Dilson

Seguidores Sérgio Abreu

39 posts in this topic

Me parece que o Dilson está procurando um violao similar ao do Sérgio Abreu mas sem o preço extra.

Acho que duas outras boas opções seriam o Tessarin e o Arone.

 

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Na verdade é mais curiosidade mesmo.

Tessarin e Arone já tem preço extra, Sérgio  Abreu o preço é extra extra...rsss

Sem críticas, afinal cada um coloca o preço no seu produto que acha justo......mas particularmente estou achando os preços, dos luthieres mais renomados, extremamente caros. Esses citados, os preços de entrada começam a partir dos 8 a 9 mil reais....

Edited by Dilson

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Dilson,

Ainda podemos comemorar o fato de termos violão de qualidade no Brasil por valores abaixo de 10.000 reais.

Fora daqui, não se encontra nenhum violão de qualidade parecida ou um pouco inferior ao Sérgio Abreu (na linha tradicional) ou ao Samuel Carvalho (na linha moderna) por menos de 20.000 reais.

Superior a estes já partem para mais de 40.000 reais.

Mas um luthier brasileiro que apesar de não conhecer o trabalho pessoalmente mas de quem sempre ouvi elogios pelos resultados obtidos no violão tradicional é o Sérgio Barbosa.

Acredito que os instrumentos dele estejam com valores abaixo de 7.000 reais e pelo que eu sei, são muito, muito bons.

Edited by Ivan Reis

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Os violões top do Sérgio Abreu e Samuel Carvalho estão bem acima dos 10 mil reais.

A questão de comparar com outros países é complicada...

Fora daqui em quais países? Com qual poder aquisitivo?

Como disse não estou criticando, cada um coloca o preço que acha justo e deixa o mercado responder.

Só acho, que para mim, que estão muito caros, apenas isso.

O Sérgio Barbosa é um excelente construtor, já toquei e seus violões estão abaixo dos 7 mil, isso é fato...

Só uma dúvida, se os violões são tão bons, e os preços com a taxa atual de câmbio estão super competitivos, porque não são vendidos para fora?

Até onde sei, é que a fama lá fora é que os violões brasileiros quando chegam lá, a madeira racha....

Veja bem, estou dizendo da fama, não tenho conhecimento se é realidade sobre a madeira rachar...

Mas algumas coisas nessa conta não batem para mim, mas confesso que isso de precificação já foi exaustivamente discutido aqui nesse fórum e não é essa a minha intenção. 

A proposta desse tópico era outra.

 

Edited by Dilson

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Bem então que se continue com a proposta do tópico.

Somente um parêntesis : eu NUNCA ouvir falar desta história de que violões brasileiros racham quando chegam no exterior.

O que me parece que impede a venda de violões brasileiros PARA o exterior é falta de interesse e/ou estrutura mesmo (dificuldade de envio por exemplo).

Mas como você mesmo citou, está não é à proposta do tópico...

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Essa história de violão brasileiro rachar realmente existe no exterior, e não é casual, é bem freqüente.

Algumas razoes são verdadeiras, outras nem tanto.

Exportar tem a ver com o domínio da língua, sem pelo menos um inglês básico, é difícil vender pra fora.

Dilson, pelo visto você quer comprar de um luthier que é excelente, mas sem o preço da fama.

Eu lembro do Polegário, faz tempo que não tenho notícias, mas ele tinha qualidade.

 

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Quais seriam as razões relatadas das rachaduras Eugênio?

Na verdade estou muito satisfeito com o meu Bouchet, não tenho certeza sobre outro violão, se tivesse com certeza seria de abeto, mas nada decidido ainda.

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A razao é o clima.

O Brasil tem mais humidade e menos inverno que os países compradores do hemisfério norte.

Durante o inverno os aquecedores são ligados e isso deixa o ar ultra hiper seco.

É muito fácil um violão rachar nessas condições. Não é a temperatura, é a umidade.

Alguns luthiers usam câmaras pra controlar a umidade durante a fabricação, o que ajuda muito.

Além disso, jacarandá-da-baía (o favorito dos gringos), racha com mais facilidade que o indiano.

 

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1 hour ago, Eugenio said:

Essa história de violão brasileiro rachar realmente existe no exterior, e não é casual, é bem freqüente....

 

Pois é Eugênio, mas todas os violonistas que conheço e que moram no exterior e tem violão brasileiro, inclusive você, não tiveram problemas com rachaduras.

Por favor, me corrija se eu estiver errado.

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Ivan, eu tive problemas, sim, mas em grande parte por meu próprio desleixo.

O correto é guardar o violão no estojo com umidificador, algo que até hoje eu não faço.

Dois violões meus racharam. O de cedro + indiano ficou inteirinho.

Um que eu sem querer deixei perto do aquecedor sofreu mais.

Nada disso altera o som nem a estrutura, a menos que rache no braço, o que é mais raro.

Mas as histórias correm soltas. Violões do Sul da Espanha também levam fama parecida.

O Sérgio Abreu produz violões com um selo EWR (Extra Weather Resistance) pro exterior.

Ele usa a câmara e escolhe madeiras com corte melhor para o clima mais seco.

A vantagem é que os violões de pinho amadurecem bem mais rápido.

 

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