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rods

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  1. Eu não tenho nenhum contato com o universo acadêmico, em particular na área de música, portanto minha opinião é de leigo. De quem vê de fora. Mas a minha impressão é que a nova geração é menos apegada a esses aspectos (popular x clássico). Muita gente boa parece estar trabalhando relacionado a música popular ou a alguma interseção entre a música popular e a clássica. Ulisses Rocha, Marcello Gonçalves, Elodie Bouny, Gilson Antunes, Alessandro Borges são nomes que me vem a mente. Rodrigo
  2. Show amanhã (sábado 18/11/2017) e domingo (19/11) https://www.sescsp.org.br/programacao/137011_YAMANDU+COSTA+E+ALESSANDRO+PENEZZI Rodrigo
  3. Garoto - O Gênio das cordas - Documentário

    Poisé! É do mesmo pessoal que fez esse álbum de partituras que tá no violãobrasileiro.com.br (livro garoto). Esse link parece ser uma "amostra grátis" desse outro trabalho. Não estou no momento de comprar nada, mas esse livro parece ser daqueles que vão esgotar e não vão ter uma segunda edição. Quem comprou, comprou ... Rodrigo
  4. Garoto - O Gênio das cordas - Documentário

    Vi hoje esse lançamento na freenote. Mas não tenho mais informações: http://freenote.com.br/produto.asp?shw_ukey=43025204002PGV6YZV Rodrigo
  5. Lendo esse post no blog do nassif fiquei curioso sobre esse "jazz manouche brasileiro" e procurei sobre o violonista Bina Coquet que é citado na reportagem. Achei muito legal. Achei no Apple Music um álbum dele (o nome do album é Bina Coquet) que tem entre outras coisas deliciosas versões de Palpite Infeliz e de Doce de Coco. Pra quem gosta desse estilo "Django Reinhardt" de violão/guitarra vale a pena conhecer. Aqui ele toca "Pagode Russo" do Luiz Gonzaga: Rodrigo
  6. SongBook Sérgio Sampaio

    Gosto muito do Sérgio Sampaio. Grande compositor, que morreu cedo mas deixou uma obra razoável. Fiquei surpreso ao navegar na freenote e encontrar um songbook dele. Parece interessante. Vou comprar. Buscando informações sobre isso encontrei esse link. Rodrigo
  7. Olá pessoal. Apesar de estar muito familiarizado com computação e internet (trabalho relacionado com isso) sempre tive uma certa resistência e nunca cheguei a usar com regularidade nenhum serviço de streaming. Cheguei a usar um pouco do spotify no passado, mas na época meu celular era ruim e apesar de ter gostado do serviço não continuei. Há algumas semanas meu irmão me incluiu em sua conta familiar do serviço Apple Music e venho usado com mais regularidade e de maneira geral tenho gostado do serviço. Em particular o fato de poder baixar músicas que me permite ouvir depois de qualquer lugar sem gastar banda. Mas tem uma coisa que tem me encafifado e não me conformo que seja assim. Talvez seja eu que não saiba usar o serviço, mas acredito que é assim mesmo (me lembro que no spotify eu tinha a mesma reclamação). Desde a época do vinil (quando comecei a consumir música), sou daqueles "ratos de encarte". Adoro saber dos detalhes. Quem tá tocando o violão nessa faixa? Quem tá tocando baixo naquela? Quem produziu ? etc. No Apple Music não consigo saber nem o autor da música. Quanto mais informações da gravação. Não tem nenhuma informação de encarte. É isso mesmo? Será que só eu que sinto falto disso ? É assim mesmo que funciona? OK, podemos recorrer ao google, mas não seria razoável colocar uma opção de informações ? O que vcs acham ? Acho engraçado que nessa era de facilidade de informação (diria até de excesso de informação) temos menos informação do que tínhamos na época do vinil.
  8. http://g1.globo.com/musica/blog/mauro-ferreira/post/yamandu-e-penezzi-poem-latinidade-no-violao-do-brasil-em-quebranto.html Com lançamento programado para 26 de maio de 2017, em edição da gravadora Biscoito Fino, o álbum Quebranto junta os violonistas Yamandu Costa e Alessandro Penezzi. Com 13 músicas (Amigo bonilha, Bolero negro, Capitão do mato, Chaparral, Chico balanceado, Dayanna, É chorando que se aprende, Meus gurizinhos, Quebranto, Samba pro Rafa, Saracoteco, Valsa morena e Valsa seresta nº 1), o disco celebra a escola do violão brasileiro com alta dose de latinidade. Gaúcho de Passo Fundo (RS), Yamandu evoca toques portenhos que chegam ao Sul do Brasil através da Argentina. Já Penezzi, paulista nascido em Piracicaba (SP), embute influência da escola flamenca de violão no toque dos temas deste CD instrumental que une dois virtuoses prestigiados no universo musical brasileiro.
  9. Ijexá, violão solo

