Dilson

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Everything posted by Dilson

  1. Pessoal, vi esse vídeo no youtube, pareceu uma solução interessante, o timbre parece ser bem melhor que captação de rastilho que particularmente eu detesto. Alguém já testou?
  2. Outra opção que parece ser interessante e não agride o violão.
  3. Caros, Há algum bom arranjo para violão solo de Chovendo na Roseira para se comprar? Alguma publicação? Aproveitando o tópico, o álbum Lendas Brasileiras do Zé Paulo Becker tem excelentes arranjos, algum foi publicado?
  4. Eu tenho um desse, haja vista que Brasília a partir de agosto vira umidade de deserto.
  5. O Sérgio Abreu faz seus violões baseados no Hauser. Durante um tempo, trabalhou com ele , como colaboradores e ajudantes na oficina, o José Chagas e o Mario Bezerra. O José Chagas e o Mario Bezerra seguiram a mesma linha de construção do Sérgio Abreu? O que se pode dizer dos violões desses dois luthieres de forma geral e em relação ao violão Sérgio? Digo em termos de características mesmo.
  6. Quais seriam as razões relatadas das rachaduras Eugênio? Na verdade estou muito satisfeito com o meu Bouchet, não tenho certeza sobre outro violão, se tivesse com certeza seria de abeto, mas nada decidido ainda.
  7. Os violões top do Sérgio Abreu e Samuel Carvalho estão bem acima dos 10 mil reais. A questão de comparar com outros países é complicada... Fora daqui em quais países? Com qual poder aquisitivo? Como disse não estou criticando, cada um coloca o preço que acha justo e deixa o mercado responder. Só acho, que para mim, que estão muito caros, apenas isso. O Sérgio Barbosa é um excelente construtor, já toquei e seus violões estão abaixo dos 7 mil, isso é fato... Só uma dúvida, se os violões são tão bons, e os preços com a taxa atual de câmbio estão super competitivos, porque não são vendidos para fora? Até onde sei, é que a fama lá fora é que os violões brasileiros quando chegam lá, a madeira racha.... Veja bem, estou dizendo da fama, não tenho conhecimento se é realidade sobre a madeira rachar... Mas algumas coisas nessa conta não batem para mim, mas confesso que isso de precificação já foi exaustivamente discutido aqui nesse fórum e não é essa a minha intenção. A proposta desse tópico era outra.
  8. Concordo com o Fabiano. O que quis dizer é que o Choro é a porta de entrada para os jovens músicos se apaixonarem pelo violão de 7, mas a busca pelo conhecimento é um caminho sempre pressa e que nunca para...... naturalmente esses jovens buscarão outros estilos com o seu violão de 7.
  9. Já tem o repertório do disco para nos passar?
  10. Na verdade é mais curiosidade mesmo. Tessarin e Arone já tem preço extra, Sérgio Abreu o preço é extra extra...rsss Sem críticas, afinal cada um coloca o preço no seu produto que acha justo......mas particularmente estou achando os preços, dos luthieres mais renomados, extremamente caros. Esses citados, os preços de entrada começam a partir dos 8 a 9 mil reais....
  11. Os outros lutthiers ficou muito vago.....outros todos? os que trabalharam com ele?
  12. Eu particularmente prefiro o timbre dos violões tradicionais. Quem já tocou no violão do Sérgio Abreu com os do José Chagas e Mario Bezerra, poderia fazer um paralelo?
  13. Sinceramente eu acho que tem uma garotada que embarcou no violão de 7 porque tivemos de forma institucional e marcante a volta do Choro (Graças a Deus), independentemente do Yamandu. E hoje com a diversidade de informações que não tinha na minha época (mídias, internet, youtube, aulas por skype, intercâmbio eletrônico com músicos do mundo todo, publicações etc etc), o garoto que estuda choro também pega peças de vários outros estilos disponíveis para trabalhar no seu violão de 7. Quando eu era menino começando a brincar no violão, Choro era pra gente de gerações passadas, coisa mais difícil era achar um professor de violão para Choro. Hoje em dia temos escolas em Brasília e outras cidades, temos uma geração marcante desse estilo musical gravando e se apresentando no Brasil todo, e temos a felicidade de sermos contemporâneos de um gênio como o Hamilton de Holanda.
