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Saul Gil

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  1. Marcos, Minha experiência pessoal no assunto, que considerei bem sucedida, foi enviar o violão (Mod. Tarrega) diretamente à Assistência Técnica da Di Giorgio, na rua Voluntários da Pátria, 2607 - Santana - CEP: 02401-100 São Paulo - SP / Fone: +55 (11) 2592-1169, tendo antes discutido as possibilidades por e-mail (atecnica[ARROBA]digiorgio.com.br) com a Rita, que se mostrou muito atenciosa.
  2. Eduardo, Parabéns pelo "jubileu de prata" alcançado. Não muitos "poetas de madeira" conseguem atingir um marco desses, ainda mais de forma ininterrupta e, principalmente, aí no nosso R. G. do Sul, onde a nobre arte da lutheria sempre foi praticada de forma um tanto rarefeita, isso desde os tempos do pioneiro Alberto Salmeron. Grande abraço.
  3. Uma participação mais assídua do Felipe tem feito falta ao Fórum, ele que em seus comentários chegava a inserir pensamentos do filósofo Immanuel Kant para dar embasamento a análises relativas ao mundo do violão. Além de muito prestativo nas respostas às informações a ele solicitadas, como luthier que é o Felipe faz parte da ilustre confraria dos "poetas da madeira", esperando-se que a desmontagem da oficina constitua apenas um recesso temporário na atividade e não o encerramento dela.
  4. Interessante essa compatibilização acrescendo duas cordas graves num violão tradicional, Eduardo. Significa, então, que essa estrutura de tampo harmônico, ou assemelhada, permitiria em tese construir um 7 cordas barítono, com o comprimento de corda em 650 mm, em que a primeira corda, ao invés de um E fosse um B, possibilitando, p. ex., uma afinação F# B E A D F# B? Ainda uma dúvida, a espessura dessa corda F# não a deixa um tanto rígida, num comprimento de escala de 650 mm, exigindo esforço particularmente expressivo do dedo para premí-la? Pergunto isso porque a sétima corda, num 7 cordas nor
  5. Eduardo, Daria para ilustrar o tópico com alguns dados construtivos sobre o violão de 8 do Maurício Marques abaixo, tipo comprimento de corda e afinação?
  6. Neste outro vídeo, abaixo, o Bonfá explora efeitos percussivos e até solta a voz... (Luis Bonfá - Batucada & Manhã de Carnaval) Nas postagens ao pé do vídeo, de autoria de um certo as7cordas, há uma boa resenha sobre a trajetória do Bonfá, enquanto em outro post há uma apreciação que resume tudo: "And on the 7th day.......God created Bonfa!"
  7. Obrigado Eugenio. Depois de liberado da chatice de satisfazer à voracidade burocrática e tributária do Leão da Receita Federal, tenho estado mais assíduo. Como me autoenquadro na categoria "troglodita" do meio violonístico, só posso tentar contribuir com menor risco de dizer besteira nas questões gerais. Isso não me impede de considerar-me um grande devedor da comunidade do fórum, que vem me propiciando muitas alegrias e também me permitindo assimilar muito conhecimento a respeito desse mundo mágico do violão, o que vem acontecendo mais ou menos desde 2004, quanto retomei a atenção ao instrume
  8. Como seria a classificação eu não sei mas, em conexão com o mencionado, sempre consitituiu um certo mistério para mim a popularidade do violão tenor como instrumento, dando a impressão de que apenas o Garoto e o Zé Menezes conseguiram mantê-lo em destaque por algum tempo, como uma espécie de sucedâneo do banjo.
  9. Diferentemente do Laurindo de Almeida, que foi para os EUA praticamente no vácuo do fechamento (1946) dos cassinos nacionais, o Bonfá teve uma carreira destacada como violonista e compositor aqui no Brasil antes de seguir o mesmo rumo, dado que ele só foi de vez para os States na segunda metade dos anos 60. Tendo feito parte dos Quitandinha Serenaders ele já tinha um nome artístico aqui, que seguiu implementando até atingir o marco decisivo que foi compor as músicas para a peça Orfeu da Conceição (Manhã de Carnaval, etc.) Entretanto, um aspecto que talvez hoje surpreenda é que nos anos 50 g
  10. Bem lembrada pelo Eugenio essa utilização que o Luiz Bonfá fazia com muita competência do som de arraste. Dentre várias, há uma outra música dele muito típica nesse aspecto que é Boulevard, que pode ser assistida no vídeo a seguir, passando o "clima" de um ruído de carruagem se deslocando pelo boulevard. http://www.youtube.com/watch?v=G_9EQEpRgLE&feature=related
  11. Ainda uma vez, antes de o presente tópico ser levado definitivamente à “prateleira”, algumas informações complementares obtidas no material disponível na internet, com comentários suscitados pelas mesmas. Em relação aos aspectos dimensionais, nas postagens sob o vídeo de Entree in G-maior, o Per-Olov Kindgren informa que a largura do braço na pestana é 61 mm (bastante usual num 7), enquanto que o comprimento de corda é 705 mm. Já quando se observa o instrumento sendo tocado, chama a atenção que a composição / dimensões de partes adotadas pelo luthier, levou a uma situação na qual a tangência
  12. A Gayubira é a mesma nossa Guajuvira (Patagonula americana L. - família Boraginaceae), uma madeira flexível, de cerne quase negro, dura e pesada, com densidade de 750 a 900 kg/m3. No Brasil é encontrada do Mato Grosso ao R. G. do Sul, além de Argentina, Bolívia, Paraguai e Uruguai. Tem aplicação ampla em marcenaria, sendo muito apreciada para a confecção de cabos de ferramentas e também para construção civil, dado que moirões de cerne de gaujuvira são praticamente imputrescíveis. (Fonte: Mata Atlântica - As Árvores e a Paisagem, de Paulo Brackes e Bruno Irgang - Editora Paisagem do Sul)
  13. Meu Tarrega é de 1973 e foi por mim comprado diretamente na então fábrica da Di Giorgio, na Voluntários da Patria SP, onde atualmente funciona a Assistência Técnica. Fiz a compra durante uma escala prolongada de vôo, vindo do Rio para Sul. Tomei um taxi em Congonhas e deixei-o aguandando enquanto eu negociava a aquisição. Foi-me mostrada uma série de modelos que fui testando e rucusando. Quando já estava para desistir, perguntando sempre se não havia nada melhor disponível, o Tarrega enfim surgiu "misteriosamente" no cenário e o negócio foi fechado. A única coisa que me desagradou foi que o
  14. Em geral utilizo cordas Augustine Nylon Regals Blue, que costumam ser trocadas quando já estão no "bagaço". Quanto ao ruído de arraste, procuro atenuá-lo sem fazer de sua supressão um objetivo. Como, durante a quase totalidade do tempo sou meu único ouvinte e toco com intensidade relativamente baixa, se eu não atenuar o ruído ele passa a exercer uma competição significativa com o som e o "ouvinte se sente prejudicado", rsrs...
  15. Foi percepção como essa do Mario que que me fascinou em relação ao 7 cordas barítono do John Rogerson, tocado pelo Per-Olov Kindgren, levando à crônica síndrome dos apreciadores de violão, que é a renovação da vontade de ter um instrumento igual. Na internet há vários outros vídeos do Kindgren tocando com esse violão específico valendo a pena, entre outros, assistir ao abaixo: (Winter from "The Four Seasons" Per-Olov Kindgren)Em relação a uma eventual opção via cordas, levando a um barítono de escala mais curta, como comentado pelo Eduardo, eu ainda não tive a oportunidade de experimenta
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