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guto

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Everything posted by guto

  1. Bonito instrumento mesmo, parabéns pelo capricho.
  2. Caraca, três de Cedar é bastante mesmo. Bota um "loirinho" aí no meio desses ruivos todos! Logo-logo tem novo post recheado de fotos, estou fazendo upload das imagens. E de uma das partes mais importantes, imagino.
  3. Eu já comecei "Recuerdos de la Alhambra" duas vezes. Larguei em ambas. Sei lá, eu achei que não ia sair como eu achava que deveria soar, aí larguei mão. Agora, definir um "quando" específico pra todo mundo deve ser meio complicado. Acho que o violonista tem que sentir quando aquilo está funcionando ou vai funcionar (no caso de ser algo de alta dificuldade técnica, em que se demora mais mesmo pra conseguir um resultado musical) ou não.
  4. Olá moçada. Atrasado, já que o Garrido me mandou as fotos semana passada (peço desculpas ao pessoal e principalmente ao próprio Garrido, ando enrolado no trampo), mas segue mais uma postagem da construção. Chegamos nas travessas do tampo e reforços da boca. Abraço! ----------------------------------------------------------------------------------- Travessas do tampo e reforço da boca 1- Travessas de cedro que serão coladas no tampo. 2- Acertando as medidas. 3- Varetas de Red cedar para reforçar a boca. 4- Passando cola. 5- Posicionando as peças. 6- Pressionado com varetas para finalizar a colagem.
  5. Esse disco Lendas Brasileiras é inteiro muito bom. Recomendado mesmo!
  6. É, o pessoal tá quieto. Tudo minerinnnnn...
  7. guto

    Violão Fretless

    Pô Markinhos, que relato legal. Seja muito bem vindo. Se conseguisse postar um video pra gente ver e ouvir ao mesmo tempo seria genial! Abraço e sinta-se em casa.
  8. guto

    Limpeza da escala.

    Uma coisa não tem nada a ver com a outra e nem impede a continuidade da discussão sobre o assunto central. O meu primeiro post foi uma simples observação sobre o emprego correto do termo. Seguido inclusive da resposta sobre o assunto central. O segundo foi uma simples resposta ao seu post seguinte tentando desqualificar, com conhecimento errado, o que eu havia lhe dito. Ou seja, primeiro você fala que está errado, depois que eu explico a história muda pro famoso "não quero saber". Não fosse a resposta "belicosa", não haveria nenhuma necessidade de se continuar com o assunto. Se voltar a ler as mensagens, vai ver que não tem nenhum tipo de desrespeito em nenhuma delas.
  9. Nova postagem do nosso projeto. Chegamos à montagem da parte interna do tampo. Enjoy! ------------------------------------------------------ Estrutura interna do tempo (leque) - "Chapinha" Agora chegou a hora de começar colar a estrutura interna do tampo, começarei pela "chapinha". A "chapinha" é um pedaço de madeira feita normalmente com a mesma espécie usada no tampo, colada na parte interna abaixo do cavalete. 1- Usando a sobra do tampo para fazer a "chapinha". 2- Chapinha pronta. 3- Marcando a posição para colar. 4- Passando cola. 5- Posicionando. 6- Pressionando com as varetas para finalizar a colagem.
  10. Opa, valeu Eugenio! Eu não conhecia a música do Gil e fiquei achando sem pé nem cabeça demais o início. A parte da Feira é só um pedaço então... Mas a versão do Marcel ficou parecendo "Fim da Feira de Mangaio"... maior zona, todo mundo gritando, querendo vender tudo o mais rápido possível pra ir embora, hehehehe... O Zé Paulo Becker manda ver mesmo.
  11. guto

    Limpeza da escala.

