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Cálculo de trastes

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Olá a todos,

percebi que o pessoal quer um modo seguro de calcular a posição dos trastes e compensação.

Coloquei num arquivo zip os dois recursos que uso: o programa wfret, que além de calcular imprime a escala (com a precisão da impressora, que é BEM maior que a que podemos conseguir com régua), e uma planilha desenvolvida por um engenheiro a pedido do Sérgio Abreu, que usa compensação embutida já no cálculo (nesse caso o rastilho fica na posição do comprimento total, sem compensação extra).

Para quem usa compensação individual por corda no rastilho (e eventualmente na pestana), é melhor o wfret. Para quem usa rastilho reto, a planilha do Abreu é muito eficiente em afinar até o fim da escala (a compensação varia a partir da 12ª casa).

http://rapidshare.de/files/39529656/Arquivo.zip.html

Abração a todos

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Esse artigo do Byers é excelente mesmo :thumbsup: O método dele funciona melhor que o do Gilbert.

As medidas dele (ao final da epopéia de equações ele dá uma sugestão de medidas para as D'Addario J45) são um referencial bem seguro para cordas e setup de altura "normais".

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Então uma compensação como essa proposta pelo Byers realmente faz a diferença?

Se sim, porque não é usado por todo mundo?

escalaa387.jpg

Como fica essa questão quando o cavalete é inclinado?

encli477.jpg

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Então uma compensação como essa proposta pelo Byers realmente faz a diferença?

Se sim, porque não é usado por todo mundo?

1) Porque tem gente que olha a explicação com geometria, física, derivadas parciais, e se assusta.

2) Porque tem gente que acha que se levar em conta geometria, leis da física, estas coisas, vai "contaminar" a arte com ciência e nunca será tão bom quanto o _______ (preencher com um luthier tradicional de sua preferência).

Eu acho curioso quando logo lá no início do artigo ele cita a "regra dos 18" que se usava antigamente, e diz que na prática acaba sendo mais razoável do poderia se supor a princípio, porque os erros acabam criando um pouco de compensação embutida.

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Não faço a mínima idéia. O artigo é de 1995, e não sei há quando tempo ele está disponível livremente na internet, então não sei nem se ele é muito conhecido ou ainda é "novidade". Felipe, tem alguma idéia? Aliás, também quanto a luthiers gringos, quem usa?

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