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CarlosEdu

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  1. Peça do pioneiro professor e violonista baiano Josmar Assis, dedicada a sua primeira notavel aluna Dra Cristina Tourinho. A peça é a primeira de album dedicado aos ex alunos de Josmar
  2. A primeira peça que vi meu prof tocar por musica em 1998 e que sempre admirei; segue em homenagem aqueles que me instruiram musicalmente e a todos os.professores anoninos e famosos do Brasil...
  3. Amigo e grande violonista brasileiro; a tempos acompanho seus arranjos, criações e baita musicalidade; em série do YouTube por ningue menos que Nelson Farias (pai musical de muitos de nós de distância) Sucessos Marcos César
  4. Obrigado meu amigo... Forte abraço; leia a descriçao(agradecimento).
  5. Saudaçoes prezados; a peça de hoje é um resgante de unica gravação em 1982 LPs do Prof. Josmar Assis(que por anos lecionou e coordenou cursos na Universidade Catolica de Salvador). "Frei Beda" foi composta por um antigo professor de violão da Bahia Antonio Félix Gonçalves(Bigode), lecionou nas decadas de 70-80 conforme ex aluno dele. Essa é a primeira gravaçao em video.
  6. Fala Eugenio tudo bem; Telefonei para sr Josmar a poucos sobre o video... Ele se aposentou em 2011; lançou dps esse livro onde consta a musica do topico. O homenageado sr Hadad meu amigo de choros a 22 anos; foi aluno de Josmar na decada de 60, o qual Josmar me disse ter sido um de seus melhores alunos ate hoje. Na verdade Josmar gravou 2 LPs naquela epoca; vi e ouvi a primeira vez em 1996 na casa de sr Hadad. A Bahia deve muito ao trabalho do Josmar; primeiro prof do violao academico na Bahia; tendo formado geraçoes. Abs
  7. Entrevista é preciosa; Marcos me enviou semana passada e tanto Ney quanto Turibio revelam otimas vivencias com o genial Raphael.
  8. Ah ta explicado talvez de onde veio tamanha vivencia do Vries com nossa musica; Mauricio gigantaço do choro e sobrinho de Altamiro Carrilho. Valeu Rods não conheço esses albuns.
  9. Dupla e singela homenagem ao prazo Josmar Assis (criador do primeiro curso de viola na Bahia); formou gerações. E ao amigo de decada e o aluno de Josmar sr Israel Hadad: Trata-se da ultima peça do livro que Josmar dedicou a varios eis alunos.
  10. Excelente violonista; tenho acompanhado suas postagens a algum tempo.
  11. Olá prezados, conversando com um amigo pessoal Marcos Dutra, sobre literaturas, enviei as fotos do que temos lido nesses ultimos 10 anos; e surgiu também a ideia da troca de informações aqui, curiosidade em *Saber o que estão lendo nesses últimos anos? Leituras indispensáveis? Onde compraram? Cataloguei as fotos que mandei pra ele(nosso material) em video com Segovia ao fundo musical tocando Guitarreo(C. Pedrell); mas não precisa ser video, podem postar escrito... Material Não Citado no video; e que precisaria mexer em velharias, desarrumar muita coisa: Somaria aos expostos um sem numero de dissertações tais como as de: *Dagma Eid; Fabiano Borges, Edelton Gloeden, Alisson Alipio, Thiago Colombo, Cyro Delvizio, Sidney Molina, Gilson Antunes "O Violão nos Programas de Pós-Graduação e na sala de aula: amostragem e possibilidades", esse trabalho impar do Gilson, abriu a mente para tantos bons trabalhos escritos no Brasil e que devem ser lido com calma e respeito; alem dessa tem Marcelo Brazil sobre Baden Powell e tantas outras sobre Choros, música brasileira etc , artigos (variados do Daniel Wolff; Zanon "O Violão Brasileiro depois de Villa Lobos"; "Forma e Estrutura na Musica Ocidental", "165 Conselhos de David Russell" e muitos outros; um sem numero sobre Baden Powell de Aquino), PDFs, outros livros memoráveis como "O Discurso dos Sons", "História do Violão/Norton Dudeque", "História da Música Ocidental", "Pequena História da Música", "Don Segovia Y Paquita", etc. Um Feliz 2018 a todos...
