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huh

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  1. Oi Humberto, vai valer a pena sim. O local é excelente e vai ser um programa diferenciado. Também estou negociando, haja visto que os lugares em SP estão esgotando rápido, para tentar algum recital extra da Ana em SP, mesmo que em local menor. Muito provavelmente no SESC Vila Mariana no dia 2, feriado, para quem for de fora poder ver também, afinal, dia 29 é segunda feira e ficaria dificil pras pessoas do interior. Lá, obviamente, a Ana tocaria um repertório diferente do dia 29. Mas enfim, não confirmado ainda.
  2. ATENÇÃO: o concerto em SP, no Cultura Artística, já está com os ingressos a venda, e mais da metade da lotação. Acessem o site do ingresso rápido, procurem pelos eventos no Cultura Artistica Itaim, e selecionem o dia 29 de Outubro. Por ser uma série do Cultura Artística, e o recital ter sido acrescido à serie recentemente, não aparece diretamente o nome Ana Vidovic no site para compras. Mas ao selecionar o evento no dia 29 de Outubro, será o da Ana Vidovic, não se preocupem. Acessem aqui: http://www.ingressorapido.com.br/Evento.aspx?ID=20653
  3. Pessoal, divulgo aqui as cidades, datas, programas e detalhes da turnê da Ana Vidovic no Brasil, organizada pela Guitanda. Agradeço imensamente a todos os envolvidos! Página no facebook: http://www.facebook.com/AnaVidovicBrasil2012 Ana Vidovic Turnê Brasil 2012 www.anavidovic.com Release: A violonista croata Ana Vidovic é um talento extraordinário, com dons formidáveis, tomando lugar entre os músicos de elite do mundo hoje. Uma das intérpretes que despertam mais interesse na atualidade, ela já fez mais de mil apresentações públicas desde a primeira vez que subiu ao palco em 1988. Sua carreira internacional inclui recitais em Nova York, Londres, Paris, Viena, Salzburgo, Roma, Budapeste, Varsóvia, Tel Aviv, Oslo, A Copenhague, Toronto, Baltimore, San Francisco, Houston, Austin, Dallas, St. Louis entre outros. A Guitanda apresenta a turnê de Ana Vidovic no Brasil, em 2012, com repertório de grandes peças do violão, composições consagradas que elevaram o status do instrumento em salas de concerto em todo o mundo. Autores como Bach, Rodrigo, Tarrega, Albeniz , Walton, Turina e Barrios representam um grupo que mistura qualidade de escrita e apreciação do grande público - uma combinação apaixonante e memorável. Turnê: 23/out – 20h00 - Manaus Série em Concerto: Orquestra de Violões do Amazonas e Ana Vidovic Realização: Governo do Estado do Amazonas / Secretaria de Estado da Cultura Programa: Fernando Sor: Introduction and Variations on a Theme by Mozart, Op. 9 J.S. Bach: Prelude, Fugue and Allegro, BWV 998 Toru Takemitsu: From 12 Songs for Guitar: Secret Love / Over the rainbow / Yesterday Francisco Tarrega: Recuerdos de la Alhambra Mario Castelnuovo Tedesco: Sonata in D major, op. 77 Isaac Albeniz: Granada / Asturias Agustin Barrios: La Catedral Joaquin Rodrigo: Concierto de Aranjuez (Adagio), com OVAM Local: Teatro Amazonas Endereço: Praça São Sebastião, s/nº - Centro - Manaus/AM - Brasil. 702 lugares. Entrada Franca Contato: Teatro Amazonas: (92) 3622-1880 / 3622-2420 25/out – 20h00 – Vitória Série Concerto Sinfônicos da Orquestra Filarmônica do Estado do Espírito Santo. Realização: Secretaria de Estado da Cultura. Apoio: Rege Gazeta e Hotel Ilha do Boi. Programa: Joaquin Rodrigo: Concierto de Aranjuez, com OFES – regência Helder Trefzger Local: Teatro Carlos Gomes Endereço: Pç Costa Pereira s/n Vitória – ES - Brasil 400 lugares. R$10,0 (inteira) e R$5,00 (meia). Ingressos a venda na bilheteria do teatro a partir do dia 19/10 Contato: teatro: (27) 3132-8396 e site da Ofes: www.secult.es.gov.br/ofes 27/out – 19h30 – Rio de Janeiro III Festival Internacional de Violão da UFRJ Realização: Escola de Música da UFRJ Programa: Joaquin Rodrigo: Concierto de Aranjuez, com OSUFRJ – regência André Cardoso Joaquin Turina: Sonata for Guitar Op. 61 Fernando Sor: Introduction and Variations on a Theme by Mozart, Op. 9 J.S. Bach: Prelude, Fugue and Allegro, BWV 998 William Walton: Five Bagatelles Local: Salão Leopoldo Miguez, Escola de Música da UFRJ Endereço: Rua do Passeio, 98, Lapa - próximo ao Metrô da Cinelândia, Rio de Janeiro-RJ 400 lugares. Entrada Franca Contato: (21) 2262-8742 29/out – 21h00 – São Paulo Série Cultura Artística – Itaim Programa: Fernando Sor: Introduction and Variations on a Theme by Mozart, Op. 9 J.S. Bach: Prelude, Fugue and Allegro, BWV 998 Toru Takemitsu: From 12 Songs for Guitar: Secret Love / Over the rainbow / Yesterday Francisco Tarrega: Recuerdos de la Alhambra Mario Castelnuovo Tedesco: Sonata in D major, op. 77 Isaac Albeniz: Granada / Asturias Agustin Barrios: La Catedral Local: Cultura Artística Itaim Endereço: Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 1830, Itaim Bibi – São Paulo (SP) 303 lugares. R$ 40 / R$ 20 (estudantes e idosos) / R$ 10 (estudantes até 30 anos, meia-hora antes do concerto). Horário da bilheteria: a partir das 15h, até o horário do concerto. Ingressos: (11) 4003-1212 – www.ingressorapido.com.br Mais informações: www.culturaartistica.com.br/camara 31/out – 20h30 – Tatuí IV Encontro Internacional de Violonistas do Conservatório de Tatuí Programa: Joaquin Turina: Sonata for Guitar Op. 61 Fernando Sor: Introduction and Variations on a Theme by Mozart, Op. 9 Francisco Tarrega: Recuerdos de la Alhambra Isaac Albeniz: Granada / Asturias J.S. Bach: Prelude, Fugue and Allegro, BWV 998 Agustin Barrios: La Catedral William Walton: Five Bagatelles Local: Teatro Procópio Ferreira Endereço: Rua São Bento, 415 – Tatuí (SP) 429 lugares. R$ 10 / R$ 5 (meia-entrada). Vendas somente na bilheteria do teatro: Rua São Bento, 415 - Tel.: (15) 3205-8434
  4. huh

