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Eugenio

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Posts posted by Eugenio


  1. Não, não é o Rafa tocando bandolim, é Hamilton de Holanda usando uma batida do Raphael como inspiração para uma das suas músicas. :)

    A única diferneça é que no caso do violão o Raphael usava alzapúa nos baixos.

     

     

    E aqui a música com bandolim e boa parte da turma de Brasília tocando junto.

     

     


  2. 3 hours ago, Anna Luisa Braga said:

    O encordoamento do Guinga também vem com  a sol encapada. Vi um jogo aqui no Rio.

    Sabe dizer qual é a marca?

     

    4 hours ago, Dilson said:

    Meu receio, essas titanium não estragam o violão com o tempo não?

    Não, de jeito nenhum. São nylon com algum tipo de liga especial, mas nada abrasivo.

    Elas geralmente tem um cor ligeiramente violeta. Talvez seja só corante. :risadinha:

    Não acho que tem titânio nem nada parecido, é só o nome comercial mesmo.

     


  3. Hannbach tem um som bonito mas são mais caras do que a média e os baixos se acabam rapidamente. As primas têm boa durabilidade.

    Pra quem gosta de cordas com muito brilho, eu sugiro Galli. A durabilidade é mediana.

    A D'Addario tem uma série de primas com o nome de T2 Titanium, têm brilho e duram pra sempre. Eu uso no violão de cedro.

     


  4. Léo, eu pergunto mais uma vez o que era que fazia sucesso no século XIX. Você fala de Rossini e Verdi, compositores consagrados em ópera. O que as pessoas lembravam era justamente as melodias, as letras e uma narrativa, de uma forma quase idêntica à que se vê hoje. O que se conhece da 9a de Beethoven segue caminho parecido, um trecho que as pessoas podem cantarolar, não a obra toda.

    Não é que os produtores nao divulgam Norah Jones com mais freqüencia, é ela que nao tem nenhum grande apelo popular. Muita gente a chama de Snorah Jones porque dizem que a música dela serve pra dormir e roncar. Compositores que fazem música fácil de ouvir e cantarolar se destacam comercialmente com mais facilidade. Não é falta de divulgação. Se o cara compõe músicas que grudam no ouvido, os produtores vão em cima porque eles estão a fim de fazer dinheiro até secar a fonte. Propaganda ajuda, mas o produto tem que ter apelo popular. 


  5. On 6/27/2017 at 2:26 PM, Dr.Pacheco said:

    Como assim? Ela era revestida tipo a sobressalente que vem nas cordas da D'addario? Mas, no caso da D'addario é a Ré, né?

    Não era sobressalente, era uma corda principal mesmo.

    A sobressalente da D'Addario é uma corda sol de carbono, não lembro de ser revestida.

     

    On 7/1/2017 at 6:50 PM, Dr.Pacheco said:

    Posso estar enganado, mas minhas impressões sempre me levaram para o seguinte caminho: cordas que tem muito brilho, como característica principal, tem tendência a durar mais. Usei D'addario por um tempo, as cordas duravam uma eternidade. Mas o som me incomodava e, o brilho excessivo, ainda mais.

    Agora, todas as vezes que usei Augustine, achei que a duração dos baixos não era das melhores. Como ando sem grana pra importar codas, tenho usado apenas Giannini :frusty: que eu me lembre, a duração delas nunca foi das melhores. Se me lembro bem, tocando umas 2 horas por dia, eles, os bordões, iam embora em menos de três semanas. Já as primas, como na grande maioria das marcas, duram bem mais. Alias, até as primas da Giannini, que tem som ruim, tem boa durabilidade. Eu diria que, se valesse a pena comprar baixos separados, eu trocaria os baixos três vezes para cada prima.

    Eu acabei optando pela D'Addario pelo conjunto.  São cordas mais pra som neutro do que as outras.

    Eu gosto também da durabilidade, pois eu acho trocar corda uma coisa altamente sacal.

     

     


  6. On 7/7/2017 at 7:19 AM, Anna Luisa Braga said:

    Oi, amigos.

    Desculpe ressuscitar este tópico antigo, mas procuro arranjo de músicas do Jobim para dois violões, alguma indicação? Obrigada.

     

    Difícil achar pra violões. A maioria esmagadora é violão solo.

    Marco Pereira publicou "Eu te Amo" pra 3 violões. Mais fácil cortar do que acrescentar

    Paulo Bellinati tem um arranjo publicado de "Olha Maria" para 2 violões.

    É o que eu lembro no momento. :mellow:


  7. OI Léo,

    Eu sempre me pergunto se essa visão que a gente tem de que as coisas no passado eram melhores é verdadeira.

    Muito do material que era popular dos compositores que você mencionou eram fragmentos que as pessoas podiam cantarolar.

    Os registros documentais que a gente tem era da elite estudada, a musica que era popular entre as massas iletradas tem muito menos registro.

    O Brasil tem Carinhoso e várias outras canções que normalmente seriam consideradas complicadas.

    Não vejo gente como Norah Jones tendo espaço negado. Pelo contrário, essa turma ganhou mais espaço.

     


  8. Isso mesmo, o format "D" que deixa o braço mais gorducho. Tem gente que gosta.

    Até onde me consta, é a tradição Torres/Hauser.

    Violão de aço e guitarra trabalham com braço mais fino, violão clássico demorou pra perceber que isso podia trazer vantagens.

    O mesmo se aplica a escala ligeiramente abaulada ou curva. 

     

    radius_profile1.jpg

     


  9. 10 hours ago, leomoreira said:

    Ou seja, a grana continua concentrada no entretenimento. Sinal de que a democratização por si só e o enfraquecimento gradativo da mídia aberta ainda não são suficientes para tornar o meio musical mais justo. Não se recebe para tocar Garoto e e´ possível ficar milionário tocando Michel Teló.

    E acredito que o dinheiro sempre vai estar lá. Hoje a gente chama de entretenimento, antigamente eram outros termos.

    Estilos musicais que envolvem canto e dança sempre vão ser mais populares, acho que tem a ver com o fato de serem mais orgânicos, sociais e viscerais.

    Música que é mais cerebral tem um público menor, de gente que estudou música.

    Veja o caso do Jazz, começou como algo extremamente popular, todo mundo ouvia, dançava, cantava, curtia adoidado.

    Depois da segunda guerra começou a verter pra algo mais cerebral.

    E a partir daí passou a ser um estilo identificado como "elitista".

     


  10. O Robert O'Brien fez uma série bem completa e postou aqui no fórum.

    Procure "Jour" aqui no fórum e você vai encontrar.

    A série era chamada Luthier Tip du Jour (algo como dica do dia numa mistura de inglês e francês).

    Ele estudou com Tessarin e fez os vídeos com legendas em Português.

     

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