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Eugenio

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Posts posted by Eugenio


  1. Essa peça não é uma pedreira, mas também não dá pra tocar sem uma certa fluência e "ginga".

    Uma coisa que me chamou a atenção vendo o seu vídeo é que você parece ficar ansioso por antecipação quando há "saltos".

    Quando há uma passagem que salta das primeiras casas pras últimas, ou vice-versa, você meio que se "prepara" pra garantir a pontaria. ?

    Isso é normal e tem estudos que ajudam a ficar mais fluente nisso, vai do "Lágrima" de Tárrega (mais fácil) ao Estudo No 2 do Villa (pedreira total).

    Mas o resto está muito legal, as escalas saem com facilidade e você tem "pegada". O glissando extra também ficou legal.

     


  2. Eu ando meio afastado do cenário violonístico, a fonte secou, só tenho histórias antigas e recicladas! ?

    No caso do vídeo, foi um privilégio poder ter produzido o concerto!

    E ainda de quebra eu entrevistei os dois para uma matéria da revista que a gente publicava aqui no fórum.

    Eles foram os entrevistas do número 3 da Brazilian Guitar Magazine.


  3. Foi um disco gravado na Holanda.

    Tem músicas que o Marco mexeu um pouco ao longo dos tempos, Bate-Coxa é uma delas. Ele mexeu em Flor das Águas também.

    Eu gosto muito do repertório e das interpretações mas eu achei que o som ficou parecendo violão clássico gravado com o microfone a 30m de distância.

    Estou anexando no post as imagens escaneadas do encarte, com as explicações sobre as faixas (em inglês).

     

     

    Marco-Elegia-Cover.jpg

    Marco-Elegia-Inside01.jpg

    Marco-Elegia-Inside02.jpg

    Marco-Elegia-Inside03.jpg


  4. Gravação mais nova do Yamandu, dessa vez dá pra ver tudo em alta definição com excelente qualidade de som.

    A segunda parte é cheia de variações e improvisos, vale a pena conferir.

    Eu acredito que essa peça se tornou a mais conhecida e emblemática do Yamandu.

     


  5. Minha experiência é que é muito difícil conseguir coordenar mais de 2 pessoas, no máximo 3.

    Existe a dificuldade natural de conciliar o nível de interesse pelas peças, que varia muito.

    Além disso, a logística pode acabar virando dor de cabeça, tem gente que esquece, que não paga, etc.

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