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guto

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  1. Vou cortar o salário do Eugenio pela metade, por deixar esse tipo de problema acontecer! Não podia perder a oportunidade de usar a velha piada do salário, hehehehe.
  2. E lá vai mais uma atualização. O Garrido constrói mais rápido do que eu posto! ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ Espelho da mão O próximo passo na preparação do braço é a colagem do espelho da mão, vou demonstar o processo de confecção desta peça antes de continuarmos com o braço. 1- Usando um pedaço da sobra do fundo em Jacarandá Indiano. 2- Emendando as partes. 3- Emendado. 4- Retalho de Ébano para embutir o "G" em madrepérola 5- Ajustando o pedaço de Ébano. 6- Embutindo o "G". 7- Embutido. 8- Pedaço de Ébano com "G" embutido colado no espelho em Jacarandá Indiano. 9- Desenhando a mão. 10- Recortando na serra de fita. 11- Recortado.
  3. Rocha, lindo instrumento! Parabéns pra você e pro Tessarin pela criança.
  4. Eugenio, todos nós aqui já sabemos que você é uma criatura virtual, fruto do imaginário popular do fórum, não tem corpo físico, então não vai poder visitar o Marcos! Consegui ver o video hoje e está ficando realmente bacana. Acho que o principal é resolver a variação no ritmo que o resto vai que vai... Parabéns! O Mário realmente manda muito bem tanto cantando quanto tocando. Além desse video tem vários outros que ele mesmo publicou aqui no fórum. Aquela versão de 'Mambembe' que ele gravou com o amigo tocando ficou boa demais também. Já tem um tempo que não posta uma gravação, tá em falta com a gente.
  5. O Bianco toca muito! Estou sem ir num recital há algum tempo, preciso largar de ser preguiçoso. Assistir gente boa tocando dá um incentivo muito bom pra gente estudar. Sabe se ele toca em São Paulo também, Fabiano?
  6. Só hoje consegui ver. Esses dois são bons demais mesmo, gostei.
  7. Opa, beleza!, É que não tem dado tempo de acompanhar os dois fóruns.
  8. Pô Marcos, que informação legal! Não sei se ainda está rolando, mas tinha um tópico bem extenso no violao.org sobre distonia. Se essa informação é "quente", acho que compartilhar por lá ajudaria muita gente também. Abraço!
  9. Nessa faixa de preço, que eu já saiba e já tenha tocado, só a linha TS do Emanuel Carvalho. A linha mais barata do Pole não sei quanto está, mas esses eu não cheguei a tocar, só toquei nos mais caros e como já faz um tempo, imagino que tenha evoluído bem e a experiência não seja mais muito parâmetro. Não era o Mário que estava com um desses?
  10. Olha, se o Bruno quer se fazer ouvir quando estiver sem captação e com a bufunfa que tinha pra gastar, acho que fez uma boa escolha. Esse violão fala alto, com muita clareza e foco. Bruno, parabéns e aproveite seu novo instrumento. Espero que fique muito satisfeito! Eu tenho um parecido e gosto bastante dele. Agora, apesar de que "endeusar" o instrumento atrapalha a diversão, não deixe de tomar cuidado com o instrumento, principalmente com os bêbados, porque reparar um tampo desses não deve ser tarefa das mais simples. Abraço!
  11. Bom dia moçada, mais uma atualização da nossa construção. Continuamos no braço. E vamo que vamo! ----------------------------------------------------------------------------------------- Preparando o braço 1- Ângulo da mão colado. 2- Alinhando a superfície com lixadeira. 3- Preparando para receber o espelho da mão. 4- Riscando as medidas e o desenho da mão. 5- Desenho riscado. 6- Medidas riscadas. 7- Recortando na serra de fita. 8- Recortando o desenho da mão na serra de fita. 9- Recortado. Valeu Garrido!
  12. "Mais uma pra detonarrrrr..." Bora pro braço! -------------------------------------------------------------------------------------- Recortando o ângulo da mão 1- Cedro para confecção do braço e escala de Ébano. 2- Encontrando e traçando as medidas. 3- Riscando o ângulo com a suta. 4- Cortando em ângulo na serra de fita. 5- Corte finalizado. 6- Nivelando as extremidades do corte na pedra retificada e com lixa. 7- Passando cola. 8- Fixando com grampos. Como sempre, agradeço ao nosso amigo Garrido pelo trabalho e paciência!
  13. Escala menor se chega à mesma afinação com tensão menor mesmo.
  14. Uma coisa que o meu professor fala bastante em mudanças mais complicadas, principalmente em saltos, é de estipular um "dedo guia" na mudança, aquele que vai primeiro e serve de ponto de apoio e referência pra montagem do resto da posição. Não sei o quanto isso é adotado por aí, mas se for algo meio que "padrão" na escola clássica, pode ser também um fator a se levar em consideração.
