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gfr

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  1. gfr

    Zoom Q3

    Microfones externos (com phantom power) e pode ser usado como gravador multipistas (com efeitos embutidos). Os microfones internos devem ser idênticos, os chips de A/D devem ser no mínimo idênticos (talvez por ser mais novo até tenha chips que suportem taxas de amostragem mais altas - não que isto faça a mínima diferença na prática), e a fonte pode ser até menos ruidosa que a do H4 (uma vez que não precisa converter os 2.4V das pilhas em 48V pro phantom power). Eu chutaria que (usando somente os mics internos) provavelmente a qualidade é a mesma, e se bobear corre até o risco do Q3 ser um pouco melhor (talvez imperceptivelmente). A grande vantagem do H4 é a flexibilidade. É um estudio completo que cabe no bolso.
  2. gfr

    Cordas

    Quanto ao álcool (especialmente o isopropílico que é brabo): cuidado pra não respingar no verniz!!!!
  3. Tem dois tipos de "casco de cavalo", a "base fortalecedora para unhas", que é tipo um esmalte incolor (deve ser este que você usou, Mário), e o "vitalizante para unhas", que é o tradicional, você passa e ele evapora, não fica sinal de que usou, só vão te sacanear se você ficar aplicando na frente dos outros Dependendo do estilo, dá pra tocar o baixo elétrico com palheta, é uma opção, toca com palheta o mais que der e reserva as unhas pras horas absolutamente necessárias.
  4. Defina "mal gravado". O "unha e carne" tem composições maravilhosas, em arranjos maravilhosos, tocados por um intérprete que se destaca mesmo num cenário onde a concorrência é barra pesadíssima (o Tardelli está num patamar realmente à parte), em performances excelentes, e dá pra sentir isto tudo na gravação - então por aí não se poderia dizer que é uma "má gravação", muito pelo contrário, é uma gravação excelente, e é um disco obrigatório. Mas, infelizmente, o "unha e carne" tem excesso de compressão, tem distorção nos picos. Isto não é o que eu acho, não é opinião, não é subjetivo. Isto é um defeito em um aspecto da gravação, num disco que poderia ser perfeito. O disco tem muito menos dinâmicas do que eu pude ouvir o Tardelli recentemente fazendo ao vivo, mesmo em músicas mais "porradas" como baiões e frevos (e isto com uma amplificação que deixou bastante a desejar). O resto é tão bom, que quando a gente ouve, abstrai deste problema e curte o que tem de excelente (e quem não consegue abstrair disto perde a oportunidade de aproveitar um dos melhores discos dos últimos tempos - e não estou falando em "discos de violão"). Eu penso que SE o disco respeitasse o trabalho de dinâmica do Tardelli, ia ser ainda melhor, com mais impacto, ainda mais prazeroso de ouvir, e torço para que nos próximos discos dele tudo seja cada vez melhor. Então, neste sentido, de que o disco não é fiel ao que o Tardelli faz (dá pra "sentir", mesmo comprimido, que o Tardelli trabalhou bastante a dinâmica nas performances do disco), e de que este aspecto da gravação é talvez a única coisa "não perfeita" neste disco, poderia se falar em "mal gravado". Minha opinião é que se o Tardelli achasse que trabalhar dinâmica são "nuances forçadas e violonismos exagerados", e que aquele som massacrado do CD é "natural" e "inovador", ele não faria exatamente o oposto ao vivo. Aliás, não sei como pode ser "natural" um rasgueio pegando as seis cordas não soar mais alto do que uma escala, que é o que acontece logo na primeira música. Aliás, as próprias escalas teriam seu contorno dinâmico se não fosse tão comprimido (dá pra "sentir" e imaginar como seria). Um argumento que muita gente levanta é que o disco não seria mais nem menos comprimido do que outros discos, de violão ou não, clássicos ou populares. Infelizmente, isto é verdade, e não faltam exemplos de discos (alguns excelentes) com esta característica. Mas não é por isto que que eu vou achar isto bom. Se tem quem acha, parabéns. Pra quem acha o som ultra comprimido inovador, moderno, com mais (falso, na minha opinião) punch, sei lá, que tal fazer o seguinte: registrar-se a gravação respeitando a performance do intérprete, e aí, pra quem quisesse ouvir comprimido, tem zilhões de plugins de compressão e limitação, muitos gratuitos, pra vários players, seria só ligar o plugin e ouvir feliz, mas pelo menos quem preferisse ouvir as dinâmicas do intérprete teria como.
  5. É verdade. No erudito tem uma supersafra estupenda.
  6. Concordo com o Álvaro, as condições hoje são bem diferentes, além dos prêmios citados, bem ou mal naquela época tinha selos como o Som da Gente, a Kuarup, e não existia o fenômeno das trocas de arquivos pela internet, etc. O Marcus Moraes eu já vi tocando e ele realmente merece ser muito mais conhecido. Outro nome interessante que eu me lembrei agora (naquela área cinzenta entre erudito e popular) é o Thomas Saboga, com o quarteto dele, o Impressons (tem no my space também), eles lançaram um cd agora (não ouvi ainda, mas já ouvi eles ao vivo e as composições do Thomas são muito legais).
