Jump to content

Salek

Members
  • Content Count

    24
  • Joined

  • Last visited

Community Reputation

0 Neutral

About Salek

  • Rank
    New Member
  • Birthday 02/02/1983

Profile Information

  • Gender
    Male
  • Location
    Rio de Janeiro
  1. Pessoal, o violão chegou. Já adianto que é lindo demais. Na verdade o acabamento do verniz acabou sendo trocado para brilhante. Lindíssimo. Estou encantado com o instrumento. O som é muito bom. Já vi, entretanto, que passarei por um forte processo de adaptação. Saindo de um Eagle de 200 reais para um Emanuel Carvalho, era de se esperar. Mas estou tendo dificuldade com a técnica. Os erros estão aparecendo com clareza, o que é bom. E estou com dificuldade de manter a Mi prima na escala em determinados momentos. Poucos, confesso, porém suficientemente irritantes. Agora é hora de aproveitar o
  2. Bom dia companheiros. Outro dia estava vendo o programa Conexões Urbanas e me deparei com um interessante episódio no qual o apresentador vai visitar esta ONG chamada OELA. Pelo que pude perceber, eles realizam um trabalho grandioso, desenvolvido em uma comunidade com grande índice de violência. Eles ensinam a arte da lutheria para moradores, com aparente foco em educação ambiental. Além disso, é interessante ver que produzem instrumentos utilizando apenas madeiras amazônicas de corte com certificação FSC Brasil. Segundo o site deles (www.oela.org.br): "A OELA é uma associação civil de direi
  3. Bom galera, depois desse tempo todo de espera e de ler e reler esse tópico mil setecentas e noventa e quatro vezes e meia, comprei meu violão de 7 cordas. Fiquei com o Emanuel Carvalho 7S6, que é o modelo Top da linha dele, com tampo de Cedro e fundo e laterais em Jacarandá, com acabamento fosco. O violão ainda está em processo de construção e a minha ansiedade caminha para o insuportável! Hahahahahahahaha! Afinal, este é meu primeiro violão de luthier! Assim que ele chegar, posto fotos e comentários. Obrigado a todos pelos conselhos e dicas! Forte abraço!
  4. Ou então da série: "Acredite. É a mesma música"
  5. Fora a discussão atual, não sei se estão familiarizados, mas o luthier Paulo Marcos disponibilizou dois videos do mesmo músico tocando a mesma peça, um com um violão de cedro e um com um violão de pinho, sendo que o modelo do violão é o mesmo, mudando apenas a madeira do tampo. Quem quiser ouvir as diferenças, os vídeos estão aqui: Violão de Cedro: Violão de Pinho: Dica: Um fone cai bem para ouvir, pois o nível de ruído está relativamente alto.
  6. Salek

