Jump to content

atilagmb

Members
  • Content Count

    111
  • Joined

  • Last visited

Everything posted by atilagmb

  1. Para quem tem a unha realmente quebrada, aquele corte que surge na vertical, indo do branco em direção à raiz, o produto indicado pela dermatologista é um esmalte chamado betalfatrus. É hidrossolúvel, só passar água que sai, por isto é indicado para passar à noite, senão lavou a mão e deu. É caro pacas, 90 reais um vidrinho bem pequeno, mas dura mais de mês mesmo usando todos os dias.
  2. Não sou luthier, mas posso te passar a minha experiência pessoal. Tive um violão que o cavalete descolou, mas sem danificar o tampo. A solução dada pelo luthier que o reformou foi a colocação de dois pinos no cavalete, atarraxados por dentro. Assim, aguenta bem melhor a pressão das cordas. No meu caso, decorreu de o tampo ser muito fino e ter trabalhado com a pressão das cordas. Esta mesma solução foi utilizada no violão de 12 cordas de um conhecido meu. Não ha´maiores problemas para solucionar.
  3. No meu entender, pelo que pude ver pelas fotografias, prefiro o plenossom. Além do aspecto estético, no qual o plenosom dá de 10, tem a questão de este apoio ser muito alto em relação à curvatura do violão, o que altera o ângulo do braço, causando desconforto e possivel dores no ombro. É o que me parece.
  4. Eu tenho o apoio ergonômico do Judson e acho muito bom. quanto a eventuais danos no violão, melhor falar com o luthier antes, principalmente no caso de goma-laca. O meu violão é feito em verniz fosco (Lineu Bravo) e a ventosa não gruda de jeito nenhum. O Lineu me indicou colar uma fita somente nos locais onde as ventosas devem fixar. Deu certo, e não há risco de danificar o violão. Veja com o seu luthier qual o procedimento adequado. Quanto à qualidade do produto, altamente recomendável. Possui regulagem. Cuidar que há dois tamanhos disponíveis. Abraços, Átila
  5. Parabéns Shinfay Liu, os violões do Paulo Marcos estão dando o que falar. Muito bonito este jacarandá indiano, bem escuro, contrastando com o abeto bem clarinho. E estes tarraxas, além de boas, são lindíssimas. Bom proveito
  6. atilagmb

    Tarrachas Graf

    Felipe, eu não recebi a tabela. meu mail é atilagmb arroba uol ponto com ponto br
  7. A questão da "justiça" dos preços é extremamente relativa e deve ser analisada caso a caso. Depende da qualidade, do material empregado. Todos sabemos que os violões podem ser construídos com materiais que diferenciam muito o custo. Ex. uma tarraxa hand made e um jacarandá centenário. As outras sim, refletem que os violões top estão fora do alcance da maioria dos violonistas, o que se reflete, sobretudo, em virtude da diferença cambial e da procura do mercado estrangeiro, o que independe da vontade dos luthiers.
  8. atilagmb

    Tarrachas Graf

    Felipe, eu gostaria de receber a tabela com o custo dos principais modelos, e, se possível, foto destes. meu e-mail é atilagmb arroba uol ponto com ponto br. Abraços, Átila
  9. Achei interessante a curvatura da caixa de ressonância e o detalhe da inclinação do rastilho. aliado ao tornavoz são características peculiares que estão consolidando a identidade do Polegário.
  10. Se você está definitivamente determinado a aprender violão o seu pensamento tem de ser o seguinte: embora eu não tenha muito dinheiro para empregar em um violão, qual o máximo de que eu posso dispor. com este máximo, você tem que procurar o que é melhor na relação custo-benefício. Mas é importante você se dispor a empregar o máximo possível, para que o violão seja o melhor, dentro de suas possibilidades.
  11. Para guitarra elas têm boa aceitação e ganharam popularidade após serem utilizadas por Eddie Van Halen. Para violão, há muitas outras bem melhores.
  12. Julian, parabéns, você toca muito bem. e o som do violão é muito bonito. pena que tens que vendê-lo. como é o nome da primeira música que você tocou. muito bonita!
  13. Quero participar. Este disco, para mim, é uma obra-prima, tanto quanto a interpertração, quanto a escolha do repertório.
  14. Olá Anderson, aqui no Rio Grande do Sul são os poucos os luthiers, o que dificulta, porque o ideal é experimentar os violões antes de adquiri-los. Em Pelotas, tem o Eduardo Cordeiro, cujos violões são muito bons, mas ultrapassam este valor. Não sei se ele faz violões de estudo mais acessíveis. Em Sapucaia do Sul tem o Rodrigo Rocha, cujos violões estão na média de R$ 2.000,00, pelo que sei, mas não conheco a qualidade. Já ouvi falar que a relação custo benefício é muito boa, principalmente para o que tu pretendes, que não exige um top. O Eduardo Castanera não sei se ainda está em Porto Alegre, e também não sei a faixa de preço, mas não custa fazer uma consulta. Sei de bons violonistas que usam o violão dele. Sei também que há um luthier em Campo Bom, mas não me recordo o nome e não tenho referências. Não guardei porque vi um vídeo gravado com o violão dele e o som, particularmente, não me agradou. Mas isto é muito pessoal. Abraços, Átila
  15. atilagmb

