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mateustalles

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  1. Cara, tem alguns discos meio raros, como o "Tempo Feliz" em que ele toca com o Mauricio Einhorn (gaitista)... aqui no meu PC eu só tenho uns 20 albuns também, seria legal se o CarlosEdu disponibilizasse alguma coisa. Este vídeo aí do tópico foi eu que disponibilizei no Youtube... tinha visto o trecho dele tocando Round about no documentario "Velho Amigo", e fiquei doido atrás procurando... Fui achar no site de uma TV Francesa em que o vídeo havia sido exibido na época, e pasme, tive que pagar 4 euros para poder baixar o vídeo... aí disponibilizei no UTube pq acho uma sacanagem esta história de pagar por vídeos, música e materiais que fazem parte de nosso registro cultural.
  2. uma versao mais "sociavel" que é legal também
  3. Po, essa interpretação dele é legal demais hein... o Egberto tbm tem uma versão do Berimbau q é muito boa também.. essa versão de Salvador aí ele usa esses efeitos bem parecidos mesmo, batendo com o dedo na casa 1 dos baixos.. eu grado desse jeito intuitivo de tirar os sons..
  4. sei la, nao sei se a tabla foi uma boa escolha. eu preferiria uma conga mesmo...
  5. Achei legal.. dava pra mecher mais na pulsação, mas aí não seria La Catedral, mas sim Quermesse na igrejinha, que é doido também hehe
  6. Noh cara, ficou muito bacana a montagem da música... groovezinho suave com um clima jazzistico.. parabéns!
  7. essa interpretação dele de Berimbau me lembra o toque de Egberto Gismonti nao sei pq
  8. muito louco vei.. esse Dyens é mestre mesmo no violao... e bacana seu estilao despojado de violonista
  9. Eu concordo com o Vinicius.. nesse vídeo mesmo aí acho o Baden bem "relaxado" em relação a interpretação violonística, parece q o cara ta meio ressaqueado, ahuahuah Pra mim o ponto alto desse vídeo é Pai e a interpretação q ele faz de Round about midnight, com um romantismo que doi até na alma.. da ate pra ver q ele ta meio q chorando alguma dor de cotovelo aí.. Alguém aí q manja de som, saberia qual a melhor equalização pra visualizar esse vídeo, pra conseguir escutar o baixo destacado do violao em um fone de ouvido comum? no caso eu to usando o winamp
  10. Ae galera, alguém aí tem composições próprias? Vou postar uma minha aqui.. pra falar a verdade eu nem sei como eu compus isto daí, só sei que o GuitarPro ajudou muito... eu tava com um violao ruim pra caramba e começando no violao ainda, só que eu batalhei muito tempo pra chegar a essa versão final aí tanto que nem sei tocar ela. Vou por aki a versão midi e guitarpro, um dia eu vou tocar ela e ponho ela aqui, e se alguem quiser tentar, ficarei honrado http://www.4shared.com/music/UotQe2_P/valsa_versao_final.html? http://www.4shared.com/file/HuaNtbVD/valsa_versao_final.html?
  11. ae galera, o que acham da musica de nossos manolos latinoamericanos?
  12. necessario usar algum site de proxy para ver o video, www.pimpmyip.org jogue o link que la que entra
  13. Ressuscitando.. achei mais coerente essa versao devagar... ja q pra mim essa musica nem tem uma melodia TÃO legal.. Já a versão "doida" da mulher, creio que é uma tentativa de adptar a musica para um estilo, e talvez extrair um elemento novo. O jeito q ela toca ta parecendo akele estilo de violão do Andy Mckee, da música Driftin
  14. Po galera, tem algum encontro que rola em BH?
  15. Alguém podia passar outro exercício pra gente elaborar..
  16. Well, I really apreciate Davy Graham's music, he is the one who finded the DADGAD tuning, while travelling throught Morroco and trying to play their music... He then found out that this tuning is perfect for celtic and english/irish folk music. I've recently learned how to play a song which is in CGDGBF, called Harmonia da Água, from the brazilian composer Nelson Angelo...he got some other pieces in that tuning too. There is a song from Paulinho Nogueira called "Tons e Semitons", which also presents a great use of an alternate tuning, which i think its C based. Otherwise, there are a lot of great musics in dropped D, not only in brazilian music, but many other styles.
  17. Po, o Baden também me influenciou muito a tocar violão. Comecei há uns 4 anos (já tinha pegado no violão há muito tempo atrás, mas peguei soh uma noção) e minha primeira música foi 'Valsa Sem Nome', com a tab do Brazil-on-guitar. Moi os dedos mas ela até que saiu (beeem sofrida).. ahuahau Puta violão duro q eu tinha na época. Esse CD realmente é muito bom, o À Vontade, também acho que ele ta tocando de uma forma muito polida e swingada.. Acho aquela música "Candomblé" muito foda, ainda irei tocá-la, hehe Tem várias dele que acho fora do comum, como Berimbau, os 3 Temas (Pai, Filho e Espírito Santo ) , tem uma rendição dele da Round 'bout Midnight que também é muito linda. Sei até de um site que tem um vídeo dele tocando essa música quase em transe, mas no entanto o vídeo e não dá pra ver ele inteiro :/
  18. Agora, voces acham mesmo que a melodia carrega dentro dela a harmonia "certa"? Eu já acho que depende mais do ouvido de quem escuta...