  12. Valeu Genio, legal. Vale gravar para nós apreciarmos ano que vem com calma!
  13. Feliz Natal que o verdadeiro sentido do natal encha cada lá de paz, saúde, harmonia familiar, fé, esperança!!!
  14. Ouvi a maioria de primeira mão, sensacionais e precisam ir a CD em sua maioria. Chega de Saudade tem de virar video urgente. Bye bye Brasil; aquela Dança Paraguaya de Barrios e os nacionais!!!
  15. Ano totalmente proveitoso; não gravei tudo que queria, mas no ano de homenagem aos 80 anos de Baden sairam: *Introdução ao Poema dos Olhos da Amada *Acalanto das Nonas *Primeiro Amor (Patapio), arranjo próprio em total homenagem ao LP de Baden "Rio das Valsas/Violão em Seresta" Villa não ficou de fora: Preludio 3 e Modinha (Seresta 5) Dilermando: *Noite de Lua E Arr. para "Edelweiss" (filme a noviça rebelde 1965). A chegada do violão Alhambra em Jacarandá do qual namorava a anos o som pelo Rafael Aguirre... Cuidemos bem de nosso tempo, pois é dele que a vida é feita...
  16. Sempre Yamandu, inspiração a toda prova!
  17. Eu também Eugenio, venho acompanhando cada arranjo do Rafael e sua simplicidade; com arranjos meteoricos. Um amigo pessoal queria alguem que pudesse pegar de um video a gravação exata de Bach e transcrevesse "ipsis literis/literalmente", indiquei o Rafael e o amigo me respondeu em MP que camarada excepcional essa tua indicação... A Dissertação super aguardada. Quero ler o trabalho da Elodie também que tem haver com a relação popular e classica do violão. Se pensarmos que Desde o Savio criou-se uma metodologia satisfatoria, daí depois o Atilio Bernardini e com as transcrições que o Ivan Paschoito fez de Dilermando, Chico Buarque e outros, e depois os geniais Bellinati e Ulisses criando peças bem fundamentadas para o popular alem de estudos; a incomensurável exposição e criação do Marco Pereira, o fato de se poder estudar e catalogar as coisas do Baden como o fez o Marcello Brazil(dissertação), o Alain Guimarães em livro e a Domenique D. em biografia; não se pode esconder amem ou deixe o trabalho colossal do Turibio em resgatar João Pernambuco; Ernesto Nazareth, despontar o baiano Nicanor Teixeira. O que ainda se pode estudar e aprender do Nonato Luiz; acho que o proprio Emanuel Nunes lançou um livro certo? Ouço falar a anos do Pedro Cameron que tem estudos assim; ou seja, existe uma metodologia em mãos. Ano passado violonista Luciano Lima editou, arranjou e lançou 75 cirandas do Villa ou foram 70 para violão solo. Então, a muito material que devo desconhecer, mas pelos citados já ah o que se usar. Li o livro do Rogerio Caetano assessorado pelo Marco Pereira, "7 cordas", e por aí vai. Então realmente acho que falta um pouco de interesse. A música popular brasileira isso inclui todos os citados de Baden a Raphael, de Yamandu a outros sempre foi pensada também pelo lado boemio, as bebidas etc. E aí novamente concordo com o Eugenio podem não considerar essas riquezas musica seria, que pena. O Flamenco é cultuado em seu país; a música peruana também.
