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Eugenio

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  1. Eu acrescentaria o disco branco que João Gilberto lançou em 1973, é ainda mais enxuto, só violão e bateria (Sonny Carr) tocada de maneira perfeita e discreta.
  2. Olá Plínio, seja bem-vindo. Você faz o slide sem atacar o F# duas vezes, o lá bordão coincide com o momento em que você começa o slide em D, que é bem rápido. Tem gente inclusive que toca sem o slide, e o F# também só é tocado uma única vez.
  3. Sad news. https://www.cnn.com/2019/07/06/entertainment/joao-gilberto-dies/index.html
  4. Notícia triste. https://oglobo.globo.com/cultura/morre-joao-gilberto-pai-da-bossa-nova-lenda-da-musica-brasileira-aos-88-anos-23789339
  5. Yamandu publicou o filme sobre o 7 Cordas Russo.
  6. Como é que ficou essa nova regulamentação? É proibido levar violão na mão? Tem que despachar?
  7. Eugenio

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  8. Muito interessante, mesmo, obrigado por compartilhar.
  9. Eu amarro a 7a na tarraxa mais afastada, como mostra na foto do Giannini, nunca tive problema com isso.
  10. Com a música do Queen de volta às paradas depois do sucesso do filme, vale a pena conferir alguns arranjos para violão solo. Bohemian Rhapsody - Fabio Lima Love of My Life - Carlos Bonell
  11. Muito bom, mesmo, parabéns. Bonfá não me parece muito reconhecido no Brasil, sempre bom vê-lo sendo gravado. Curioso ouvir uma gravação ao ar livre que parece ter som de estúdio.
  12. O disco é muito bom, também disponível em serviço de streaming. Tem uma mescla dos arranjos dos três primeiros discos do Maogani e alguns outros adicionais. Também tem mais presença de acompanhamentos e convidados, não é só o quarteto. Esses caras tocam maravilhosamente bem, eu os considero um dos 3 melhores quartetos de violão que já ouvi até hoje.
  13. Excelente notícia, por coincidência eu pesquisei Paulinho Nogueira essa semana e encontrei esse álbum no catálogo do meu serviço de streaming, mas não sabia que era um relançamento que também incluía uma tiragem física limitada. E Samba no Céu é nada menos que a Bahianinha No 1, a obra mais popular de Paulinho Nogueira até hoje.
  14. Participação de Chico Buarque? Uau, chegou no topo! A única maneira de ir além disso seria trazer Tom Jobim de volta! Parabéns pelo reconhecimento mais do que merecido! Já estou na fila de espera do lançamento!
  15. Era um monstro, puta músico. Eu gostava do trabalho dele no Cama de Gato, foi baixista de Gil por um tempão. E de quebra era compositor, além de muito benquisto no meio artístico. Que tragédia.
  16. Uma coisa que me chama a atenção é que certos violonistas parecem fazer esforço pra tocar e isso afeta a nossa percepção da música. Mas se você fechar os olhos e apenas ouvir, vai perceber que a música está fluindo sem problema nenhum. Julian Bream é um exemplo famoso de violonista que parecia estar se matando pra tocar, mas ele soa bem melhor se você parar de olhar pra cara de dor-de-barriga que ele fazia. Esse vídeo que eu postei também é parecido, ouça sem a imagem, depois assista. A percepção auditiva é influenciada pelo aspecto visual.
  17. É só parar de comparar com o Bellinati solista de violão clássico, que realmente era uma total anormalidade. Mas ele encontrou uma sonoridade e musicalidade legal com o violão de seresta, uma coisa bem peculiar dentro do universo do violão brasileiro. E o disco ficou muito bom!
  18. Eu finalmente ouvi o disco e adorei. É diferente, o repertório mistura trabalhos autorais dos dois e também arranjos para canções bem conhecidas. É um duo bem pensado que leva em conta as diferenças de técnica e sonoridade dos dois. Paulo Bellinati sola mais por motivos óbvios, mas Marco Pereira também sola bastante. O disco tem molho, balanço, tranqüilidade, gostei muito. Tem baião, forró, chula (samba de roda), valsa, jongo, choro. Um clipezinho do programa Senhor Brasil:
  19. Eu também sou fã do Marcos Kaiser, um dia ainda paro pra aprender "O Dia em Que Bach Chorou". Violão de 7 com Cavaco no Choros No 1 do Villa já foram usada pelo Marcello Gonçalves e Henrique Cazes em 2002.
