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clac

BGM - Colaborador
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  1. Para pensar

    Só uma curiosidade. o Pessoa fez um trocadilho genial nesse verso. esdrúxula é sinônimo de proparoxítona. "Por isso é que digo, se fosse mais fácil ganhar dinheiro, ele não nos faria falta, mas como a coisa é brava, o dinheiro passa a ser uma necessidade. e se ele puder vir com facilidade, aí é solução para todos os nossos problemas." quem tem dinheiro para pagar psiquiátra, picanalista ou psicólogo? quando muito, dinheiro é solução para problemas financeiros. Concordo muito com o Renato e tenho a mesma impressão que sem o dinheiro como recompensa muitas pessoas nada teriam a buscar na vida. E pior é que essa postura não acaba sendo predominante apenas nas questões econômicas. Não se estuda se não for para tirar nota, quase nada se faz a não ser o que traz uma recompensa para ser exibida. Só discordo, Renato, que seja uma conversa a beira do ridículo. É das mais importantes. Se tudo que seja contrário a realidade for classificado como utopia nada nos resta a não ser acatar. A diferença dos seres humanos em relação aos outros animais não é a consciência? a possibilidade de escolha? Se nos tiram essa possibilidade, tiram também a humanidade. A realidade não é um fato consumado e desejos de mudança não são idéias românticas. Às vezes parece que por crescer, que por adquirir responsabilidades de adulto, se deve abandonar a criatividade da juventude que consegue enxergar uma realidade a ser construída no futuro, e aceitar este roteiro tosco de vida que nos é oferecido. Dizem que o mundo acabará em 2012. Falam da bíblia, que por alguns textos, podemos pensar que o fim está chegando, o espiritismo também diz que alguma mudança grande está para acontecer. Não que o mundo vá desaparecer de fato, mas não acho absurdo pensar que vivemos alguma véspera. As religiões perderam força na capacidade de guiar as ações das pessoas, a política vive de si para si, as relações sociais foram transformadas em simples nomes, a vida hoje é plana, tudo tem exatamente o mesmo valor, nenhum. É uma excelente hora para pensarmos em que mundo queremos viver. De enxergar que a realidade é construída por ações, não algo abstrato que nos é proibido tocar.
  2. Essa falhou, as cordas ficaram até o fim. O Yamandu no começo parecia outra pessoa, estava sentado apenas em uma posição, com um som bem tranquilo, realmente mudado. No final era o de sempre, estava dançando na cadeira, perna pra cá, braço pra lá; fica a mudança do som, que está, embora o Yamandu continue agitado, bem mais controlado. O show foi muito bom, a impressão que tive é que ninguém estava curtindo mais o momento quanto eles no palco. A cumplicidade e amizade que vimos entre os violonistas valeria o ingresso sem precisar da música - o clima em que eles estavam era muito bonito. Começaram os 7 tocando Sambadalu, do marco. Depois solos, duos e trios, e no final uma suíte que era uma passagem pela história do violão brasileiro com a Marcha dos Marinheiros, Sons de Carrilhões, Choro chorado para Paulinho Nogueira, Berimbau e Consolação e acho que teve mais duas, não lembro quais. Os duos foram o Yamandu e o Rogério Caetano tocando - acho que - Pedra do leme. O Marcello Gonçalves e o RC tocando Ainda me recordo. O Zé Paulo e Marco Pereira com a Sob o redentor, do Zé Paulo. O Penezzi e o Yamandu com a Dayanna, pra mim, um dos momentos mais bonitos. Não estou lembrando de outros mas acho que ainda falta algum. Trio teve o Penezzi, o RC e o Yamandu tocando a Desvairada e acho que só. O Marcello Gonçalves solou Cordas de aço do Cartola num arranjo belíssimo. O Zanon fez três solos do Radamés - foi quem mais brilhou na noite, o violão dele refletia a iluminação direto em mim, não deu pra ver nada, só ouvir. O Penezzi ainda tocou Quando me lembro, do Luperce Miranda, e o Yamandu, Choro louco.
  3. Estou vendendo meu violão de 7 cordas, do luthier Araújo. Tampo de cedro canadense maciço, escala de ébano, lateral e fundo acredito ser de imbuia (não sei ao certo a madeira), verniz em PU. Qualquer interesse só mandar mp.
  4. Música para músico

    Acho que não. Eu procuro olhar para a música do mesmo modo que olho para os livros. Há aqueles que leio por gosto puro, há os que servem pra estudo puro, os que combinam gosto e prendizado, os clássicos obrigatórios - que às vezes nem agradam ao gosto nem transmitem algo para o leitor. E assim escuto música. Algumas para conhecer, outras pela mensagem que enxergo/escuto, instrumental ou com letra, e por puro gosto. Depende bastante do momento, mas tenho a preocupação de reservar uns momentos na semana pra ouvir músicas novas, outros para estudar a audição, e, para ouvir as que simplesmente gosto.
  5. Transcriçoes Jacob Bandolim!??

    Tem essa, da Assanhado, o problema é que é do Penezzi, aí já viu... Do Maurício Marques, a Doce de coco, mais viável, apesar das 8 cordas.
  6. Música para músico

    Não acho que gosto é algo tão subjetivo. Depende da educação, da cultura, das pessoas ao redor e não é raro virarmos o nariz para o que não conhecemos, e não apenas tratando de música.
  7. Valeu as dicas Humberto! Vou ver depois, se nada muito complicado, já começo a estudar. Essa roda é hoje na usp né? Ia me convidar mais pra ir mas agora to sem tempo.
  8. Eu, depois de um tempo longe do violão, estou agora dividindo o estudo entre 6 e 7 cordas. No 6, estou quase finalizando a Gracioso, do Garoto, e começando Ana Cristina, uma valsa do Dilermando, muito bonita e bem tranquila tecnicamente. No 7 cordas, peguei pra começar os estudos o livro Choro, da Lumiar, e estou lendo bastante os baixos transcritos, e pra estudar com mais calma peguei a Conversa de botequim e um choro do Jacob, Benzinho, que tem uma melodia linda - dá mais vontade de ficar tocando a melodia do que de treinar os baixos.
  9. VESTIBULAR UNICAMP

    É assim mesmo, mas a segunda etapa ainda são as provas das matérias do ensino médio, só depois vem a específica. já que o assunto é faculdade, esse ano começo a minha também, filosofia na usp. E PARABÉNS OSMAR!!!!!
  10. Unhas Polidas

    O 'bastante descuidado' soou mal, já tive o trato das unhas com atenção mais diferenciada que hoje, mas fui deixando e sem sentir muita falta. Hoje com a lixa simples fico satisfeito.
  11. Unhas Polidas

    Sou bastante descuidado com as unhas, só uso a lixa normal, primeiro o lado mais aspero, aí o outro. A única preocupação que tenho é não deixar crescer muito.
  12. Com qual violão voce "começou" a tocar?

    Eu comecei com uns treze anos, num giannini não lembro o modelo. Comecei com um professor muito gente boa mas muito fraco como professor, fiquei um bom tempo alternando guitarra e violão devido à essa escola em que fui estudar, que tratava os dois da mesma maneira. Depois, quando conheci o violão "de verdade" foi uma certa luta pra estudar, tinha uma mão esquerda bem mais desenvolvida que a direita e fazê-las entrar em acordo foi difícil - mentira, ainda é.
  13. Violão flamenco

    Pode deixar, já tá em primeiro na fila. Mas peguei o violão mês passado, ainda demoro pra vender (espero). Abraço!
  14. Violão flamenco

    É o 413.
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