    Orlando, você deu voltas e voltas, mas não chegou em lugar nenhum. Hidro é um radical que vem do grego e significa água: http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_prefixos_e_radicais_gregos_e_latinos Enquanto umedecer vem do latin umidus, que também significa água/aquoso. Ou seja, hidratar ou umedecer dá rigorosamente no mesmo. Enfim, a não ser que a química tenha mudado nos últimos anos, creio que a minha observação, se ridícula ou não, está correta. E explico: Óleo é hidrofóbico por um motivo, é uma molécula apolar, enquanto a água é polar. Na química, semelhante dilui semelhante. Dessa forma você nunca vai conseguir umedecer nada usando óleo. Pra conseguir juntar água e óleo você precisa de um emulsificante. Já leu em rótulos de alimentos um ingrediente chamado Lecitina de Soja? Então, é um emulsificante. Assim como a gema de ovo na maionese. E no caso específico de óleos, ter umidade presente é horrível, pois aumenta a velocidade da rancidez oxidativa (causada por O2, luz, umidade e calor). Tivesse um óleo umidade presente em qualquer razão relevante, ele estragaria em pouco tempo. Por isso mesmo a lecitina é retirada do óleo de soja durante seu refino. A umidade da madeira vai depender da umidade do ambiente, o óleo não vai umedecer a madeira nem fazer com que ela retenha umidade por mais tempo. Pelo contrário, uma molécula polar na presença de outras moléculas apolares evapora mais rápido (pela própria força de repulsão entre elas) do que se estivesse entre seus pares ou isolada. Como você mesmo disse no último post, o que o óleo vai fazer é dar um leve brilho e/ou limpar algum resíduo de gordura que tenha ficado na escala.
  12. guto

    Limpeza da escala.

    Lavar as mão antes também ajuda, mas tem gente que sua muito nas mãos ou que toca muito. Aí acumula mais mesmo. Eu quando estudava direito percebia um acúmulo de sujeira um pouco maior. Mesmo eu também passando flanela depois de tocar.
  13. guto

    Limpeza da escala.

