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Dilson

Vossos Instrumentos

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:thumbsupsmiley: Apesar de ainda não ter aprendido a "domar" os "bichos". Tenho dois violões, um Di Giorgio modêlo master de 1.985 com tampo de Cedar escala em Ébano e um modêlo Estudo do Luthier Reinaldo Araújo, com fundo e laterais de Jacarandá Mineiro, tampo em Cedar e escala em Ébano. Se aprender a tocar compro um top, não sei de quem. :risadinha:

PS. Posteriormente postarei fotos dos dois instrumentos. :thumbsupsmiley:

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Olá para todos;

Meus filhotes são os seguintes:

Giannini C3 Asturias 7 cordas c/ captação B-Band

Tercio Ribeiro 7 cordas, cedro antigo, Tarrachas Dieter Hopf individuais. Baseado na planta do último violão do Raphael Rabello

Na fila para substituir o Giannini, um Saraiva 7 cordas c/ captação RMC

Abraço a todos,

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Olá para todos;

Meus filhotes são os seguintes:

Giannini C3 Asturias 7 cordas c/ captação B-Band

Tercio Ribeiro 7 cordas, cedro antigo, Tarrachas Dieter Hopf individuais. Baseado na planta do último violão do Raphael Rabello

Na fila para substituir o Giannini, um Saraiva 7 cordas c/ captação RMC

Abraço a todos,

Fala, Mtadeu! Tem fotos do Tércio? Poderia falar um pouquinho sobre o som da criança? Porque da inspiração no violão do Raphael?

Abraços!

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Samir, cidadão da Terra dos Crepúsculos Maravilhosos...

Seja bem-vindo!

Mais um possuidor de Del Vecchio. Depois vou querer ver umas fotos dele. (Ainda vou encontrar um Del Vecchio Dinâmico prá comprar). Ou encomendar um dinâmico com o Luciano Queiroz...

Humm...seu Giannini é um dos top atuais desta fábrica...

Gelão

Oi Gelão.

Você conhece a Terra dos Crepúsculos Maravilhosos?

Esse Del Vecchio que tenho é da década de 80, se não me engano. Já tive um bem mais antigo, qdo ainda era adolescente hehehe. Mas ficou com meu irmão e um dia sumiu. Consta que foi roubado (pelo menos é o que ele diz :risadinha: )

É, esse Giannini é dos tops da fábrica, mas não acho que valha o preço pedido por um novo, em torno de R$ 2.800,00 mais ou menos. Só o comprei porque estava muito barato. Pra você ter uma idéia, o que paguei não daria pra comprar o Fishman que vem nele. Está precisando de um ajuste na escala, mas como pretendo adquirir um instrumento de luthier, prefiro não gastar dinheiro agora. Talvez depois faça isso, porque, apesar de ser um Giannini, eu gosto do bichinho e ele quebra bem o galho pra tocar de vez em quando nuns barzinhos.

Abraço.

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Fala, Mtadeu! Tem fotos do Tércio? Poderia falar um pouquinho sobre o som da criança? Porque da inspiração no violão do Raphael?

Abraços!

Também fiquei curioso sobre esse violão, porque gosto muito da sonoridade do Raphael.

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Grande Bieberbach,

Seja bem-vindo! :cheers:

Negativo, Bieberbach... :nono:

Pelas fotos que ví dele, você pode situá-lo como construído ao final dos anos 60, início dos anos 70, sem medo de errar! :parabens:

Gelão

Gande Gelão,

bom saber dessa notícia

errei pra mais pra não pensarem que estava pagando embuste do violão.

parabéns pelo POLEGÀRIO. o Wellingtom está se destacando, o trabalho dele está se desenvolvendo, tou coçando os dedos e catando tudo quanto é moeda, tou louco pra um Pole encabeçar essa lista...

um abraço a todos

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Meus instrumentos:

01 Giannini Estudo, de 1981 - não tenho as especificações.

01 Giannini AWNC1, de 1977 - pinho alemão, jacarandá da bahia e ébano.

01 Antônio Barros, 2008 - pinho de abeto alemão, jacarandá boliviano e ébano.

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jacarandá boliviano

interessante, nunca ouvi falar.

Saberia me dizer se é mais parecido com o jacarandá indiano ou bahiano?

Não conheço o trabalho do Antônio Barros. Quais suas impressões do violão? Este luthier tem site?

abraço

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interessante, nunca ouvi falar.

Saberia me dizer se é mais parecido com o jacarandá indiano ou bahiano?

Não conheço o trabalho do Antônio Barros. Quais suas impressões do violão? Este luthier tem site?

abraço

O jacarandá boliviano está muito parecido com o baiano. Talvez um pouquinho mais avermelhado. Quanto ao violão, não tenho queixas. No início, me incomodava uma certa vibração das cordas, problema que foi resolvido quando as substituí por Pró Arté com tensão extra-high.

Volume, timbre, sonoridade atenderam à minha expectativa. Mas, o melhor de tudo, é a tocabilidade. Não consigo mais nem estudar nos outros dois violões. E olha que o meu C1, de 1977, é considerado um excelente instrumento.

O site do Barros já foi dado pelo Julian.

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