  7. Pra mim o Brasil perdeu pro juiz, e não pra Holanda.
  8. Dá pra comprar os estudos também assim em pdf, ou só as músicas avulsas?
  9. Segue as dicas sobre o setup deste blog acima e você não vai ter problemas com os overdubs. O "X" da questão é não usar o que ele chama de "Software Monitoring". 1) Prés em cascata ficaria muito ganho, o que leva a muito ruído, muita distorção e instabilidade. Mas provavelmente todas estas interfaces com pré embutido tem algum modo de bypassar ou neutralizar o pré embutido pra poder usar com um pré externo, caso se deseje. 2) Acho que firewire (ou ieee1394 ou não-sei-o-quê-link, como a Sony chama) é teoricamente mais rápido, mas uma interface usb 2.0 que realmente funcione na velocidade máxima deve ficar bem próximo em desempenho. Não tenho certeza destes números. Pra gravar dois canais a USB sobra tranquilamente, e ainda é compatível com um número maior de computadores, caso você queira usar a interface na casa de um amigo, por exemplo.
  10. "What is latency? (and why you don’t care)" http://www.benvesco.com/blog/the-digital-age/2008/latency/'>http://www.benvesco.com/blog/the-digital-age/2008/latency/ Aliás, é um blog interessante: http://www.benvesco.com/blog/ http://www.benvesco.com/blog/tracking/ "Home Recording Basics: 1 – Getting set up" http://www.benvesco.com/blog/the-digital-age/2008/basics-setup/ "Home Recording Basics: 2 – Creating a project" http://www.benvesco.com/blog/the-digital-age/2008/basics-projects/ # Home Recording Basics 3: Recording your first tracks http://www.benvesco.com/blog/the-digital-age/2008/basics-recording/
  11. Mário, Uma latência ultra baixa é de importância vital, se e somente se, você pretende aplicar efeitos (VST's) em tempo real ao próprio sinal que está sendo gravado, ou se quiser usar o computador como uma super pedaleira. Nestas situações, mesmo com uma latência ultra baixa, você provavelmente ainda vai ficar incomodado. Pra aplicações tipo gravar um instrumento, depois em outra trilha gravar outro instrumento com o(s) instrumento(s) já gravado(s) (ou sintetizados por um VSTi) tocando em playback, pra depois editar e mixar, a latência não tem importância nenhuma (se o sistema estiver bem configurado), por que o software de gravação faz a compensação automaticamente e fica tudo perfeitamente sincronizado. Vou te passar um link com isto bem explicado, deixa eu encontrar nos meus bookmarks. Eu iria de interface USB ou firewire, e não de placa interna, pela flexibilidade. Um pré separado da interface (seja ela externa ou interna), teoricamente deve dar uma melhor qualidade sonora, simplesmente pelo fato de manter o sinal fraquinho que vem do microfone mais isolado dos circuitos digitais. Mas numa interface de boa qualidade, numa aplicação de home studio (aonde ruído ambiente e acústica, estes sim são os principais problemas), não deve haver diferença na prática. Mesmo assim pode ser uma boa ter cada função num equipamento separado novamente por uma questão de flexibilidade. Outra coisa a considerar: se é um estúdio da banda-do-eu-sozinho, você provavelmente vai sempre gravar um instrumento de cada vez, no máximo dois quando aparecer um amigo ou se você quiser cantar e tocar ao mesmo tempo. Neste caso, você só precisa de uma interface que grave dois canais por vez, o que é bem mais barato. Se você pretende colocar um monte de gente tocando com um monte de microfones espalhados e gravar cada um numa pista, vai precisar de uma interface capaz de gravar vários canais simultaneamente (por exemplo, 8), além dos vários microfones e prés (ou um mixer com pré de mic e saídas auxiliares em cada canal).
  12. Que se abuse de compressão num CD do Metallica já é ruim, agora, em CDs de violão ou música clássica, eu já acho surreal. Mas infelizmente esta tendência existe. http://www.violao.org/index.php?showtopic=8328&hl=masteriza%E7%E3o "Disclaimer:" E antes que se levante polêmica sobre o assunto, adoro o Tardelli, acabei de assistir um show dele no ciclo violonístico de Niterói e acho ele do primeiro time do violão popular no Brasil, talvez o melhor atualmente. A minha observação sobre o "Unha e Carne" é quanto a um aspecto da sonoridade da gravação, e só.
  13. gfr

    Dica de Amplificador

    Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa . O PA vai distribuir melhor o som, vai permitir que o balanço com outros instrumentos e cantores seja melhor, idealmente em qualquer posição da plateia, etc. O ampli de violão é otimizado especificamente pra violão, então ele pode soar melhor, ou ser mais flexível ou fácil de ajustar, pelo menos pra quem está ali "ao alcance dele", mas não necessariamente pra plateia toda. De qualquer forma, mesmo que vá plugar num PA, é uma boa ideia plugar primeiro num pré específico pra violão e depois mandar pro PA... Ou ter um ampli como "retorno" pessoal no palco e o PA mandando pra plateia. Ivanhoé, dá sua opinião aí!
  14. Sabia que conhecia aquele símbolo! "Antigos espíritos do mal, transformem essa forma decadente em Mumm-Ra!!!"
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