  14. Nunca tratei e acho ninguém aqui tratou o violão 7 como evolução de 6. A questão de procurar um violão de 7 como o Raphael Rabello ou mesmo de 8 cordas como o Marco Pereira, que tem estilos bem diferentes, é a procura do músico pelo instrumento que traduza melhor a sua linguagem. Antes de tocar violão, e ainda toco, sempre fui baixista, e vejo isso como um paralelo; o que se pretende com um instrumento de mais cordas é simplesmente novas tessituras que se encaixam melhor no seu ideal sonoro. Um exemplo é o Jaco Pastorius com o seu fender de 4 cordas e o Nico Assumpção com o seu baixo de 6 cordas, são gênios que estão na mesma prateleira (ambos extremamente musicais) e a diferença de cordas se encaixa na proposta de cada um. Não vejo a procura de uma corda a mais para mostrar virtuosismo ou "malabarismo". O maior exemplo disso é o Marco Pereira com o seu violão de 8 cordas. Acho que a riqueza está justamente nessa diversidade de se escutar um Baden com o seu violão de 6 e o Raphael com o seu violão de 7 e perceber que ambos exerceram uma grande força gravitacional na música brasileira, ditando estilos e influenciando inúmeros violonistas.
  15. Uma publicação do arranjo do Agustin Carlevaro. Editora GSP.
  16. Essa de Cais eu quero ouvir, é uma música que acho super violonística.
  17. Pessoal, refletindo sobre repertório para o violão solista, me impressiona como essa turma de Minas é mal aproveitada. Você pega a obra principalmente do Milton Nascimento, Lô Borges, Toninho Horta entre outros, com melodias sensacionais, harmonias muito bonitas e os violonistas brasileiros pouco exploram esse repertório riquíssimo. São músicas com possibilidades excelentes para arranjos. A impressão que me dá que essa turma de Minas do Clube da Esquina é um mundo a parte. Por exemplo você pega a música Cais do Milton, aquela melodia grave no fim da música daria para fazer um baita arranjo, um trabalho "orquestral" no violão. Essa foi um turma muita adotada pelo pessoal do Jazz mas infelizmente não pelo o do violão.
  18. Pessoal, estou atrás de um mic para violão com a finalidade de pequenas apresentações. Alguém já testou esse micrfone K&K Meridian? http://kksound.com/products/meridian.php#simple4 O que achei interessante é que ele vem com um preamp externo que é uma mão na roda.
  19. Queria que o Sérgio Assad fizesse o arranjo dessa música, pois depois dos arranjos que ele fez para as 4 estações porteñas, não duvido de nada..rsss
  20. Mesmo entre os Godins, o som é diferente dependendo do modelo, apenas questão de gosto, mas todos são excelentemente bem construídos. Alguns tem corpo oco, outros tem corpo todo sólido, Outra coisa é a largura do braço, geralmente os Godin tem braço mais fino igual ao violão de aço. Se você faz questão do braço igual ao violão clássico tem que procurar um Godin Grand Concert. E também a Godin usa captações diferentes dependendo do modelo. O melhor Godin que eu já toquei é o Grand Concert Duet Ambience, já tive, só vendi porque não tocava mais com banda, e ele tava parado, mas dos violões elétricos de nylon foi o melhor que já toquei. Agora são violões muito caros, principalmente com o dólar como está agora, na época que eu comprei o dólar tava um pouco abaixo de 2 reais.
  21. Concordo que nunca me convenceu muito no violão, mas é uma música que sempre me rendeu memória afetiva, lembro da primeira vez que escutei, fiquei encantado. E principalmente quando vi o próprio Piazzolla com sua banda tocando ela num show aqui em Brasília, aí (desculpe o termo) foi de fuder..rsss.. muito emocionante. E que banda aquela do show do Piazzolla, o pianista era um monstro. Acho que após uns 6 meses do show ele teve um derrame ou uma trombose e veio falecer depois de uns 2 anos.....não sei o tempo ao certo, aproximado, acho apenas. Hoje em dia nem é uma das músicas do Piazzolla que mais gosta, mas tocá-la para mim é uma questão mesmo de satisfação pessoal, realização de guardar essa memória afetiva. Obs. o show do Piazzola foi com uma semana de diferença do show do Egberto, feliz que nem pinto no lixo...rss
  22. As últimas coisas que vi da Badi foram como cantora que toca.
  23. Esses arranjos do Paulinho Nogueira foram em discos diferentes ou ele gravou um disco dedicado?
  24. Mas sem pressa, estou estudando ao mesmo tempo 3 peças..rss Samba do Avião, Manhã de Carnaval e Adiós Noniño.
  25. Eu não acho que teve declínio, apenas acho que não teve a migração do 6 para o 7 como se especulava...