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CarlosEdu

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  1. Reviver Baden Powell de Aquino, é respirar ao som de seus acordes temperados; as vezes suaves como na música em questão. Acalanto das nonas é uma brincadeira de variações, em que Baden realça melodias similares, com alguns arrobos euforicos manifestos pelos rasguedos aqui e ali. O próprio Baden tocando-a; mas assim como Segovia, muitos tocam uma coisa e escreviam outra, com variações e diferenças; essa versão dele tem outros instrumentos.
  2. Começam com uma linda "Aquarela do Brasil" (Ary Barroso)
  3. Geniais individualmente, certamente magistrais juntos, e em estudio em tão, lembro do primeiro CD que comprei do Yamandu com Armandinho; já pus esse na lista de compras.
  4. Sempre uma inspiração de bom gosto meu amigo. Não pare!!!
  5. Muito bom, Tom Jobim era um gênio em suas composições; gosto de quase todas as letras e arranjos que já ouvi. Bravos!
  6. Por uma “Velha Amizade”, os músicos sobem ao palco para celebrar este encontro de dois grandes instrumentistas brasileiros apresentando o álbum lançado em 2015. Alessandro Penezzi é considerado como um dos violonistas mais impressionantes da atualidade com temas gravados por artistas como Yamandú Costa (Dayanna), Beth Carvalho (Acabou a Brincadeira) e Danilo Brito (Abraçando). Já o clarinetista, compositor e maestro Nailor Proveta esteve ao lado de artistas como Milton Nascimento, Gal Costa, Edu Lobo, Raul Seixas, Natalie Cole, Ray Conniff, Sadao Watanabe, dentre tantos outros.NAILOR PROVETAclarinete e saxALESSANDRO PENEZZIviolão 7 cordasProdução:CAPUCHO PRODUÇÕESRepertório:JERINGONÇA (Alessandro Penezzi)CHORO A3VIDO (Nailor Proveta / Alessandro Penezzi)AO MESTRE (Alessandro Penezzi)CHORO PRA REBECA (Nailor Proveta)VIVENDO (Alessandro Penezzi)CHORO DE PROVETA (Alessandro Penezzi)ACERTA O PASSO (Pixinguinha)DISPLICENTE (Pixinguinha)CARNAÍBA NO BIXIGA (Nailor Proveta)TORCENDO A MEIA (Alessandro Penezzi / Nailor Proveta)UM A ZERO (Pixinguinha / Benedito Lacerda)
  7. Para mim é arrebatadora e profunda; E a internalização de Vinicius, faz do poema propriamente dito uma oração declamada rs:
  8. Valeu Marcão; vc de longe é grande inspiração; e a maior que tenho em Salvador, pela com dos arranjos e da execução. Olá Pacheco, grato por assisti; na verdade conheço a versão do Baden de traz pra frente, tá no celular a meses; mas interpretação é bem pessoal em termos de andamento; e sendo poesia, prefiri viajar milimetricamente nas seções; do que acelerar, se não viraria imitação e não foi o proposito, mas da a identidade do que sinto na musica internamente. Viajo deveras na interpretação cantada de Vinicius e outra da Elizeth Cardoso, com aroma mais romantizado, mais poetico; mas reflexivo. Mas claro, respeito tua opinião. Opa, sim, é o Yamaha CG142s Abs!
  9. Grande Marcos, minha maior inspiração local e amigo... Não me canso de ouvi esse arranjo adaptado (Raphael+Marcos Cesar), grande parceria.
  10. Saudações galera, depois de um tempo sem gravar, segue uma das mais lindas composições de Baden, inspirada no poema de mesmo nome do celebre Vinicius de Moraes, espero que se divirtam:
  11. Opa, mas um ano juntos, Feliz Natal e um 2017 cheio de paz, saúde e novas realizações para os colegas do forum.
  12. Obrigado Amorim! Mas a biografia oficial dele discorda de você; ele estudou 5 anos com Jodacil, e só ouviu música??? http://www.guinga.com/index.php/about-biografia "OS MAIS BELOS ACORDES DO SUBÚRBIO – Guinga (neé Carlos Althier de Souza Lemos Escobar), é carioca da zona norte do Rio de Janeiro – o bairro de Madureira –, onde nasceu em 1950. Foi por cinco anos aluno de violão clássico de Jodacil Damasceno. " http://www.terra.com.br/istoegente/117/reportagem/musico_dentista.htm Interessante http://cliquemusic.uol.com.br/materias/ver/genioso-e-genial--guinga-e-retratado-em-livro Gostei bastante http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa6126/guinga
  13. http://brazilianguitar.net/index.php?showtopic=3693&page=3
  14. Engraçado: Guinga só estudou com os pontas, com os mestres do Brasil, e vive dizendo não ter uma educação musical precisa rss. Academia não quer dizer nada. Segovia nunca foi academico, Villa Lobos também não; Yamandu também não então...
  15. Na primeira sequencia concordo plenamente, a exemplo Dilermando (para mim tanto como compositor quanto como interprete; e os caras considerados grandes hoje no Brasil, tem um respeito enorme por ele). Geniais, Baden Powell, Marco Pereira(vi de perto e foge a norma); Raphael Rabello(ainda bem que era brasileiro, um dos maiores músicos que já surgiu em qualquer parte do mundo)... E outros. Sobre Guinga, poxa, realmente sou encantado pela música dele; sua forma de compor e harmonizar sim, está acima da média.
  16. Pra quem não viu, são os dois respondendo tudo por mais de 1h:
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