  18. Topico pertinente. Verdade o Rafael se sobressai a cada arranjo. Bom no nosso caso Marcos aqui em Salavador-Ba, acho a coisa ainda mais limitada; por termos apenas 2 referencias academicas musical: *A UFBA cujo o foco essencial do violão é o violão clássico, mas com muitos aspirantes ao popular por amor e dedicação secundaria. *UCSAL (Universidade Catolica de Salvador), que sim, trabalha bastante os choros brasileiros e tem em seu bojo o excelente Chenaud que faz parceria com o dr Robson Barreto (UFBA) no choros uirapuru... Como tb o excelente Filipe Rebouças que pelo que sei tem feito um ótimo trabalho. *A FACESA (Faculdade Evangelica de Salvador) que era o único curso em paralelo onde me formei Licenciado em Musica e tive oportunidade de estudar com Vladimir Bomfim; embora tendo em seu quadro na maioria professores mestrandos e doutores da UFBA como Ekaterina Konopleva, Eudes Cunha, a propria coordenadora etc; fechou lamentavelmente depois de 11 anos de trabalho e formandos. A outra universidade publica que é a UNEB (universidade do Estado da Bahia), não possui musica em seu bojo. Em conversa privada com o amigo Marcos Cesar fui informado do curso de musica na UNEB, mas pesquisando aqui é algo ainda novo, e EAD: https://portal.uneb.br/noticias/2017/08/04/uneb-e-neojiba-lancam-curso-de-licenciatura-em-musica/ que ainda estreará em 2018.1, mas já é um passo importante. Essas estatisticas nos deixam sem muita opção nesse aspecto, e olhe o paralelo do que disse o amigo Rafael que é preciso uma vivencia especifica, então tocar uma peça ou outra não faz de ninguem especialista capacitado a ensinar esse estilo desbravado por Garoto, Dilermando, levado ao apice por Baden, Bellinati, Pereira, Raphael Rabello e agora Yamandu que é essencialmente prático. Quis expor o quadro do violão na Bahia, pois acompanho e comento a anos com amigos de outros Estados como Edson Lopes, Gilson Antunes, o próprio Zanon dessa carencia... E para um passo de cada vez essa incersão do violão popular solista aqui seria ainda mais gritante. Falando do tópico e de estarmos no século XXI chega ser ofensivo o país que tem um Garoto em seu nascituro; que produziu um Baden Powell (que gravou nada menos que 75 LPs/Cds e era aclamando no mundo em sua época, Japão, França, Alemanhã e EUA vibravam a suas cordas); depois tivemos o mais jovem e igualmente genial Raphael Rabello discipulo não por conscidencia do mesmo mestre Meira); um país que teve um Dilermando, um Laurindo Almeida, Luiz Bonfá, e não conserguirmos manter esse violão na ponta da essencia do ensino academico, ou eles foram personagens mitologicos, ou alguma coisa continua errado na forma de considerarmos a musica sem fronteira como diz o Yamandu; acho interessante a ponte que meu amigo Fabiano Borges faz entre o classico e o popular com igual respeito; um Marco Pereira essencialmente classico em sua formação (desde o seu prof Savio a seu mestrado em Paris), mas que na forma de compor é um gigante do violão brasileiro. Um país que tem um Marcello Gonçalves, um Yamandu(ser mitologico/lendário e a ser analisado "intelectual e musicalmente"), um país que tem um Hamilton de Holanda, que de quebra tem uma força da natureza como Alessandro Penezzi, e não deixa falta um Rogerio Caetano e mesmo assim, não tem esse tipo de violão na ponta, sim, é um país preconceituoso academicamente e que precisa crescer. Quando o duo Assad começaram diz a história que eram duramente criticado por fazerem Scarlatti com excelencia, mas não abandonar Ernesto Nazareth e outras bravuras brasileiras e latinas; quem são eles hoje, o maior duo de violão de todos os tempos; há quem diga que são outros, mais os Assad são 40 anos initerruptos de bravura de violão brasileiro a clássico eles são os maiores nomes no mundo. Em fim, é pano pra muita manga, e muitos retalhos me vem a cabeça. Tenho a aclamar o trabalho do pianista e maestro Ricardo Castro com o NEOJIBÁ projeto que completou 10 anos, em entrevistas na Concha Acustica anos atrás vi ele expor principais ideias; e mesmo sendo um dos maiores pianistas na Suecia, mas de origem baiana(Vitoria da Conquista), ele sendo essencialmente classico de formação e conquistas, tem cada vez mais inserido o nosso repertorio com brilhantismo no trabalho orquestral. Abs!
  19. És um dos maiores especialista brasileiro nesse repertório Latino Americano meu amigo; lado a lado com Yamandu.
  20. Cada vez melhor; imperdivel mesmo; voces e o guitar coop tem nos feito um favor incomensurável. Bravos Fernando, Heder e todos os envolvidos.
  21. Obrigado meu amigo e grande instrumentista; ver teus arranjos sofisticados como Chega de Saudade, Bye, bye Brasil, Eu só quero um Xodó, todos de antemão, são pura inspiração para mim. Abs!!!
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