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leomoreira

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  1. Foi razoável... consegui desenvolver um pouco mais a técnica no 11 cordas a ponto de ter um pouco de coragem para arranjos de música clássica. Estou também fazendo o curso de violão brasileiro com o Penezzi... gostaria de ter dedicado mais, mas é a velha história: something is better than nothing rsrs.
  2. Eu nem conheço o Penezzi pessoalmente, mas fico feliz dessa proximidade dele com o Yamandu. Acho o Penezzi monstruoso, mas não sei se é valorizado $$$ à altura. Diferente do Yamandu.
  3. É interessante essa questão da cor sonora de cada corda do violão e como isso varia muito de gosto para gosto. Eu sempre me dei bem com a cor própria que as cordas geralmente carregam (Salvo exceções deste e daquele encordoamento), portanto nunca tive problema com essa cor escura da corda sol, ou do som geralmente aberto da corda mi. Essa corda sol encapada, por exemplo, me desagrada um bocado. Mas a melhor solução para isso é de fato testar vários encordoamentos ou combinações de diferentes encordoamentos no violão e ver qual soa mais agradável.
  4. Não é questão de achar que tudo do passado era melhor, apenas de analisar o que se tem documentado e comparar com o que acontece atualmente. No século XIX essa realidade elitizada da música boa não existia mais, pois a música já tinha saído das cortes e se mudado para os grandes teatros. E os espetáculos lotavam não só com presença da elite, mas da classe média emergente por causa da Revolução Industrial. Pessoas como Rossini e Verdi ficaram milionários fazendo música de altíssima qualidade. Aí eu pergunto: quem no mundo atual está milionário fazendo música de altíssima qualidade? É claro que
  5. Isso é verdade. O problema e´que o nível de complexidade do entretenimento musical é cada vez mais baixo, o que faz com que o jazz, choro, música clássica, fiquem ainda mais distantes dos ouvintes comuns. Há 200 anos entretenimento era (na Europa) Rossini, Puccini, Donizetti... Creio que a falta de espaço da música mais crerebral se dá também devido à escolha de uma meia dúzia de produtores musicais que dominam o mainstream, não simplesmente pelo fato da música ser complexa. Se assim o fosse, a Bossa-nova não teria feito tanto sucesso. Há muita complexidade em "Wave", "Corcovado", e as p
  6. Ou seja, a grana continua concentrada no entretenimento. Sinal de que a democratização por si só e o enfraquecimento gradativo da mídia aberta ainda não são suficientes para tornar o meio musical mais justo. Não se recebe para tocar Garoto e e´ possível ficar milionário tocando Michel Teló.
  7. Assisti um video feito durante a gravação deles no facebook e e´só pedrada (no bom sentido). Imagino que o resultado seja este mesmo.
  8. No caso de arranjos, acho que o gosto tambem conta muito. Eu procuro manter melodia, harmonia e andamento intactos. Ha muitos outros que gostam de ornamentar as melodias, carregar nos arpejos, mudar as harmonias, andamento, etc. Ainda que o conhecimento esteja por tras de qualquer arranjo, penso que o gosto pessoal do arranjador fala ainda mais alto que os outros fatores.
  9. Ele e' muito intenso mesmo. Mas acho que o julgamento mais honesto ocorre depois de assisti-lo ao vivo. A atmosfera que ele cria e' algo excepcional!
  10. Gosto e' gosto mesmo. Mas acho importante compreender o por que do som o do Yamandu. Para mim, e' claramente um som ritmico, percussivo. Ja vi violonista com formacao classica de primeira linha tocando musica brasileira com bom suingue, mas com um som pastoso. Quando o assunto e' violao ppular, seja brasileiro ou espanhol, creio que sons "a la Yamandu" ou violonistas flamencos sejam mais adequados, devido a questao ritmica, de suingue, balanco, etc... Mas gosto e' gosto. Eu, particularmente, acho muito interessante esse som percussivo.
  11. Nao conhecia a veia popular do Douglas Lora, apenas seu trabalho no Brasil Guitar Duo com o Joao Luis. Nao ha o que falar... bom demais!
  12. Tambem andei procurando, mas achei pouquissimos videos no YouTube, todos "antigos".
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