    Testando Violão Emanuel Carvalho

    Puxa Thiago, sério?? deveria ser 43mm, do meio da primeira corda para o meio da sexta, em cima do osso da pestana. 44,4mm tá largo mesmo! Me escreve no email, que a gente combina umas providencias para te ressarcir o custo do serviço de afinar o braço, ok? Daí te passo os detalhes dos dados que precisamos enviar ao Emanuel para isso. Abraço! Samuel
  5. huh

    Testando Violão Emanuel Carvalho

    Oi Thiago, obrigado pea resposta. Mas então, talvez estejamos tendo algum tipo de engano. Pois o tamanho da escala está absolutamente padrão, que é 65cm. Se medir o Samuel Carvalho e outros, verá que a medida é essa mesma, de 65cm. Talvez a impressão de escala maior seja apenas uma impressão devido ao fato do espaçamento de cordas ser um pouco maior, ou realmente, algum instrumento que você estava acostumado tem escala mais curta que o normal, com 64cm, por exemplo... Tem como me passar a medida do espaçamento de cordas na pestana? A distancia entre o meio da primeira corda e o meio da sexta corda... deveria ser 43mm. Obrigado pela disposição em ajudar e dar esse feedback pra podermos melhorar! Abraço!
  6. huh

    Testando Violão Emanuel Carvalho

    Oi Orlando, na verdade, fazer qualquer violão é trabalhoso. Sendo fundo maciço ou não. O que acontece é que o luthier, no caso específico, o Emanuel, para poder fazer instrumentos com essa qualidade e esse preço, precisa produzir uma quantidade maior, para poder justificar o valor baixo. E para poder produzir mais, é preciso ter algum grau de padronização, para poder fazer diversos braços de uma só vez, preparar diversos tampos, fazer diversas caixas, enfim, acho que isso é meio senso comum. Daí, qualquer coisa que saia dessa certa padronização no que ele constrói, acaba levando muito mais tempo do que levaria se ele seguisse o processo que ele estabeleceu. E daí, não tem como fazer preço tão baixo.. uma coisa leva a outra. Por exemplo, pegar laterais e fundos diferentes exigiria um processo de preparo de fundo e laterais exclusivo para uma única peça. Enquanto que ao fazer fundos e laterais dentro do processo normal, o Emanuel faz dezenas ao mesmo tempo. Inserir uma escala de material diferente exigiria uma regulagem e trabalho exclusivos para ela, enquanto que no processo normal, se fazem dezenas de escalas simultaneamente. Ou seja, o custo é o de parar e fazer o procedimento todo para apenas 1 exemplar... Se fosse o contrário, e o padrão fosse ébano e fundo maciço, e alguém pedisse para usar fundo prensado e escala de pau0ferro, o problema seria o mesmo, e também encareceria. Acho que a idéia e as decisões de construção que o Emanuel definiu são geniais e ninguém conseguiu executar de forma persistente um projeto como esse em toda a história da nossa luteria. Há alguns anos atrás, era impensável conseguir violões nessa faixa de valor, com essa qualidade sonora. Infelizmente, não tem como fazer mágica, e fazer um violão mais personalizado ainda com preço baixo. O custo da personalização é realmente a perda da produtividade, e o consequente aumento de preço. Digamos que o Emanuel consegue fazer mais de 15 instrumentos/mês com o processo dele. E daí, digamos que um violão mais personalizado, estilo tradicional que os luthiers fazem, diminuiria a produtividade dele para uns 2 ou 3 instrumentos mensais, que é o que um luthier faz sendo muito produtivo. Ou seja, o