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Nilo Sergio

BGM - Colaborador
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About Nilo Sergio

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  1. Pode ser que eu diga alguma besteira. Você não tenta encarar o peso do braço e seus deslocamentos com o ombro? O centro de gravidade é o cotovelo. Se vc segura tudo no ombro em alguns minutos começa a cansar.
  2. Sem dúvida, Luis, e cada intérprete acaba, por diferentes razões, optando por determinadas combinações que caracterizam em parte o estilo.
  3. Sempre há tópicos com esse tipo de dúvida, o que é bom. É um modo de discutir. Segovia mesmo usava polegar apoiado. Tudo depende do resultado que se quer. É muito normal ver pessoas dizendo que vão tocar desta ou daquela maneira pois algum ou vários gênios do violão fizeram isso. A anatomia das mãos de diferentes pessoas pode produzir nuances diferentes de som. O toque apoiado de um indivíduo não vai produzir necessariamente o som igual ao de outra pessoa que o utilize. Podem ser usados toques com apoio, sem apoio e o chamado semi-apoio, quando a corda é empurrada em direção ao tampo. No caso do polegar, experimente tocar um arpejo básico, p i m a, com acordes simples, digamos: C G7 C F C. Da primeira vez use apoio, da segunda sem apoio e da terceira vez semi-apoio. A postura do polegar pode variar: na mesma linha do i m a ou então i m a mais próximos do cavalete e o polegar mais afastado em direção à boca. Em cada uma das possibilidades o resultado sonoro poderá ser diferente. Em uma peça a coerência é o que vale. Se o timbre do polegar fica muito diferente do timbre dos demais dedos, alguns estilos poderão soar artificiais. A música do classicismo, por exemplo, pode exigir predominânica da linha melódica aguda. O toque sem apoio, nesse caso, parece ser o mais indicado, pois tira um pouco da ressonância grave e ajuda a prevalecer o agudo. No flamenco o toque além de apoiado produz certa percussão, própria do estilo por influência árabe. No caso do Villa o toque apoiado pode ser considerado, embora não seja usado pela maioria dos intérpretes. É um compositor brasileiro que aprendeu muito com o choro. Perceba também que o estilo básico do intérprete acaba influenciando a sonoridade mesmo quando o músico passeia por outros estilos. Desse modo alguém que aprende primordialmente o flamenco traz essa marca. O mesmo acontece com o choro ou erudito.
  4. Gran Prix O programa: 1 - Concerto nº 1 para violão e orquestra (Radamés Gnatalli) 2 - Velha Modinha (Lorenzo Fernandez) 3 - Ponteado (Guerra Peixe) 4 - Choro nº 1 (Villa-Lobos) 5 - Ponteio (Heckel Tavares) 6 - La Catedral (Barrios)
  5. O Dilermando preferia aço. Gravou apenas um disco com cordas de nylon.
  6. O Paulinho no final andou tocando em nylon mesmo. A última apresentação dele no Clube do Choro, se não me engano, foi em um violão completamente encordoado com nylon. Não lembroagora se o CD com composições do Chico Buarque foi gravado assim. Também citando o Ronoel, o Garoto chegou a tocar com cordas de aço, procedimento que abandonou por preferir o nylon.
  7. Conversei uma vez com o Ronoel sobre isso e ele disse que o Tarrega não usava unhas. As unhas dele eram fracas e quebravam com facilidade. O compositor não tocava para grandes platéias e preferia recitais mais intimistas. Talvez por isso as unhas não tenham sido imprescindíveis para ele. Temos coleções de exercícios e prelúdios, composições interessantes do ponto de vista técnico. Segundo o Ronoel a dita escola era isso mesmo: banquinho, violão sobre a perna esquerda e dedos perpendiculares em relação às cordas, sem uso de unhas. Ao longo da primeira metade do século XX escola de Tarrega tornou-se sinônimo de aprendizado de música erudita com arpejos, trêmulo, ligados, toque apoiado e digitação ao longo da corda como o Zanon já ressaltou.
  8. Imagina! Vamos ajudando uns aos outros sempre! Agradeço pelo privilégio do contato!
  9. Eu tive essa experiência! É, de fato, muito proveitoso!
  10. Uma pena! Não temos mais periódicos dedicados ao violão!
  11. http://www.delvecchi...asp?nome=Violão Tenor Dinâmico Não é isso? Quanto ao violão nylon 7 cordas pensei que o Raphael tivesse sido o primeiro. Bom saber! Se bem que o Yepes usava o violão 10 cordas nylon. Logo, sete não seria algo fora de propósito. Os russos usam com 7 cordas e o Napoleón Coste já usava 7 cordas no século retrasado.
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