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Marcosviolao

Escorregando - violão solo, ajuda

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Vitor, fico no aguardo ansioso do próximo disco!

Na minha humilde ignorância eu achava que arranjo dava mais trabalho do que compor pelo fato de haver menos flexibilidade de mexer com a estrutura da música, vivendo e aprendendo. :thumbsup:

Valeu, Eugênio!!

Por um lado, penso que o arranjo dá mais trabalho sim, mas a composição já é uma questão pessoal minha. Quando ouço obras como as do Radamés, do Walton, Brouwer, Sérgio Assad, percebo que a composição é levada para além da idéia, da inspiração. Ao compor há a liberdade de fazer o que se está com vontade, e pessoalmente acho difícil escapar dos "violonismos". Por isso que vejo os arranjos como um passo intermediário, porque eles acabam te dando um monte de ferramentas que depois você consegue usar nas composições, ou seja, ampliam o seu campo de ação e a sua zona de conforto...

Mas agora acho que estou off topic... hehe

Abs

Edited by Vitor Garbelotto

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Vocês acham que os vicios do instrumento, no nosso caso os "violonismos" mais atrapalham ou ajudam a compor e/ou arranjar?

Um exemplo: Será que a música do Guinga seria a mesma música se ele tocasse piano? A exploração de campanelas, progressões que o violão facilita e os recursos característicos do instrumento é a cara da música dele.

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Vina,

Não acho que os "violonismos" atrapalham, tudo depende de como vai usar... Os excessos podem caricaturar.

Uma coisa importante é o conhecimento, entender o que tá fazendo, daí a aplicação fará mais sentido.

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Violonismo é uma coisa fantástica, muita gente critica, mas é parte da natureza do instrumento, Villa-Lobos usou e abusou deles, mas muita gente dá explicações esotéricas só porque ele é considerado "clássico".

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Não sou contra os violonismos não, uso muitos deles e concordo com o Eugênio, faz parte da natureza do instrumento. Só acho que existem outros recursos que também funcionam e que são pouco explorados. E quando os violonismos são usados em prol das idéias, aí sim o instrumento ganha mais.

A utilização de campanelas, por exemplo, dá profundidade pro violão, por causa da maior quantidade de harmônicos gerados, e o Guinga faz isso de maneira magistral. Por isso também que gosto dos arranjos, porque temos que achar soluções, criar introduções e variações, e é aí que as idéias composicionais começam a aparecer. Pelo menos comigo tem sido assim...

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Vitor, acho que agora você deixou todo mundo curioso pra ouvir suas composições. Quando é que a gente vai ter oportunidade? :)

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Vitor, acho que agora você deixou todo mundo curioso pra ouvir suas composições. Quando é que a gente vai ter oportunidade? :)

Hehe...

Acho que vai demorar um pouquinho... Mas quando eu tiver algo, certamente vcs ouvirão!

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Qualquer livro de partituras publicado pelo Ivan Paschoito tem rigor impecável. :thumbsup:

Na GSP também tem uma versão publicada com dois nomes como autores (Assad/Teicholz) e o repertório inclui várias peças de Nazareth, inclusive Escorregando.

http://www.gspguitar.com/jsp2/detailSearch.jsp?sku=DO880

Mas eu não tenho maiores referências.

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