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Dilson

Afinal o que é um violão?

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Considero o violão tambem como uma ferramenta e o dono tem o direito de fazer o que quer com ele. Entretanto poderia sugerir um exemplo para discussão. Você tem um violão de um luthier que tem por filosofia usar sempre goma laca nos seus instrumentos. Depois de uns tempos você percebe alguns arranhões no tampo e decide levar num luthier que te aconselha a colocar pu no tampo por ser mais resistente. A questão é que dentro do violão o selo é do luthier que usa goma laca e assim é reconhecido. O ético não seria arrancar o selo do violão?

Na verdade o ético neste caso é não colocar PU no violão.

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Essa situação me lembrou de um caso citado no livro do Ramirez III. Um museu espanhol quis recuperar alguns instrumentos que pertenciam à família real espanhola há uns trocentos anos. Todos os especialistas consultados indicaram que os instrumentos deveriam ser retocados com goma-laca, não com o verniz original. O Ramirez III, por lidar com goma-laca com mais frequência que os luthiers de violino, cello, acabou fazendo o serviço.

Anti-ético? Merece retirar o selo?

Cada caso é um caso...

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Quando peguei meu Tessarin, não achei o braço confortavel. A quina de toda escala era tipo faca e no lado debaixo, pegava na parte interna dos meus dedos e no de cima na parte interna do dedão. Levei em um luthier amigo meu que sugerio dar uma quebrada nessas quinas da escala e também colocar um traste um pouco mais alto que o original. O braço ficou muito mais confortável e hoje é o meu preferido. Foi uma ideia de um outro luthier que acabou melhorando ainda mais o projeto do Tessarin.

A pegada do braço ficou mais fácil e refinada. Dependendo do caso vale a pena modificar, sem tirar a originalidade.

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antes de fazer qualquer modificação, penso em explorar todas as possibilidades(estudo é uma delas) e tentar entender o porque de cada projeto, som ou demais coisas...feito isso, porque não perguntar ao autor se poderia fazer tal modificação? se o autor não pode, o porque que não, (às vezes o projeto n prevê modificações)... e todo profissional abre-se para diálogos, observem que o próprio Sergio Abreu fez um violão cutway... Já modifiquei um violão e voltei ao que era anos depois.( o dono resolveu estudar violão). vai entender né? rsrsr

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