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fabiano borges

Billie Jean - fingerstyle

6 posts in this topic

Exatamente, Eugênio!

Na verdade, até o Sungha Jung alterou algumas coisas. Ele não segue a linha de baixo quando a melodia entra. Isso é bem difícil porque os golpes percussivos continuam. Escutei a versão do próprio Rafferty.

Treinei no nylon para não acabar com a minha unha... :)

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Show!!! É o que conversava com um amigo ganhador de alguns concursos respeitáveis, que gravamos o que gostamos e não um único tipo de música engessada, sujeitos a preceitos bobos. Também gosto do Sungha Jung solo e duo nela.

Mandou bem! Músico completo.

Edited by CarlosEdu

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Eu cheguei a aprender a primeira parte desse arranjo e tem uma coisa que me deu bastante trabalho, mas foi uma idéia muito legal do Rafferty.

Ele faz duas notas ao mesmo tempo de um jeito bem inusitado.

Ele usa o mindinho da mão esquerda pra martelar o si na 6a corda, e usa o polegar da direita pra martelar a quinta corda sem nota nenhuma, só percussão.

Dá trabalho porque a gente aprende a sincronizar as mãos direita e esquerda atacando a mesma corda pra produzir um som.

Ele fez dois sons ao mesmo tempo "quebrando" essa sincronia, mas de um jeito mais difícil do que o normal, apesar de simples.

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Eu cheguei a aprender a primeira parte desse arranjo e tem uma coisa que me deu bastante trabalho, mas foi uma idéia muito legal do Rafferty.

Ele faz duas notas ao mesmo tempo de um jeito bem inusitado.

Ele usa o mindinho da mão esquerda pra martelar o si na 6a corda, e usa o polegar da direita pra martelar a quinta corda sem nota nenhuma, só percussão.

Dá trabalho porque a gente aprende a sincronizar as mãos direita e esquerda atacando a mesma corda pra produzir um som.

Ele fez dois sons ao mesmo tempo "quebrando" essa sincronia, mas de um jeito mais difícil do que o normal, apesar de simples.

Exato. A questão é automatizar esses movimentos.

São as novas propostas da maneira moderna de tocar. Bom gosto, virtuosismo e musicalidade em conjunto.

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