Dilson

Seguidores Sérgio Abreu

34 posts in this topic

Opa, não sabia que você tinha tido problemas de rachadura.

Valeu a correção.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Violão estrangeiro também racha. Na verdade, qualquer violão exposto a um clima muito seco pode rachar.

Eu conheci um colecionador que guardava todos os instrumentos em armários com temperatura e unidade controlados.

A turma mais cuidadosa guarda o violão com um umidificador na boca do instrumento:

 

Oasis-in-guitar-640-454.jpg?fit=640%2C45

Share this post


Link to post
Share on other sites

Eu tenho um desse, haja vista que Brasília a partir de agosto vira umidade de deserto.

Share this post


Link to post
Share on other sites

 

Já tive um Chagas e um Abreu. O Chagas, de 1999, é um instrumento excelente: volume moderado, afinação e equilíbrio perfeitos, e bastante projeção. O vendi para comprar um Abreu de 2011, tampo envelhecido: por mais que um Abreu seja o sonho de muitos violonistas, eu não gostei e o vendi alguns anos depois - achei a tocabilidade não muito boa para as minhas mãos. 

Atualmente tenho um Samuel Carvalho de cedro, e estou super satisfeito. O que me agrada nesse violão é justamente o que me fez vender o Sérgio: não precisar fazer tanta força na mão esquerda pra tocar. 

Nesses últimos 3 anos, tive a oportunidade de tocar em excelentes violões tradicionais gringos, como Andrea Tacchi, Paul Fischer, Jeffrey Elliot, David Hirschy, Robert Ruck e, embora sejam diferentes entre si, uma característica me chamou a atenção: todos são muito fáceis de tocar. Acho que é uma característica na qual os construtores brasileiros poderiam investir mais; daqui achei Arone, Jorge Raphael e Antônio de Pádua muito confortáveis. Sérgio Barbosa nunca experimentei, e também não achei o Roberto Gomes dos mais fáceis.

Acabei esquecendo de responder à pergunta do tópico: não acho que sejam iguais, mas ao menos esses 2 exemplares - Sérgio e Chagas - tem o mesmo DNA sonoro, o que me agrada muito.

Edited by Romulo Viana

Share this post


Link to post
Share on other sites

Tenho um Abreu de 2008, todos que tocaram nele acharam confortável e eu também. Não sei se o meu veio diferente... 

Ja toquei no Bezerra era duro... e o R. Gomes achei dificílimo de tocar, além de ser grandão.

 

Share this post


Link to post
Share on other sites

Sergio Abreu para o exterior coloca reforço... me lembro bem na minha época ele dizendo que não vendia pra lá sem reforço.

Share this post


Link to post
Share on other sites
On 07/04/2017 at 2:40 PM, Marcosviolao said:

Sergio Abreu para o exterior coloca reforço... me lembro bem na minha época ele dizendo que não vendia pra lá sem reforço.

Reforço? o que seria?

Share this post


Link to post
Share on other sites
On 09/04/2017 at 8:09 AM, Dilson said:

Reforço? o que seria?

 

On 09/04/2017 at 8:09 AM, Dilson said:

Reforço? o que seria?

Dilson,

No texto que ele envia com modelos e valores, ele menciona, nao

me lembro direito.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Eu vi,

pelo jeito é um reforço estrutural em todas as partes do violão. 

Share this post


Link to post
Share on other sites

Marcos,

já tocou num Arone? parece que é a mesma linha, o que diferenciaria um violão do outro?

Share this post


Link to post
Share on other sites

Create an account or sign in to comment

You need to be a member in order to leave a comment

Create an account

Sign up for a new account in our community. It's easy!


Register a new account

Sign in

Already have an account? Sign in here.


Sign In Now