    Muito bom.
  10. Songbook Nelson Cavaquinho

    Depois da morte do Chediak teve alguns lançamentos. Acho que os do Ari Barroso e o do Toquinho são posteriores à morte do Chediak. Rodrigo
  11. Songbook Nelson Cavaquinho

    Dilson. Acredito ser lançamento recente. Ou seja, depois da morte do Chediak. No link da Freenote, nas informações do songbook, a editora listada é a Vitale. Deve ter alguma parceria entre a Vitale e a Lumiar. Rodrigo
  12. Acredito que seja lançamento recente da Lumiar. Ao menos eu ainda não tinha visto. Estou curioso. Gosto bastante das músicas dele: http://freenote.com.br/produto.asp?shw_ukey=42830141222MC17C74 Rodrigo
  13. Joga um 7 aí

    Vi os três episódios. Gostei. O Gian é um cara simpático, tá tocando muito bem, e por enquanto só tem fera nas entrevistas. Ele não é um entrevistador nato, e às vezes parece um pouco perdido, mas acho que é questão de se acostumar. Dr. Pacheco. Não sei muito bem qual a ideia, mas acredito que todos os episódios serão divulgados no youtube. Rodrigo
  14. Joga um 7 aí

    O Gian Correa (sete cordas paulista) tá com um projeto que me pareceu interessante. Chama-se "Joga um 7 aí". Copiando a descrição dos videos: "O objetivo é jogar um 7 cordas em gravações já existentes que não tenham sido gravadas originalmente com violão de 7. A cada episódio um novo violonista de 7 é convidado para dividir a gravação com Gian.A ideia é mostrar como cada violonista "se vira" nestas situações musicais, mostrar como a criatividade e o estilo de cada um se adaptam a este desafio. Além de tudo, não podemos nos esquecer de que tocar junto com gravações antigas faz parte de momentos íntimos dos violonistas de 7 cordas durante seus estudos diários.Depois do som rola uma rápida entrevista com o convidado, onde você vai saber um pouco sobre sua história e curiosidades." Eu ainda não consegui ver, mas os convidados são bons. O primeiro é o Rogério Caetano: O segundo é o Bozó; E o terceiro é o Paulão 7 Cordas: Rodrigo
  15. http://jornalggn.com.br/blog/laura-macedo/rogerio-guimaraes-em-interpretacoes-solos-de-suas-composicoes "Natural de Campinas, Rogério Guimarães (1900-1980) cedo se mudou para o Rio de Janeiro e, tal como outro paulista de renome - Américo Jacomino, o Canhoto -, ele utilizava as cordas do violão às avessas sendo, também, batizado de “Canhoto”. Teve sua obra registrada nas gravadoras Odeon, Parlophon e RCA Victor. Nessa última, em 1929, se tornou diretor artístico permanecendo no cargo por três anos, período esse que admitiu a novata Carmen Miranda, primeiro sucesso da gravadora, e tantos outros artistas. Ary Barroso, em entrevista concedida ao escritor/jornalista Paulo Mendes Campos à Revista da Música Brasileira (nº1/pag.10/setembro/1954), quando perguntado qual seria, em sua opinião, o melhor violonista ele citou o Rogério Guimarães. E todos sabem como o Mestre Ary era exigente em tudo. (..) " No link acima tem um texto (do qual eu copiei apenas o início, e vários links para algumas gravações. Achei interessante. Rodrigo
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