custo de sair do processo é realmente muito alto. Daí, ele tem que tomar essa decisão de o quanto pode personalizar, e se limitar a isso. No caso específico, é possivel decidir escolha de tampo, qualidade de madeira, tipo de acabamento de verniz, 6 ou 7 cordas, e regulagem de altura. Mas, mais do que lamentar os outros detalhes que seriam interessantes customizar, vejo mais como um motivo de alegria podermos ter a opção da qualidade desses instrumentos, que nunca existiram antes consistentemente nessa faixa de valor. Se o preço a pagar para ter esse tipo de benefício é que os violões têm que sair com menos customizações que geralmente se tem em luteria, acho ainda bem válido. Não quero parecer que estou refutando nada, apenas queria destacar esse ponto, de que a existência de um projeto como o do Emanuel Carvalho é algo a se valorizar pelo ineditismo. A alternativa seria ter o que tinhamos antes: violões de fábrica, violões de luthier numa faixa de valor mais cara, e esporadicamente um violão de luther iniciante, num preço em torno de 2 mil reais, sem tanta qualidade de materiais e nem experiência de construção. Isso dito, acho que tudo o que for possivel para ir melhorando o projeto e manter o custo está sendo feito. Há mais de 2 anos, por exemplo, que os preços não sobem. E aos poucos, algumas opções vão ser introduzidas. Então, é muito legal ouvir as sugestões e avaliar o quanto podemos avançar para satisfazer as melhores delas, e manter o custo geral e produtividade. As impressões de vocês são muito bem vindas!
  7. huh

    Testando Violão Emanuel Carvalho

    Oi Marcos, será que tem como pedir pro Thiago medir o comprimento de corda? Se ele puder, seria interessante enviar as seguintes medidas: - da pestana (do ponto em que a corda sai livre) até o primeiro traste - da pestana até o quinto traste - da pestana até o 12 traste Peça pra ele medir do ponto em que a primeira corda sai da pestana. E dar medidas com precisão de 0.5 mm. É muito estranho mesmo se o comprimento de corda estiver maior, pois isso está bem padronizado em 65 cm na produção, e não é nem mesmo possivel pedir alterações ao Emanuel. Só pode ter sido um grande erro nosso se for o caso. Peça por favor pro Thiago enviar as medidas e entrar em contato conosco, que vou ver maneiras de compensá-lo caso isso esteja despadronizado e tenha ido um braço fora das medidas. Já com respeito ao espaçamento de cordas, sim, é maior mesmo que os citados. O Emanuel é de 43 mm na pestana, enquanto Abreus e Samuel Carvalhos ficam em 42mm. Ambas as medidas são comumente utilizadas, e consideradas padrão, mas realmente, quem está acostumado com 42mm pode estranhar 43mm. Mas peça pra ele medir também o espaçamento das cordas entre a primeira e a sexta (do meio de cada corda), na pestana, para verificarmos também. Pois com 43 mm a sensação não deveria ser de ser um espaçamento gigante, mas apenas de um pouco mais de espaço sem ser desconfortável (muitos preferem essa medida). De repente está acima de 43, haja visto que está mesmo parecendo que algo está errado nesse braço. Um abraço!
  8. huh

    FENAVIPI 2012

    É uma grande festival, e o meu preferido no Brasil! Parabéns ao Emanuel, pela organização e pelos esforços! Bem sei que ele foi super interessado em levar grandes nomes como o Tardelli e o Caballero, dos quais em específico sou testemunha de como ele se esforçou para viabilizar.
  9. huh