    Uma coisa que é meio que catar pelo em ovo, e espero que não se ofenda, é que óleo não hidrata madeira. Hidratar, como palavra, vem de água. Eu sei que todo mundo entende o que se quer dizer, mas vai que alguém resolve usar o creme da mulher ou da mãe pra hidratar a coitada, né? Hehehehe... Vende-se no mercado de produtos para "manutenção" esse óleo de limão para a escala. Nunca usei. Eu uso, mas não recomendo, uma gota de óleo de peroba (daqueles da propaganda política mesmo). Não pretendo "hidratar" nada com isso, só tirar aquele esbranquiçado que fica depois da limpeza. Praticamente um retoque estético depois da limpeza.
  14. Sivuca e Clã Brasil: Porque o fórum não me deixa colocar mais de dois videos no mesmo post.
  15. Marcel Powell: Zé paulo Becker: Parece nem a mesma música, demorei pra entender o que estava acontecendo na versão do Marcel. Eu que sou muito tapado ou não sobrou muito da música ali? Se sou eu o tapado mesmo podem falar!
  16. A Oasis que você usou era a de carbono, Eugenio? Eu já li em fóruns americanos o pessoal falando bem desta, ia comprar, mas estava em falta. Tirei do pedido.
  17. Como padrão também uso Augustine, mas as Imperial. Só que gosto de trocar de vez em quando pra ver o que dá. Obrigado Marcos Souza pela sugestão, mas já ouvi algumas vezes que essas cordas são bem brilhantes (além de caras pacas, hehehe) então não acho que ficaria ideal nesse violão que já tende a ser mais brilhante. Essa vai ficar na reserva. Já fiz meu pedido, vou experimentar as Luthier dessa vez. Comprei dois modelos diferentes pra ver no que dá, junto com alguns pacotes das tradicionais Augustine Imperial Blue e alguns baixos Blue sobressalentes. Quem tiver experiência com outras dessas "exóticas", manda bala aí!
  18. O braço do meu Emanuel Carvalho é um pouco mais grosso e largo do que o do Antonio de Pádua. O formato do perfil é diferente também, mas eu acho na verdade o do Emanuel mais confortável e fácil de tocar. Não é da mesma série, porém. Mas mesmo os da série TS que eu já peguei pra experimentar eram também bem confortáveis, não era um violão "de moça", mas também não era nada fora do padrão que outros luthiers usam. Engraçado mesmo...
  19. Não sei se o pessoal tem visitado o www.stringsbymail.com, mas eles estão com uma infinidade de cordas novas em estoque: http://www.stringsbymail.com/store/classical-guitar-strings-1/ Quem já usou alguma dessas mais "desconhecidas" que achou que vale a pena testar? Estou pra comprar cordas e poderia aproveitar pra experimentar alguma corda nova. É pro violão de pinho tradicional. Abraços!
  20. Eugenio, já ouviu o Heinrich Schiff tocando as suítes pra Cello? É meu favorito tocando essas peças, acho demais.
  21. Ops! Desculpe, eu como moderador sou um excelente violonista! Acho que está arrumado, se ficou ainda algum erro é só gritar. E obrigado pela explicação!
  22. Acho que o principal fator pra montar repertório é a intimidade que você tem com ele. Querer tocar algo que está muito fora daquilo que você conhece acaba gerando aquelas "pérolas" que a gente vê por aqui de vez em quando. Quando o cara toca aquilo que conhece bem, é difícil ficar ruim. Independente se vai amarrar pelo lado histórico, por um tema comum ou pelo "mood" de cada peça, tem que estar À vontade com o que está tocando.
  23. Esse negócio da maturidade é uma coisa engraçada. Como já estou acompanhando o fórum aqui e o violao.org há um bom tempo tempo, consegui acompanhar gente bem nova que está "despontando" ou despontou por essas épocas. Você vê nas primeiras apresentações (quase sempre por video, mas vi alguns deles tocando ao vivo) ou gravações que o pessoal posta, que muitas vezes está tudo lá direitinho, o cara tem dedo, tem ritmo, tem boas idéias e por aí vai. A música soa bem, funciona. Aí com o tempo alguma coisa muda. E é pra melhor. Não há uma grande diferença técnica, mas de repente a música parece que respira, fala, canta, suspira... ou seja, está viva. E a coisa melhora muito em muito pouco tempo. Parece que se deu um estalo e o cara que tocava "direitinho" passou a ter uma compreensão e uma intimidade (principalmente) muito maior com o que toca. Independente se é improvisando ou tocando estritamente o que está na partitura. Claro que a maturidade nunca é plena, mas se eu tivesse que definir um ponto onde a maturidade é alcançada, esse aumento da intimidade com o repertório seria sem dúvida a minha escolha de "quando" um violonista amadurece. Agora, isso acontece em tempos diferentes pra cada um e muitas vezes não acontece nunca. Além de tudo é algo altamente subjetivo, só pra complicar um pouco mais.
  24. Novo post da nossa saga e novas fotos. Chegou a hora de "Abrir a boca", hehehehe... Piada ruim. Segue a descrição do Garrido. Valeu, rapaz! ----------------------------------------------------------------------------------- Lixando a parte interna do tampo e abrindo a boca. 1- Depois de devidamente recortado no formato e já com a roseta embutida, chegou a hora de dar uma "caprichada" na parte interna do tampo. Para deixar a parte interna do tampo bem acabada e lisa usarei lixas na respectiva ordem de grãos: 80, 120, 150, 180 e 220, e depois de colado o leque usarei lixas mais finas para finalizar o acabamento. É fundamental que toda a parte interna do instrumento fique bem acabada e lisa, isso proporcionará uma propagação sonora muito melhor e equilibrada. Lembre-se, um instrumento bom começa bonito por dentro. 2- Agora vamos abrir "a boca" do violão, uso um compasso para fazer a marcação. 3- Depois de marcado, com uma ferramenta (faquinha ou uma lâmina similar) vou reforçar o contorno. 4- Com a tupia finalizo a abertura. 5-Abertura da boca finalizada. Garrido, curiosidade: Tem muitos luthiers que fazem "tap tone", batem na madeira pra ver a ressonância conforme vão fazendo o instrumentos. Muitos outros acham desnecessário pois as coisas mudam depois que as partes estão todas juntas coladas. Você utiliza o método ou não? Obrigado mais uma vez pela colaboração e "vamsimbora".
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