  15. Mais um Update, dessa vez mais curtinho. Pra combinar com a semana... --------------------------------------------------------------------------------------------------------- Acabamento do leque 1- Arredondando as varetas. 2- Acabamento com lixa fina. 3- Tampo com leque finalizado.
  16. Acho que se mede da onde a corda sai da pestana até o rastilho, Mário. Alguém confirme, por favor. Eu já tive violão de 662mm de escala e agora ambos são de 650mm. Dá uma diferença facilmente perceptível, mas pessoalmente não acho que fosse muito mais difícil tocar no de 662, à parte posições com aberturas muito extremas, onde aquele mm a mais pode fazer a diferença entre você alcançar a casa que precisa ou não. O que em parte era até compensado em posições mais apertadas, onde havia um tico a mais de espaço no de escala maior. Isso dito, com todos os fatores mantidos iguais (porque o que percebi que dá mais diferença mesmo é formato de braço e espaçamento de cordas), fico com o padrão de 650 mesmo. Edit: Demorei pra postar o Ivan respondeu antes.
  17. Se estiver usando algo que facilite o "deslizamento" do braço pela quina do violão, fica mais fácil não tensionar. Pelo menos pra mim. Aquela luvinha matepis, uma camisa de manga comprida ou mesmo uma meia cortada me facilitam bastante. Quando está o braço direto no verniz ele gruda e parece que não vai.
  18. Sempre bom ver o pessoal conseguindo construir seu primeiro instrumento. E melhor ainda se o fórum ajudou. Que venham os próximos!
  19. Talvez o fator primordial seja saber "que som" você quer que aquela parte tenha. E daí tentar reproduzir esse som. Eu não acho fácil isso não...
  20. Falando em Yamashita, o "Quadros Em Uma Exposição" seria um bom estudo de timbre. pra iniciantes, claro!!! Se fosse o método do Roberson Migué o estudo estaria no material do segundo ano de violão.
  21. Legal, muito bom ter a confirmação sobre o fenômeno.
  22. Quando estive no Huh pra pegar o meu Antonio de Pádua toquei em alguns TS e fiquei papeando com um outro rapaz que estava lá testando, enquanto ele tocava. Nesse preço eu nunca toquei em nada que fosse próximo em termos de sonoridade, honestamente. Como disse o Mário, não é o melhor violão do mundo, mas é um instrumento muito completo pelo que custa, ao menos na minha impressão. E a evolução dos instrumentos, comparados com dois que eu havia experimentado há um certo tempo em um dos nossos encontros, parecia bem grande. Principalmente no de Pinho, que parecia muito mais redondo e cantante do que me lembrava. Claro que muda o ambiente, acústica e tal, mas fiquei muito bem impressionado. Aliás, o meu professor, que estava junto pra me ouvir, também ficou muito bem impressionado. E eu pessoalmente me dou bem com o estilo de braço deles. Seria bem interessante colocar um violão desses num "teste cego" junto de outros violões mais caros pra ver no que dava.
  23. Opa, fotos prontinhas, segue o Update do nosso violão. Valeu Garrido! --------------------------------------------------------------------------------------------------------- Colando o leque 1- Varetas de Red Cedar. 2- Tampo com travessas, reforço da boca e chapinha. 3- Tampo e varetas do leque. 4- Cortando as varetas do leque nas medidas. 5- Posicionando o leque. 6- Recortando as varetas para encaixar na chapinha. 7- Passando cola. 8- Posicionando. 9- Pressionando para finalizar a colagem. 10- Tampo com leque colado. --------------------------------------------------------- É isso aí! Está tomando forma.
  24. Eu ia postar antes sobre isso porque é um assunto que já me intrigou há um tempo, até já conversei sobre isso com meu professor. Mas como ando bem sem tempo, deixei pra depois e me esqueci... Então, existem materiais que possuem coeficiente de dilatação térmica negativo. Estes encolhem com o aumento da temperatura, ao contrário da grande maioria, que dilata. Um exemplo bem comum é o da borracha. Ela encolhe ao invés de esticar quando é aquecida. A água também possui um intervalo em que tem coeficiente de dilatação volumétrica negativo (se não me engano entre 0 e 4ºC) e acima de 4ºC passa a ser positivo. Ou seja, anomalias existem por aí... e nem são tão incomuns. Eu observo "empiricamente" que a afinação sobe quando a temperatura aumenta no meu violão também, caso não haja algum outro tipo de alteração (tipo um aumento do comprimento do braço) a explicação deveria ser de que o material da corda tem coeficiente de dilatação térmica linear negativo.
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