  20. Conseguir uma cópia do novo disco do Choro de Bolso foi uma novela de desencontros, mas finalmente aconteceu e teve um final feliz! Pra quem ainda não sabe, o Choro de Bolso é a excepcional dupla de violão e flauta formada pelo Marcos Canduta e Débora Gozzoli. Ao todo são 15 faixas, todas de autoria do Canduta (com 3 parcerias de letristas), o que obviamente significa muito, falo sobre isso com mais detalhes no final. A primeira impressão está no trabalho gráfico do CD. Streaming e MP3 eliminaram a graça de manusear e ler o encarte, algo que eu sempre adorei, de modo que a dificuldade e a espera para conseguir uma cópia física valeu a pena! As fotos da capa e do encarte revelam a idéia por trás do álbum logo de cara. É uma reverência ao tempo de glória do choro e das valsas brasileiras, preservando o espírito sem saudosismo e fazendo tudo com tecnologia digital e atenção impecável aos detalhes, como se pode ver nos sapatos brilhantes que o Canduta e a Débora calçaram para tirar as fotos. As faixas são: 01. Calladinho - O álbum abre com uma batida de de maxixe no violão inspirado no estilo de Joaquim Antônio Callado (daí o nome da música) e abre o caminho para a Débora introduzir a sua flauta mágica. 02. Espumante - Choro tradicional, com um título bem sugestivo, que parece ser uma extensão natural da faixa anterior, é até difícil notar quando uma acaba e a outra começa, exceto que a segunda faixa introduz o pandeiro de Kleber Serrado 03. Entidade - A única oportunidade de ouvir o Canduta tocar um pouco de violão solo, faz a gente querer mais. Começa com uma leve sugestão flamenca, mas fica abrasileirada rapidinho 04. Partida - Valsa ligeiramente melancólica, como o nome sugere 05. O Doutor e a Professora - Choro bem no estilo início do século XX, tocado com bastante molejo 06. Momentos - Primeiras participações especiais de Aleh Ferreira no bandolim, Pablo Peres no cello e Kleber Serrado no pandeiro. Outro choro que soa como reverência à essa riquíssima tradição brasileira 07. Esperando - Funciona quase como um encadeamento com o choro anterior, mas sem os convidados especiais, o que mostra o cuidado na hora de escolher a sequencia das faixas 08. Rosa Branca - Aqui o disco muda um pouco de figura e entra um samba com letra de Paulo Maymone, seguindo a linha de reverência, desta vez a Iemanjá, Orixá das Águas e dos Mares. Voz e pandeiro de Kleber Serrado 09. Docinho - Apenas flautas, algo que a gente não vê todo dia, é a oportunidade da Débora brilhar e ela faz gol de placa com todas as flautas 10. Valsa Afetiva - Participação especialíssima do Duo Siqueira Lima, que junto o Canduta fazem parecer que tem um quarteto de violões 11. Tatu Voltou - Talvez o choro mais virtuoso do disco, participação magistral de André Mehmari, que toca como se tudo fosse fácil, improvisado e descontraído 12. Dolente - Choro que traz novamente o bandolim de Aleh Ferreira, essa me pareceu a faixa com o tom mais nostálgico e denso do álbum 13. Valsa Noroeste - Valsa com uma letra romântica, com imagens bem intensas que falam de tempestades, letra de Manoel Herzog e Mateus Sartori na voz 14. Sortuda - Participação especial de Lincoln Antonio no acordeon, também entra o triângulo de XXX, mas apesar da combinação dos instrumentos, continua soando como choro 15. Na Realejo - Começa com valsa, vira choro, volta à valsa, vira choro de novo, a letra de Manoel Herzog fala de temas que o título da faixa propõe, a cultura perdida do realejo. Kleber Serrado é quem canta Se eu tiver que ser bem chato, a minha única reclamação vai para a engenharia de som que colocou o violão do Canduta no fundo e com som mais pro "fosco". Merecia mais destaque, pois ele tem um som bonito e bem articulado. Também devia solar mais. Conforme eu mencionei antes, o disco é todo autoral, a única coisa a fazer é tirar o chapéu, pois as músicas têm um manancial de idéias que foram realmente pensadas para tocar em conjunto. Os convidados foram escolhidos a dedo e acrescentam ainda mais brilho ao que já pareceria superlativo. Obviamente, eu tenho as minhas faixas favoritas, mas vou guardar essa parte como segredo! Bravo!!!
  21. Essa peça não é uma pedreira, mas também não dá pra tocar sem uma certa fluência e "ginga". Uma coisa que me chamou a atenção vendo o seu vídeo é que você parece ficar ansioso por antecipação quando há "saltos". Quando há uma passagem que salta das primeiras casas pras últimas, ou vice-versa, você meio que se "prepara" pra garantir a pontaria. ? Isso é normal e tem estudos que ajudam a ficar mais fluente nisso, vai do "Lágrima" de Tárrega (mais fácil) ao Estudo No 2 do Villa (pedreira total). Mas o resto está muito legal, as escalas saem com facilidade e você tem "pegada". O glissando extra também ficou legal.
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