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atilagmb

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  1. Para quem tem a unha realmente quebrada, aquele corte que surge na vertical, indo do branco em direção à raiz, o produto indicado pela dermatologista é um esmalte chamado betalfatrus. É hidrossolúvel, só passar água que sai, por isto é indicado para passar à noite, senão lavou a mão e deu. É caro pacas, 90 reais um vidrinho bem pequeno, mas dura mais de mês mesmo usando todos os dias.
  2. Não sou luthier, mas posso te passar a minha experiência pessoal. Tive um violão que o cavalete descolou, mas sem danificar o tampo. A solução dada pelo luthier que o reformou foi a colocação de dois pinos no cavalete, atarraxados por dentro. Assim, aguenta bem melhor a pressão das cordas. No meu caso, decorreu de o tampo ser muito fino e ter trabalhado com a pressão das cordas. Esta mesma solução foi utilizada no violão de 12 cordas de um conhecido meu. Não ha´maiores problemas para solucionar.
  3. No meu entender, pelo que pude ver pelas fotografias, prefiro o plenossom. Além do aspecto estético, no qual o plenosom dá de 10, tem a questão de este apoio ser muito alto em relação à curvatura do violão, o que altera o ângulo do braço, causando desconforto e possivel dores no ombro. É o que me parece.
  4. Eu tenho o apoio ergonômico do Judson e acho muito bom. quanto a eventuais danos no violão, melhor falar com o luthier antes, principalmente no caso de goma-laca. O meu violão é feito em verniz fosco (Lineu Bravo) e a ventosa não gruda de jeito nenhum. O Lineu me indicou colar uma fita somente nos locais onde as ventosas devem fixar. Deu certo, e não há risco de danificar o violão. Veja com o seu luthier qual o procedimento adequado. Quanto à qualidade do produto, altamente recomendável. Possui regulagem. Cuidar que há dois tamanhos disponíveis. Abraços, Átila
  5. Parabéns Shinfay Liu, os violões do Paulo Marcos estão dando o que falar. Muito bonito este jacarandá indiano, bem escuro, contrastando com o abeto bem clarinho. E estes tarraxas, além de boas, são lindíssimas. Bom proveito
  6. atilagmb

    Tarrachas Graf

    Felipe, eu não recebi a tabela. meu mail é atilagmb arroba uol ponto com ponto br
  7. A questão da "justiça" dos preços é extremamente relativa e deve ser analisada caso a caso. Depende da qualidade, do material empregado. Todos sabemos que os violões podem ser construídos com materiais que diferenciam muito o custo. Ex. uma tarraxa hand made e um jacarandá centenário. As outras sim, refletem que os violões top estão fora do alcance da maioria dos violonistas, o que se reflete, sobretudo, em virtude da diferença cambial e da procura do mercado estrangeiro, o que independe da vontade dos luthiers.
  8. atilagmb

    Tarrachas Graf

    Felipe, eu gostaria de receber a tabela com o custo dos principais modelos, e, se possível, foto destes. meu e-mail é atilagmb arroba uol ponto com ponto br. Abraços, Átila
  9. Achei interessante a curvatura da caixa de ressonância e o detalhe da inclinação do rastilho. aliado ao tornavoz são características peculiares que estão consolidando a identidade do Polegário.
  10. Se você está definitivamente determinado a aprender violão o seu pensamento tem de ser o seguinte: embora eu não tenha muito dinheiro para empregar em um violão, qual o máximo de que eu posso dispor. com este máximo, você tem que procurar o que é melhor na relação custo-benefício. Mas é importante você se dispor a empregar o máximo possível, para que o violão seja o melhor, dentro de suas possibilidades.
  11. Para guitarra elas têm boa aceitação e ganharam popularidade após serem utilizadas por Eddie Van Halen. Para violão, há muitas outras bem melhores.
  12. Julian, parabéns, você toca muito bem. e o som do violão é muito bonito. pena que tens que vendê-lo. como é o nome da primeira música que você tocou. muito bonita!
  13. Quero participar. Este disco, para mim, é uma obra-prima, tanto quanto a interpertração, quanto a escolha do repertório.
  14. Olá Anderson, aqui no Rio Grande do Sul são os poucos os luthiers, o que dificulta, porque o ideal é experimentar os violões antes de adquiri-los. Em Pelotas, tem o Eduardo Cordeiro, cujos violões são muito bons, mas ultrapassam este valor. Não sei se ele faz violões de estudo mais acessíveis. Em Sapucaia do Sul tem o Rodrigo Rocha, cujos violões estão na média de R$ 2.000,00, pelo que sei, mas não conheco a qualidade. Já ouvi falar que a relação custo benefício é muito boa, principalmente para o que tu pretendes, que não exige um top. O Eduardo Castanera não sei se ainda está em Porto Alegre, e também não sei a faixa de preço, mas não custa fazer uma consulta. Sei de bons violonistas que usam o violão dele. Sei também que há um luthier em Campo Bom, mas não me recordo o nome e não tenho referências. Não guardei porque vi um vídeo gravado com o violão dele e o som, particularmente, não me agradou. Mas isto é muito pessoal. Abraços, Átila
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