  19. Fiz uma harmonização. C | G/B | Am | Em | F/C | Dbdim | Dm7 | G7
  20. [ARROBA]Renato, o que eu quis dizer é que para o público das músicas populares, que tocam em rádios, um acorde "errado" não descaracterizaria a música. E engraçado, que uma música muitas vezes faz sucesso pela mensagem que ela quis transmitir, mas também faz simplesmente por ela mesma, despretensiosamente, enquanto obra de arte. Minha opinião é que a linguagem usada pra compor uma musica, enquanto pode caracterizar o estilo dela, não qualifica a música, ou seja, não a torna melhor nem pior que as outras. Para ilustrar acho bacana essa entrevista do Egberto Gismonti. http://www.youtube.com/watch?v=kpRwEulQ62E
  21. Valeu! Estou tocando no violão mesmo, pra divertir o pessoal aqui é bom que também aprendo umas musicas pra cantar nas rodas de violão por aí!
  22. Esse ano passado escutei muito tipo de música, um pouco menos de violão instrumental, pq andava mto fissurado com Baden... Andei escutando outros violonistas, como o Nelson Angelo e Paulinho Nogueira, que tem ótimas sonoridades, Bert Jansch, e sua banda Pentangle (folk jazz), e Davy Graham (inventor da afinação DADGAD), e de jazz particularmente o guitarrista Wes Montgomery. Agora o que mais escutei mesmo foi blues antigão, tipo Son House, Willie Dixon, Skip James, Lightnin Bolt, entre outros... escutei também alguns albuns que tinha baixado e nunca tinha paciencia de ouvir, tipo Dori Caymmi, Milton Nascimento, Joyce, Chico Buarque, etc Agora no início desse ano tenho escutado, tocado e cantado musica caipira, de um livrinho de cifras que achei por aqui, muito Luiz Gonzaga, Tonico e Tinoco, Tião Carreiro e Pardinho,etc.
  23. hahaha Thats a nice story about Baden! Its great to know he also knew how to play it. I know catira from the state where I was born, called Goiás, in the Mid.West of Brasil. It is a really great kind of music, really moving and capable of raising the spirit of people who listen to it. It's lyrics are mostly joke lyrics, or more recently about the influences that the "progress" has made into the 'caipira' life-style. It's main instrument is the viola capira, which is like a guitar, but with 5 doubled-strings, and we have great players of viola in Brasil, like Almir Sater and Roberto Correa.. The first one learned to play with one of the greatest masters of the capirira style called "Pagode" (do not confuse it with the rythm from Bahia with the same name), named Tião Carreiro. It is something sad, thought, that even in the countryside of my state, that style is not being valorized as it should. Most younger generations never heard a viola capira, and some even despise it. I think in a country like Brasil, the folkloric culture should be more valorized and be more visible to everyone, as we should not be ashamed of our roots!
  24. Eugênio, gostei muito do que você tem falado no decorrer deste tópico. É de muita sensibilidade a questão, que você colocou, de que não podemos julgar obras de arte, de diferentes linguagens e origens, pelo mesmo critério de qualidade, pois caso contrário, estaríamos cometendo um ato de avaliação injusto.Também diria que para que possamos ser realmente justos ao julgar uma obra de arte, devemos, não só nos distanciar de nossas gostos pessoais, como sugeria o filósofo David Hume, mas também de nos distanciar de nossas referências de gosto, que viciam nosso julgamento sobre o que é bom e o que é ruim, acerca das obras de arte que contemplamos. No caso do tópico, também acho que no ambito da arte popular, existe uma liberdade muito maior de escolhas musicais, isto porque o músico lida com um publico amplo, e o que vale é que a mensagem que o músico queira passar, seja entendida pelo público, que não vai achar uma "aberração" se mandarmos um acorde com 7M na nota de repouso. Bacana você citar o Badeco também, que foi contra a regra até mesmo na elaboração dos sambinhas-bossa nova mais simples, como nas músicas Berimbau e Consolação, que ele usou simplesmente dois acordes pra basear a melodia principal (Am7 e Dm7). Além disso, ele já usou esses intervalos de 2m em diversas outras músicas, como na música Canto de Iemanjá, e na música Candomblé, que manda Dsus4 com um baixão em D# antes de resolver em D, que dá um efeito muito louco na música é só escutando pra acreditar.
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