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Eugenio

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Posts posted by Eugenio


  1. Mais uma dessas coisas surreais que acontecem no Brasil, roubaram o caminhão de equipamento pro show de Caetano Veloso.

    Entre os itens roubados, o violão de Caetano, que é um Tessarin. Os bandidos provavelmente vão vender por um trocado qualquer.

     

    https://musica.uol.com.br/noticias/redacao/2018/01/15/violao-de-caetano-esta-entre-itens-roubados-equipamentos-nao-tinham-seguro.htm

    Veja a lista de itens levados:

    - Violão acústico Tessarin

    - Violoncelo

    - Baixo

    - Violão Gil

    - Teclado Fender Rhodes

    - Case com moving lights modelo Robbie Light (alugados da Cia da Luz)

    - 4 cadeiras

    - 1 sistema de in-ears

    - Cenár...

     

     


  2. Here's a quick compilation of the names you mentioned (most of the time it's all in Portuguese):

    Yamandu: http://yamandu.com.br/agenda/

    Guinga: http://www.guinga.com.br/index.php/agenda

    João Bosco (you'll have to email his manager to get the info): http://www.joaobosco.com.br/contato-imprensa/

    Nelson Faria: http://www.nelsonfaria.com/music/en/www.nelsonfaria.com_music_en/Shows.html

    Marco Pereira (reach out to the manager): http://www.marcopereira.com.br/contact

    Alessandro Penezzi (you have to reach out to his manager): http://alessandropenezzi.com.br/producao/

    Baden Powell: I wish we could bring him back!!! :)

     

     


  3. Hi dborean, welcome to the forum.

    I agree that it is a challenge and I can't think of a single website that'll give you all the calendars. The most reliable way is to go to the artist's own website and check their tour dates. Which means, obviously, that you need to know the artist first, so there's not much room for random findings in that sense. Who are your favorite performers? Yamandu, Ulisses Rocha, who? Most performers have their own websites with the most current tour dates.

     


  4. Excelentes comentários, aprendi muito! 

    O Fabiano trouxe o ponto muito interessante do Brasil ser menos rigoroso do que outros países vizinhos, o que me fez lembrar dos livros de Othon da Rocha com "Caixinha de Fósforo" e similares. A sensação que eu tenho é são peças consideradas simples, não são vistas como coisa "séria", apenas os choros compostos pelos compositores eruditos figuram no repertório mais avançado. Pegando carona no comentário do Carlos, nem sequer Garoto é incluído.

    A escola sendo clássica, a técnica também é moldada dessa forma, de modo que o músico não aprende coisas que hoje se usam no violão brasileiro, por exemplo, rasgueado a La Baden, alzapúa, slap, etc. Na escola de Jazz, o uso da técnica é muito flexível, pode ser de palheta, de dedo, híbrida, magic touch, etc. 

    Fico no aguardo do trabalho de conclusão do doutorado do Rafael Thomaz, vai ser um prazer ler e aprender mais sobre o assunto.

     


  5. Meu ano foi razoável considerando toda a dificuldade que eu tive com tempo. Aprendi duas peças novas, uma pedreira e uma intermediária.

    A pedreira é um jazz standard, Night and Day, no arranjo de Joe Pass, deu trabalho mas eu consegui finalizar.

    Aprendi também a peça "Rio Acima", de Ulisses Rocha, essa sempre esteve na lista das que eu queria aprender. Muito bonita e bem bolada.

     


  6. O que eu vejo hoje em dia é músico popular de escola, mas como a escola no Brasil é a clássica, então é natural que essa turma mescle esses elementos.

    Em alguns casos, o cara até estudou pra ser músico erudito, mas mudou de estilo, a gente tem muitos exemplos, Zé Paulo Becker é um deles.

    Tem gente que argumenta que escola "padroniza" demais o músico, talvez seja verdade, difícil dizer.

    Como eu disse antes, existem cursos superiores de jazz fora do Brasil, com mestrado, doutorado e tudo o mais.

    Estuda-se leitura, percepção, harmonia, etc, mas em cima de um repertório não erudito.

    Veja o caso desse músico paulistano (Walter Rodrigues Jr) hoje radicado nos EUA. Bacharel em música, mas em escola de música popular (de novo, Jazz).

    Ele escreve, ensina, publica, etc, mas observe que o jeito dele tocar não é de violão clássico, mesmo tocando sem palheta.

    https://walterrodriguesjr.com/bio/

     


  7. Marcos, eu imagino que você fala disponibilidade no sentido de gravações e composições? Em relação a isso realmente aumentou.

    Mas um aspecto que seria importante pra colocar a música popular numa perspectiva mais acadêmica seria a escrita e publicações.

    Nesse sentido a carência é muito grande e é bem característico da música popular não ter esse tipo de registro em partitura e poucos artigos.

    A escola popular que mais cresceu e se consolidou foi a de Jazz, pelo menos fora do Brasil existem cursos de mestrado e doutorado.

     


  8. Não vejo tanta interação assim, o ponto que o Dilson trouxe é importante, não há doutor em música popular.

    Mas aí também cabe a pergunta, é preciso existir doutorado em música popular?

    O pessoal do erudito sempre tenta dizer que os grandes músicos populares tem influência do clássico, solida formação acadêmica, bla bla bla.

    O pessoal do popular continua dizendo que a turma do erudito é "dura" e sem ginga, quadradinha, etc.

    Minha impressão é de que hoje existe menos atrito e mais interesse mútuo, mas não tanto assim, ainda são 2 times separados.

     

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