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Eugenio

7 cordas solista deu uma esfriada?

23 posts in this topic

O instrumento sem dúvida ganhou muita visibilidade durante um tempo, mas me parece muito longe das profecias feitas de que o futuro do violão brasileiro tem 7 cordas.

Opiniões? Comentários?

 

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Penso que o instrumento continua firme. Talvez não esteja tão pujante, em virtude de um certo arrefecimento decorrente da crise. Tudo parece que está mais parado... A crise afeta tudo ao seu redor, notadamente a área cultural como sabemos.

A meu ver, quem já tocava o 7 cordas, parece que continua produzindo com o instrumento. Inclusive, recentemente, vi que o Félix aqui de Brasília está com um 8 cordas.

Em um festival no segundo semestre na Argentina, vi vários construtores de lá fabricando 7 cordas.

A 7º corda é utilizada até mesmo a guitarra elétrica há bastante tempo, sobretudo no rock mais pesado.

Abraços.

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Para mim será sempre um nicho, excelente, mas um nicho.

Para mim a predominância sempre será o violão de 6.

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Durante um tempo parecia que haveria uma migração em massa, mas hoje a sensação é que de diminuiu um pouco isso.

Fabiano, interessante essa perspectiva de mudança na Argentina. Me pergunto se tem a ver com o repertório brasileiro.

O 7 de aço é um nicho, me parece que o 7 de nylon solista agora segue um caminho parecido.

O Raphael motivou muita gente a empunhar um 7, o Yamandu também, mas será que a nova geração vai com 7 ou 6?

 

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Percebo uma tendência. A turma com base musical no choro tenderá a ir de 7 de nylon, a meu ver. A turma do jazz/bossa, porém, deve continuar no 6.

Um ponto fora da curva é o Tico de Moraes. Ele está com uma guitarra de 7 cordas. Vale a pena checar os vídeos dele na linha violão e voz (jazz/bossa). É fantástico!

Os argentinos usam a 7º de nylon com a mesma perspectiva nossa. Independente do gosto musical, devemos reconhecer que o instrumento nos fornece mais recurso. Há violonistas argentinos conhecidos que tocam com o 7 cordas de nylon, com destaque para Quique Sinesi e Juanjo Domínguez.

 

Edited by fabiano borges

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Acho que nesse campo quem tem um trabalho excepcional mas pouco comentado é o Rogério Caetano.

Inclusive ele apareceu com um 7 de aço que soa mais macio, mais próximo do nylon.

A sétima do Raphael Rabello no disco Todos os Tons balançou a cabeça de muita gente na época.

O Marcello Gonçalves é outro excepcional, mas não é muito de tocar solo.

Vou pesquisar essa turma da Argentina, sempre bom expandir os horizontes, obrigado pelas dicas!

 

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Just now, Eugenio said:

Acho que nesse campo quem tem um trabalho excepcional mas pouco comentado é o Rogério Caetano.

 

Inclusive, postei o vídeo de peça Milena ontem!

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Estranho... não percebo declínio, acesso YouTube e tanta gente nova, conhecida, desconhecida, empunhando o 7.

Eu recebo muitos e-mails, mensagens perguntando sobre o fantástico som do meu Lineu Bravo...

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Eu não acho que teve declínio, apenas acho que não teve a migração do 6 para o 7 como se especulava...

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Acho que o Dilson capturou em uma única frase o que eu tinha em mente.

Houve muita profecia que dava a entender que haveria uma migração em massa pro 7 cordas.

Mas um bom número de violonistas da nova geração está indo de 6 cordas.

 

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