Dilson

Seguidores Sérgio Abreu

31 posts in this topic

O Sérgio Abreu faz seus violões baseados no Hauser.

Durante um tempo, trabalhou com ele , como colaboradores e ajudantes na oficina, o José Chagas e o Mario Bezerra.

O José Chagas e o Mario Bezerra seguiram a mesma linha de construção do Sérgio Abreu?

O que se pode dizer dos violões desses dois luthieres de forma geral e em relação ao violão Sérgio? Digo em termos de características mesmo.

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Não conheço os violões do Chagas nem do Bezerra, mas nao acredito que sejam muito diferentes do trabalho Sérgio.

A escola Hauser/Torres de construção domina amplamente no Brasil.

Em termos de luteria, a gente segue a escola pré 1960.

Nada de errado nisso, é só que isso meio que faz o país parecer uma ilha.

 

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Eugênio, não entenda como provocação, mas não entendi o que você quis dizer.
Ao mesmo tempo que você disse que os dois são diferentes do Sérgio você os agrega (os três) numa categoria (Hauser/Torres). Então você está dizendo que os três são parecidos. Ou não ?
 

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Desculpe, lendo a pergunta do Dilson com mais atenção entendi melhor sua resposta.

Rodrigo

 

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Mas mesmos assim respeitosamente discordo. Temos vários luthiers trabalhando em outras "escolas" ...

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A gente tem sim, mas o que eu quis dizer é que não são maioria.

O grande ídolo da luteria no Brasil continua sendo o Sérgio Abreu.

 

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Eu particularmente prefiro o timbre dos violões tradicionais.

Quem já tocou no violão do Sérgio Abreu com os do José Chagas e Mario Bezerra, poderia fazer um paralelo?

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Realmente não tenho conhecimento suficiente para uma opinião avalizada. Pra ser sincero nunca vi nem toquei em violões do Sérgio.
Acho que ele é uma referência sim, e por sua história é uma referência merecida. Mas na minha ignorância, de maneira geral não me parece que os outros luthiers o têm como modelo de construção. 
Rodrigo

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Os outros lutthiers ficou muito vago.....outros todos? os que trabalharam com ele?

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Pelos comentários do Eugênio parece que a escola tradicional (Hauser/Torres) liderada pelo Sérgio domina a luthieria brasileira. 

O que quis dizer é que não me parece ser esse o caso. Vejo vários luthiers trabalhando com outras técnicas e trazendo "modernidades" à suas construções.

O próprio Sérgio, pelo que percebo, segue a tradição (Hauser/Torres) não por questões dogmáticas e sim por questões estéticas (é o som que ele busca).

E respondendo à pergunta estava me referindo aos outros luthiers de maneira geral (todos) e não particularmente aos que trabalharam com ele, que obviamente tem uma maior influência dele.

Sobre os dois especificamente que você perguntou, só lembro que o Rafael tocava um Mário Bezerra, e não me remete muito ao som dos violões do Sérgio Abreu, 

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