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Jacarandá da bahia e CITES no Brasil


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(perdoem o meu teclado sem acentos configurados)

Falei com o Rodrigo na epoca da tal "operaçao Woodstock". Ele me ligou para agradecer aos comentarios que fiz aqui no forum.

O Rodrigo foi vitrine da operaçao, graças a (se bem me lembro) um estoque de jacaranda que ele comprou em leilao (parece que havia madeira herdada tambem).

A papelada ainda nao estava 100% OK e como ele, alem de ter o maior estoque entre os luthiers, era exportador de violoes e possuia um patrimonia relevante, a operaçao focou nele, cometendo o erro tipico de tratar acusado como condenado, alimentando o desserviço prestado pela midia, erro esse endossado por muita gente que nao sabia nada fora o que a policia disse aos reporteres, o que incluia sugestoes de que ate os carros dele (que vem de familia rica) eram derivados de atividades ilegais. Um absurdo.

Pela continuidade natural das coisas, e o tempo que passou, bem como o fato dele ter recursos para tal e com certeza estar sendo "acompanhado" de perto pelas "otoridades", e bem provavel que ja possua a licença CITIES atualmente.

O que ja percebi que acontece tambem, e que pode levar a desinformaçao, e que cada um que trabalha com isso tem profundos ressentimentos em relaçao ao outro. Por via das dúvidas, se estivesse "in a rush", sem saco de pesquisar e com dinheiro sobrando (improvavel, por serem duas condiçoes alheias a minha natureza :icon_twisted: ) eu compraria do Luciano Faria, apesar do preço salgado.

O problema maior, a meu ver, e o estoque residual que nao pode ser legalizado. E puro cinismo das autoridades exigirem que um luthier, cobrado pelos clientes e possuidor de poucos jogos obtidos de demoliçoes, etc esse tipo de licença. Repito a pergunta que fizeram: qual seria o certo? queimar, como se fosse maconha (apreendida)? :risadinha:

Discordo do Alvaro quando as proporçoes. Esses numeros da luteria nacional nao sao NADA perto do volume de jacaranda ilegal. Tambem sou do time que so levara a serio essas operaçoes quando prenderem "gente grande", com grandes volumes desembarcados na Espanha, etc. ou seja: nunca. :rolleyes:

Respeito muito a opiniao de quem sugere uma soluçao radical focada na consciencia ecologia ja na etapa da produçao, mas nao concordo, levando em conta a representatividade dessa madeira para a luteria de violoes, e a (relativamente a atividade de luteria) grande quantidade de madeira reciclada disponivel.

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