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rafaelthomaz

Jongo - Paulo Bellinatti

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Olá pessoal, tudo bem?

Gostaria de compartilhar com vcs um vídeo do meu trio, o primeiro com uma produção razoável.

A música é Jongo do Bellinatti em arranjo meu para o trio formado por mim mais Ricardo Lira (baixo) e Fábio Augustinis (bateria).

Além dessa música foram gravadas outras duas que não tem vídeo ainda, mas podem ser ouvidas no link a seguir junto com o Jongo, são elas Bate-coxa do Marco Pereira e Maré de minha autoria.

http://soundcloud.co...ael-thomaz-trio

os áudios estão tbm no myspace (tem o link da minha assinatura embaixo)

Gostaria muito de saber o que vcs acham do trabalho.

Abraços,

Rafael Thomaz

Edited by Rafael Thomaz

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Da hora mano! Muito bom. Só senti a falta da célula do Jongo em si, mas isso é comentário de nego chato mesmo. Manda ver que tá bom demais!

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Da hora mano! Muito bom. Só senti a falta da célula do Jongo em si, mas isso é comentário de nego chato mesmo. Manda ver que tá bom demais!

Como assim??

Até onde eu sei a célula do jongo tá presente em todos os compassos da música quase.

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Estou gostando de ver essa retomada com força total de grupos de música popular com formações meio jazzísticas tendo o violão como protagonista. O Baden Powell deve ficar orgulhoso ao ver isso.

Parabéns!

Se me permite uma sugestão, está legal, mas ainda está com cara de "violão acompanhado". Claro, quando o trabalho está no começo, é melhor ir no seguro, mas dá pra mergulhar mais num projeto mais camerístico.

Não sei se o exemplo é o melhor, porque são mais instrumentos, e é uma turma que já tocava junta antes da gente nascer, mas pra dar uma ideia melhor do que estou falando, cito um vídeo de quem começou a tocar essa música por aí.

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Álvaro,

entendo o que vc quer dizer. É quase uma covardia me comparar ao Pau Brasil, mas enfim, entendo que talvez minha versão esteja mto próxima da versão solo. O problema principal é não ter outros instrumentos melódico-harmônicos além do baixo, como o Pau Brasil tem o sax do Teco Cardoso e o piano do Nelson Ayres. A situação de trio exige uma monopolização do discurso por parte do violão, e nessa música como nas outras que postei o baixo participa ativamente na função melódica diversas vezes e como apoio harmônico (algumas vezes através de acordes como na música Maré). Repare que a bateria também não cumpre um papel somente de condução rítmica, mas também participa da criação de uma textura conjunta do trio.

Enfim, talvez essa discussão sobre a formação de violão trio possa render bastante, pois sempre foi um desafio grande para violonistas e guitarristas que se arriscaram buscando soluções interessantes fora do eixo estritamente jazzístico do formato tema-improviso-tema.

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Rafael, você faz o que quiser fazer. O Baden fazia violão acompanhado na cara-dura quase o tempo todo, e tudo bem.

Sabe, se com um duo de trompete e trombone dá pra fazer um negócio camerístico, com baixo e violão é claro que também é possível. São dois instrumentos que podem acompanhar e podem fazer solo, então está na mão.

Quem sabe simplesmente não é sua proposta, já que até no nome está indicado que o grupo é você + acompanhantes anônimos.

Acho que o comentário do Bisdré é porque o ritmo que está na música do começo ao fim não é exatamente o jongo das rodas de choro, ou o que se associa ao jongo. A meu ver, esse ritmo de dois contra três tem mais cara de música colonial ou hispânica que realmente de música afro. Como não sou um expert em ritmos afro-brasileiros, posso estar enganado, mas confesso que não está muito claro o porquê do nome Jongo pra música. Pra mim isso tem mais cara de fandango que de jongo - apesar de não ser um fandango, claro.

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Álvaro,

acho que vc não entendeu bem meu comentário, ou talvez eu tenha me expressado mal.

A questão é que essa troca de funções já ocorre na música, mas talvez por serem apenas 2 instrumentos a impressão continue sendo de falta de variedade. E disse que esse é provavelmente o maior problema dos trios com violão/guitarra. É bem certo o que vc disse sobre o início do trabalho, é melhor não arriscar mto, mas não vejo tantas possibilidades para o violão trio sair da sonoridade violão acompanhado, como tbm não vejo tantas possibilidades no piano trio ou na guitarra trio.

Acho q poderiamos usar esse tópico para discutir as possíveis soluções para esse problema.

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Rafael,

Só achei que o violão poderia ter um momento mais seu, ou seja, algumas variações de células ou improvisos, algo parecido com o que vc fez em Jorge do fusa.

No mais, para mim está excelente, sincronia perfeita.

Muito sucesso na sua carreira

Forte abraço

Marcos

Edited by Marcos César

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Oi Rafael, então... é num fui muito claro no que falei. A célula do Jongo está sim na música toda, até pelo nome. Mas é uma coisa mais estilizada. Uma vez fiz uma apresentação acompanhando um amigo solando essa música. Eu toquei percussão. Nessa música sugeri a ele que fizessemos o jongo de raiz mesmo. O jongo com bases na música africana e não a forma que a música sugere. O Jongo tá ali sim, mas meio camuflado até pela modernidade e sofisticação da peça.

Experimente fazer o jongo ''bruto'' dá um contraste muito bacana. É que eu sempre me preocupo muito com essa coisa da cultura popular.

Mas, como foi falado, são sugestões. Nenhuma crítica. Manda ver!

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