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Dilson

Vossos Instrumentos

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O jacarandá boliviano está muito parecido com o baiano. Talvez um pouquinho mais avermelhado. Quanto ao violão, não tenho queixas. No início, me incomodava uma certa vibração das cordas, problema que foi resolvido quando as substituí por Pró Arté com tensão extra-high.

Volume, timbre, sonoridade atenderam à minha expectativa. Mas, o melhor de tudo, é a tocabilidade. Não consigo mais nem estudar nos outros dois violões. E olha que o meu C1, de 1977, é considerado um excelente instrumento.

O site do Barros já foi dado pelo Julian.

Tem como colocar umas fotos desse C1 antigo?

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Tercio Ribeiro 7 cordas, cedro antigo, Tarrachas Dieter Hopf individuais. Baseado na planta do último violão do Raphael Rabello

Apesar da fama, é difícil ver alguém com um violão do Tércio. Comentários serão mais do que bem-vindos!

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Tem como colocar umas fotos desse C1 antigo?

Vou tentar fotografá-lo no final de semana e depois pedirei ajuda a alguém para postar as fotos, pois não domino a técnica.

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No início, me incomodava uma certa vibração das cordas, problema que foi resolvido quando as substituí por Pró Arté com tensão extra-high.

Engraçado como são as coisas, coloquei o mesmo encordoamento no meu violão flamenco esta semana. Os bordões ficaram ótimos, as primas toda vez que toco tenho vontade de chorar, que porcaria de som.

Neste violão já coloquei Dadario, Augustine Imperial e por incrível que pareça o encordoamento que melhor casou com ele foi um GHS que aqui em Brasília não consigo encontrar.

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Engraçado como são as coisas, coloquei o mesmo encordoamento no meu violão flamenco esta semana. Os bordões ficaram ótimos, as primas toda vez que toco tenho vontade de chorar, que porcaria de som.

Neste violão já coloquei Dadario, Augustine Imperial e por incrível que pareça o encordoamento que melhor casou com ele foi um GHS que aqui em Brasília não consigo encontrar.

Pois é, Dilson. Até receber este novo violão, eu só usava as Augustine Blue, com ótimo resultado.

O Barros enviou-me o violão com cordas Giannini Extra-Hard e recomendou-me a sua utilização nos primeiros 4 meses, com substituição a cada 40 horas tocadas. Não suportei a baixa qualidade daquelas cordas.

Como, nos primeiros 4 meses do violão, as cordas a serem utilizadas devem ser Extra-Hard, experimentei as D'addario Pró-Arté (EJ-44) e gostei muito.

Após esse período, eu experimentarei um jogo de Augustine Blue, mas estou quase certo de que vou optar pela manutenção das Pró-Arté.

Abraço.

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Olá companheiros do fórum,

No momento tenho dois violões:

- 1 gianini série estudo (utilizados para os churrascos da vida, e para dar pauladas em qualquer animal)

- 1 Autor 3 da Di Giorgio de 1984 (esse violão foi um achado: estava querendo comprar um bom violão. Fui até uma loja de instrumento musicais e comprei um EAGLE( não recomando nem para meu inimigo), voltei a loja e queria devolver o instrumento. O vendedor, que é meu conhecido, me ofereceu o Autor 3, já usado. Era um bom violão para o momento dos meus estudos. Estou com ele desde 2003.

Estou, como um monge budista, a espera de um violão do Wellington Polegário, previsto para julho (tampo de pinho, escala em ébano, fundo e lateral em jacarandá indiano- quem sabe ele arruma um jacarandá da bahia para mim?) heheheheehhehehehehehe (esta espera vai me matar de ansiedade). :risadinha:

Prendo ter mais dois violões: um com tampo de pinho e outro com tampo de cedro, talvez do Tessarin (minha preferência) no momento. E também tenho curiosidade de tocar em um 7 cordas (daí serão mais dois violões) :risadinha:

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Os instrumentos que tenho são:

01 Violão Giannini nylon mod. Ovation 1986 – Tem o som muito alto, porém um pouco anasalado, primas com bom som, bom instrumento, tampo maciço maravilhoso, muito lindo, com veios bem próximos, embora tenha um som que soe “diferente” devido ao fundo em fibra, o set-up deste violão foi feito por mim.

01 Violão Di Giorgio mod. Espanhol 1965, nylon: totalmente original, até as tarrachas e a capa, violão muito bom para Samba e Bossa Nova, que é o seu forte, soa muito bem com cordas Augustini Blue, que deixa seu som mais equilibrado, já foi “artista’ em uma novela do SBT, onde apareceu em várias cenas, gosto muito deste violão.

01 Violão Hofma/Jumbo Aço – 2007 simples, mas com captação eficiente (5 bandas), seu som plugado é muito bom, este é o meu violão para “ralar”.

01 Cavaquinho Dell Vecchio – 2001 – uso para estudo, falta “cores” em seu som, embora seja um instrumento macio, eu fiz o set-up dele, deixando-o muito melhor.