    Plenosom

    Recebi meu plenosom e achei muito bom. Assim como o Guto e o Humberto notei uma diferença no som, decorrente de o braço não enconstar no tampo. Parece que tem um pouco mais de brilho. A ausência de contato do braço não abafa o som. E o conforto também é indiscutível. Não usei muito para saber se ele vai desgrudar com o tempo. Da Matepis eu tenho o apoio ergonômico, e gosto muito. Também adere ao violão por ventosas, e tem regulagem de altura, a qual varia bastante, conforme o gosto. Particularmente, acho melhor que o banquinho, porque os dois pés ficam no chão e a coluna fica mais correta. Abraços, Átila
  16. Olha aí, esta pedra já foi cantada no fórum. se isto se confirmar, pior para quem adquirir o violão, pois vai ter um bom violão com fama de ruim e sem preço de revenda. Espero que a Tagima não repita o erro, que, inclusive, já estigmatizou a marca e cria certa relutância na aceitação deste (bom) violão de luthier.
  17. atilagmb

    Plenosom

    Legal Humberto, eu estava querendo saber, justamente, como era no verniz fosco. o teu violão é Lineu Bravo?
  18. Não sei se isto ajuda muito, mas tenho um Gianinni adquirido em 1983 que tem a cabeça igual a esta, e o detalhe dos filetes no cavalete e na lateral do violão também. Só que o mosaico do meu é diferente. É um pouco mais trabalhado. Você tentou baixar o catálogo disponível no site da Gianinni? Lá tem vários modelos. Talvez não o esteja localizando por causa de equívoco na data de fabricação.
  19. atilagmb

    Plenosom

    Eu também garanti o meu, Guto. Obrigado. Ele disse ter enviado três hoje ao meio-dia. Deve ter sido os nossos. PS: ficar colocando e tirando o tempo todo a ventosa não é pior do que deixar eternamente. não dá mais risco de acontecer um acidente quando tira?
  20. Ele usa um Tarrega, mas feito há décadas, na época em que, acho eu, os violões de marca também eram feitos por luthiers. É porque este violão, dizem, é muito bom para bossa nova, embora não o seja para música clássica.
  21. No Rio Grande do Sul ainda tem o Maurício Marques. Abraços, Átila.
  22. A minha tá ai na fotografia. Coisa mais linda. Um ano e meio. Já passa as mãos nas cordãos do violão quando está no suporte. Filho é tudo de bom. Embora todos pensem que dá trabalho, relaxa mais do que incomoda.
  23. Aqui no RS ainda tem às pencas para venda nas bancas. Mas há tempos o jornaleiro já havia me dito que estava parando a reposição.Desculpe, deu falha no texto acima. Não sei o que aconteceu. Mas como ia dizendo, acho que ainda são feitas, mas em menor quantidade, é só com cifras de músicas mais comerciais.
  24. Parabéns a todos os membros do fórum e, em especial, aos moderadores. Concordo, a coisa é tão bem feita que até achei que o fórum tivesse mais tempo. É só seguir fazendo este belo trabalho que o sucesso é decorrência.
×
×
  • Create New...