Quem já tocou no violão do Sérgio Abreu com os do José Chagas e Mario Bezerra, poderia fazer um paralelo?
  10. O Sérgio Abreu faz seus violões baseados no Hauser. Durante um tempo, trabalhou com ele , como colaboradores e ajudantes na oficina, o José Chagas e o Mario Bezerra. O José Chagas e o Mario Bezerra seguiram a mesma linha de construção do Sérgio Abreu? O que se pode dizer dos violões desses dois luthieres de forma geral e em relação ao violão Sérgio? Digo em termos de características mesmo.
  11. Sinceramente eu acho que tem uma garotada que embarcou no violão de 7 porque tivemos de forma institucional e marcante a volta do Choro (Graças a Deus), independentemente do Yamandu. E hoje com a diversidade de informações que não tinha na minha época (mídias, internet, youtube, aulas por skype, intercâmbio eletrônico com músicos do mundo todo, publicações etc etc), o garoto que estuda choro também pega peças de vários outros estilos disponíveis para trabalhar no seu violão de 7. Quando eu era menino começando a brincar no violão, Choro era pra gente de gerações passadas, coisa mais difícil era achar um professor de violão para Choro. Hoje em dia temos escolas em Brasília e outras cidades, temos uma geração marcante desse estilo musical gravando e se apresentando no Brasil todo, e temos a felicidade de sermos contemporâneos de um gênio como o Hamilton de Holanda.
  12. Nunca tratei e acho ninguém aqui tratou o violão 7 como evolução de 6. A questão de procurar um violão de 7 como o Raphael Rabello ou mesmo de 8 cordas como o Marco Pereira, que tem estilos bem diferentes, é a procura do músico pelo instrumento que traduza melhor a sua linguagem. Antes de tocar violão, e ainda toco, sempre fui baixista, e vejo isso como um paralelo; o que se pretende com um instrumento de mais cordas é simplesmente novas tessituras que se encaixam melhor no seu ideal sonoro. Um exemplo é o Jaco Pastorius com o seu fender de 4 cordas e o Nico Assumpção com o seu baixo de 6 cordas, são gênios que estão na mesma prateleira (ambos extremamente musicais) e a diferença de cordas se encaixa na proposta de cada um. Não vejo a procura de uma corda a mais para mostrar virtuosismo ou "malabarismo". O maior exemplo disso é o Marco Pereira com o seu violão de 8 cordas. Acho que a riqueza está justamente nessa diversidade de se escutar um Baden com o seu violão de 6 e o Raphael com o seu violão de 7 e perceber que ambos exerceram uma grande força gravitacional na música brasileira, ditando estilos e influenciando inúmeros violonistas.
  13. Uma publicação do arranjo do Agustin Carlevaro. Editora GSP.
  14. Essa de Cais eu quero ouvir, é uma música que acho super violonística.
  15. Pessoal, estou atrás de um mic para violão com a finalidade de pequenas apresentações. Alguém já testou esse micrfone K&K Meridian? http://kksound.com/products/meridian.php#simple4 O que achei interessante é que ele vem com um preamp externo que é uma mão na roda.