    Testando Violão Emanuel Carvalho

    Oi Marcos, muito legal o vídeo! Valeu por divulgar. Com respeito ao braço, acho interessante ter esse seu feedback, para poder avaliar aqui com o Emanuel. Confesso que realmente, em alguns exemplares, o braço foi um pouco mais grosso que a média, pois tinha gente "reclamando" que estava fino demais e forçava a mão esquerda a se fechar muito. Mas, daí, eu experimentei e pedi ao Emanuel que retrocedesse na medida. Enfim, essa coisa de espessura de braço é bem delicada mesmo, pois pra uns fica grosso demais e pra outros fica fino demais, dependendo do que se faça.. Mas acredito que o padrão não está grosso não, está na média do que tenho visto em viiolões de luthier. É claro, faço o mea culpa, pois eu que oriento essa questão do braço, e peço pro Emanuel afinar ou engrossar, de acordo com minha impressão pessoal. Por curosidade, e para ajudar a gente a ver o que seria uma média boa, será queos pessoal poderia passar aqui as espessuras (na primeira casa e na sétima casa) de braços que achem confortáveis (nem finos demais nem grossos demais)? O espaçamento de cordas na pestana, entre a primeira e a sexta corda, é de 43mm, o que é padrão. Varia entre 42 e 43 usualmente. A não ser alguns de fábrica, que fazem braços estreitos com 41 ou menos, para agradar que está acostumado com braço de violão aço ou guitarra, creio, mas que daí não recomendo para violão nylon, pois faz os dedos ficarem muito apertados. Quanto à escala, daí talvez acho que tenha sido uma impressão errada Marcos. Ela é super padrão: 65 cm. Talvez o fato de você ter achado o braço grosso tenha dado a impressão de uma escala maior... Enfim, se puderem ajudar enviando medidas e impressões, seria legal. A gente sempre está tentando buscar maneiras de achar um meio termo ideal em termos de tocabilidade!
  10. huh

    Blackbird Guitars & Guitanda

    Puxa, valeu pelo toque Rodrigo, deve ser algum erro. Vou contatar a minha equipe de suporte para ver o que ocorreu!
  11. huh

    Violão Sérgio Abreu

    Esse Abreu 98 que está com o André passou pelas minhas mãos, e realmente é um dos melhores que já vi. Fiquei super contente que acabou na mão de alguém próximo, que sabe valorizar as qualidades de um grande instrumento. Com os Abreus, em geral, não consigo me adaptar facilmente. Principalmente aqueles mais brilhantes. Mas, alguns exemplares que puxam mais pro doce e encorpado ficam maravilhosos pro meu gosto. Posso citar o Abreu novo do Martelli, esse que passei pro André, e mais um que vi na oficina do Sergio.
  12. huh

    Blackbird Guitars & Guitanda

    Hehe, são as Gilbert, as quais também represento no Brasil.
  13. huh

    Blackbird Guitars & Guitanda

    Valeu Guto! Oi Gama, Nas primeiras remessas, para divulgar, vai ficar bem próximo do preço nos EUA. É preciso esperar chegarem, ver o cambio propriamente, mas basicamente, vejam os preços do website, em dólares, e acrescente mais uns 350 -400 dolares (o valor de frete de 1 violão) que vai ser o que espero ser o preço final aqui no Brasil, já com impostos, para o começo dos trabalhos. Me escreva no email contato[ARROBA]guitanda,com, que dá pra eu fazer um calculo especifico e dar uma estimativa mais próxima (ainda em dolares) do modelo. Para quem encomendar já, antes de chegar, estou dando até mesmo um desconto adicional, pois ajuda a completar um pedido maior para a importação. Abraço
  14. huh

    Blackbird Guitars & Guitanda

    Ou Ruben, sim, em som acústico, e mais volume acústico do que um violão convencional de mesmo tamanho. A captação é apenas uma opção. Ele possui inclusive grande desempenho em projeção e ótimos graves, pelo conceito de braço oco com soundport na mão. Tem vários videos desses instrumentos no youtube. Basta digitar Blackbird Guitar, Blackbird Rider, ou Lucky 13, etc... No próprio website da Blackbird tem área de videos. Vejam este, por exemplo, que dá pra sentir o volume de um Blakbird de corpo pequeno, ficando lado a lado com um Martin Dreadnought (que se sabe que é um dos maiores volumes em violão de aço). Reparem que mesmo ele fazendo solos e ornamentos, o som do Blackbird se destaca e fica nítido no meio da batida do outro violão. Ambos acústicos. Ou este, em que fazem uma comparação direta de um de nylon com um Yamaha: Percebam que o Blackbird tem mais ataque, decai mais rápido, ficando bem mais espetado e brilhante. Por isso mesmo acredito que tem ótimas características para quem toca em conjunto. No aço, outra observação interessante é a boa qualidade dos baixos, que costuma ser um problema em violões de aço convencionais. U
  15. Oi Canduta, me escreve no email contato[ARROBA]guitanda.com que eu passo as estimativas. Vai ficar não muito acima do preço deles lá nos EUA + frete.

    Abraço!

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