    Violão

    Muita gente aqui deve conhecer, mas é raro uma música falando sobre um instrumento, especificamente o nosso. Então aí vai pra quem não conhece: Violão (Suely Costa / Paulo Cesar Pinheiro) Um dia eu vi numa estrada um arvoredo caído não era um tronco qualquer era madeira de pinho e um artesão esculpia o corpo de uma mulher Depois eu vi pela noite o artesão nos caminhos colhendo raios de lua fazia cordas de prata que se esticadas vibravam o corpo da mulher nua E o artesão finalmente nesta mulher de madeira botou o seu coração e lhe apertou contra o peito e deu-lhe um nome boni
  7. Sou do Rio. Mas vou ver se consigo comparecer! Seria bastante interessante.
  8. Bom, galera. Vocês têm sido nota máxima. Então acho que está decidido. Vou juntando dinheiro para comprar um violão de bom nível, que me proporcione bons, proveitosos momentos de estudo e de performance. Andei pensando e acho que um violão de um nível mais alto, mesmo que não seja o "definitivo", proporciona uma agilidade maior ao violonista para apurar tudo que necessita para, no futuro, partir para um definitivo. De repente em um Di Giorgio eu não conseguiria refinar todos os meus sentidos para escolher um definitivo no futuro. Lembrem que minha experiência com violões de luthier é quase nul
  9. Bisdré, acabei de ver no site da Di Giorgio, e ele afirma que o 6 cordas tem pestana de 51,5 mm, enquanto o de 7 cordas tem pestana de 56,5 mm. Acho que sendo assim, não deve ser uma preocupação a largura do braço. O problema maior vai ser a qualidade do instrumento mesmo, além da pegada e da compatibilidade. Um abraço.
  10. Opa! Um colega de EPM! Muito obrigado pela resposta! Pretendo voltar para a EPM assim que possível. Eu fiquei um ano lá, e enquanto estava mais tranquilo fui levando. Daí, quando peguei a turma do Paulo Aragão, o bicho pegou. Percebi que teria que estudar sério (que era justamente o que eu queria) num momento em que eu não podia porque estava atolado com o mestrado. Então tranquei. Assim que for possível voltarei para a EPM, sem sombra de dúvidas. Sobre o fórum, eu já acompanhava como "ouvinte" mas nunca tinha participado. Dá pra ver que a galera aqui é 10 e estão me ajudando muito. Mas me
  11. Rogério chegou a me dar uma única aula de violão na Escola Portátil, substituindo o professor titular que estava viajando. Na época eu não fazia idéia de quem era aquela figura, mas quando ele pegou o violão e começou a tocar, tomei um susto. Foi até uma situação engraçada. Ele tava falando na aula que o violonista de 7 cordas tem que encontrar um meio termo entre fazer muita ou pouca baixaria. Daí foi mostrar um exemplo, começou a tocar uma linha de baixo espetacular. No final, ele fala: "Esse foi um exemplo de pouca baixaria". A turma inteira riu e ficou no ar um sentimento de suicídio cole
  12. Rapaz, vou te dizer que a minha vida na música é uma doideira mesmo. Comecei tocando violão popular autodidata, mas voltado para um popular mais contemporâneo, tipo Djavan, Caetano, com uma bossa nova aqui e ali. Nessa época ganhei uma guitarra e achei horrível. Encostei ela. Até que um dia ganhei um CD do Eric Clapton e decidi que queria tocar aquilo. Reativei a guitarra e passei a tocar blues/rock. Desde então toquei pop rock, punk rock, metal, etc etc etc, e quando esgotei toda a minha curiosidade de fazer shows, gravar CD, entre outros, resolvi voltar definitivamente para o violão. Foi qua
  13. Humberto, acredito que a minha tendência seja essa. Eu até comprei uma dedeira para experimentar no violão de 6 mesmo e não me adaptei. Pode ser que eu sinta necessidade quando pegar o de 7. Eu nunca toquei esse instrumento, então tudo pode acontecer. Na escola de choro que eu frequentava, via gente tocando com e sem dedeira. Os professores de uma forma geral não usavam dedeira, como Maurício Carrilho, Paulo Aragão, Anna Paes, Luiz Flávio Alcofra, Lucas Porto, etc. Não me lembro de nenhum desses com dedeiras. Mas muitos alunos usavam, principalmente aqueles que já estavam inseridos no mundo do
  14. Eu vi esse vídeo e já até mandei um email para o Polegário. Ele ainda não me respondeu. Estou no aguardo. Uma pena que não pude participar do sorteio! Estou atrasado apenas 2 anos... Hahahahahaha! Polegário e Lucenir são aqui do Rio de Janeiro, e isso eu considero uma vantagem pra mim deles sobre o Emanuel, até porque 135 (100 frete + 35 embalagem) reais para enviar é na maioria das vezes uma merreca, mas quando se pensa em comprar um violão de baixo custo, pode fazer alguma diferença. Entretanto, certamente os 7 cordas do Emanuel estão firmes e fortes na briga. Chato vai ser depois dessa dúvi
×
×
  • Create New...