01 Banjo Luthier Constantini – sem data – excelente instrumento, timbre tendendo para o agudo (devido ao couro que instalei), braço fino e afinado até o ultimo traste, timbre muito bonito, som tão alto que até assusta, ótimo para acabar com fofocas, pois ninguém consegue conversar por perto com ele tocando, o amplificador pode ficar desligado, não faz falta, eu reformei totalmente este banjo, que estava em um estado lastimável, o antigo dono achava que era luthier... depois posto algumas fotos, só vendo para crer...

01 Banjo Dell Vecchio sem data, antigo, excelente banjo, embora tenha o braço mais largo e eu prefiro fino, o som é grave, e se parece muito com as gravações antigas do Arlindo Cruz, gosto muito do timbre deste instrumento, e ao contrário do cavaco da mesma marca, ele afina bem, somente precisei ajusar a altura das cordas, que estavam muito altas.

02 gaitas Hohner G e Em – É incrível como um instrumento tão pequeno pode ter um som tão belo, aconselho a quem quiser comprar uma gaita a comprar esta marca, é demais, comecei a aprender, mas não continuei.

01 flauta doce Yamaha, Soprano. bom para quem quer tocar música no serviço, e não pode carregar um instrumento grande, existem peças especificas para este instrumento, que possuem um belo resultado, aconselho a quem comprar a comprar uma flauta doce a comprar uma “contralto”, que tem o som mais adequado ao estilo barroco, o nosso amigo Julian mora na terra das melhores flautas do mundo, quem sabe um dia eu encomendo uma com ele :risadinha:

Instrumentos que quero comprar:

Violão de Luthier – Preciso de um violão bom, de pinho, para tocar musica clássica, e espero comprar um instrumento, mesmo que seja modelo estudo, a diferença com um feito na fabrica é grande demais...

Viola Caipira – o som dela é belíssimo, quero aprender a tocar viola, mesmo que seja somente acompanhamento, pode até ser uma viola comercial, pelo uso amador, que irei fazer dela.

Violão de 12 cordas – para acompanhamento é um dos melhores, o som é muito belo, e enche os ouvidos (no bom sentido é claro), quero um para tocar e cantar uns hinos na Igreja, outra de minhas paixões.

Abraços.

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01 Violão Giannini nylon mod. Ovation 1986 – Tem o som muito alto, porém um pouco anasalado, primas com bom som, bom instrumento, tampo maciço maravilhoso, muito lindo, com veios bem próximos, embora tenha um som que soe "diferente" devido ao fundo em fibra, o set-up deste violão foi feito por mim.

01 Violão Di Giorgio mod. Espanhol 1965, nylon: totalmente original, até as tarrachas e a capa, violão muito bom para Samba e Bossa Nova, que é o seu forte, soa muito bem com cordas Augustini Blue, que deixa seu som mais equilibrado, já foi "artista' em uma novela do SBT, onde apareceu em várias cenas, gosto muito deste violão.

oi fred

tem fotos destes dois modelos?

um abraço

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Além daqueles violões que já citei num tópico anterior, acabei de comprar uma viola caipira Giannini modelo GVSE 4 elétrica. Veja link aqui !

Comprei o livro "A arte de pontear viola" do Roberto Correa, achei muito bom, acabamento impecavel além do conteudo que é digno de uma monografia.

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Violões que tenho:

Comecei com um Del Vecchio bem vagabundo, mas que me acompanhou por muito tempo. Dei esse violão para um dos carregadores na última mudança de casa que fiz. O violão já estava parado fazia tempo. Ele era gostoso de tocar, bem macio, mas não afinava acima da 5 casa e já tava bem castigado.

Depois ganhei um Di Giorgio do meu vô. É um autor 3 de 1962. Um bom violão, mas não cheguei a tocar muito com ele, ele rachou entre a cabeça e o braço. Cheguei a consertar (mandei na oficina da Di Giorgio) e voltou a quebrar. Desde então está guardado. Pretendo levar num bom luthier para reparar novamente.

Comprei então um Yamaha. De cabeça não lembro o modelo, mas é um violão simples, e não tem captação. É o meu violão de guerra. Aquele que levo em viagens e em churrascos.

Depois comprei meu primeiro violão de autor, um JB 7 cordas - (isso deve ter sido lá por 1999, 2000).

E em 2005 eu comprei um Lineu Bravo (6 cordas).

Fora isso tenho:

1 cavaquinho Carlinhos. Comprei na Contemporânea por uma merreca. Ele tá meio mal acabado, mas tem um som legal.

1 clarineta Selmer (americana) de ebonite. Já toquei, mas tá encostada.

1 Sax alto. Esse sax eu nunca cheguei realmente a tocar. De cabeça nem lembro a marca. Talvez eu o venda, não tenho planos de me dedicar ao sax.

1 pandeiro.

Gostaria, nessa ordem, o primeiro provavelmente comprarei num futuro próximo e o último dificilmente comprarei nessa vida ;)

bandolim

violão tenor.

viola.

violão de aço. Mas tenho vontade de comprar um violão de seresta, não um folk.

7 cordas de aço. Estilo Do Souto. Pra ter aquele som do Dino.

requinto

baixolão

guitarra elétrica no estilo da Gibson ES-175

Rodrigo

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