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mbscardoso

Técnicas do violão brasileiro

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Caramba Eugênio! Que aula! Tá tocando pra Caramba hein! !!??? Ficou claríssimo! Vinicius, tbm muito obrigado pela explicação muito clara e metódica!

Sempre me perguntei que técnica era essa que aparecia neste vídeo, mas agora vejo que é este rasgueado, correto? Já no início:

https://youtu.be/lAsuQqPggHE

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Caramba Eugênio! Que aula! Tá tocando pra Caramba hein! !!??? Ficou claríssimo! Vinicius, tbm muito obrigado pela explicação muito clara e metódica!

Sempre me perguntei que técnica era essa que aparecia neste vídeo, mas agora vejo que é este rasgueado, correto? Já no início:

https://youtu.be/lAsuQqPggHE

Ele começa com uma técnica que imita um rufo de tambores, pra isso você tem que pegar duas cordas e cruzá-las, uma passa por baixo da outra, aí você consegue o efeito de tambor. Funciona com mais efeito ainda nos baixos.

Quando ele entra no ré, aí usa um bocado do rasgueado do Baden, mas também em combinação com um movimento mais livre do indicador pra cima e pra baixo. Não tem muita regra e não dá pra escrever em partitura, mas veja que ele consegue velocidade e muito som.

Aliás, o Marcos Kaiser toca muito, recomendo fortemente o primeiro CD dele.

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Abafamento com clique ou estalo

Não é exclusividade do violão brasileiro, mas a gente usa muito. Consiste em abafar o acorde e ao mesmo tempo tirar um efeito percussivo. Isso dá pra ver com uma música do João Bosco, e eu vou usar uma video aula do Renato Candro de novo, onde ele explica a batida e harmonia da introdução de Linha de Passe (João Bosco).

João Bosco, aliás, usa muito esse efeito.

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Nota percussiva

Eu não conheço um nome específico pra isso, mas no caso do violão popular brasileiro, muitas notas são tocadas sem nenhuma função harmônica, elas estão lá primariamente numa função rítmica ou percussiva. Garoto usou essa idéia em Lamentos do Morro e o Baden levou isso ao extremo da eficiência.

Toda vez que a mão esquerda sobe, ela abafa/mata o acorde. O que o Baden fazia, no caso, era não apenas matar o acorde, ele também tocava a corda sol ou ré soltas (depende apenas da posição do acorde).

No caso dos acordes em que a última nota era na mi prima, a nota tocada era o sol, nos acordes em que a última nota era na corda si, ele tocava o ré solto.

O resultado, novamente, era muita velocidade e uma dinâmica percussiva sem precedentes.

Essa técnica é meio difícil de explicar por escrito, talvez um vídeo ajude:

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Depois me chamam de professor, aqui tá cheio de bons professores .

Belas dicas, é por aí mesmo.

Além das cordas soltas, tem a dança da mão esquerda, experimente fazer uma levada de samba com a esquerda fixa e outra levantando no tempo certo, a fixa parecerá um chinês tocando.

Independente do que tocará no futuro, estude a técnica do violão erudito, e aos poucos, os elementos que vc quer, aparecerão.

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Não é exatamente voltada para o violão popular, é uma técnica de violão no geral, mas gostaria de comentar sobre fazer escalas com i-m-a. É um recurso que, quando dominado, possibilita fazer escalas super rápidas! O Alessandro Penezzi usa e abusa disso, tem um controle absurdo. Quando estudei com ele, ele chegou a me passar uns exercicios, mas isso é um quebra-dedos danado! Quando tem que trocar de corda então, é um inferno.

Muita gente diz que não vale a pena pois i-m, m-a ou até mesmo i-a dão conta do recado, e equilibrar a intensidade e o timbre das notas com i-m-a é dificil, mas vale como ferramenta pra quem tiver paciencia pra estudar isso.

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Não lembro de ter visto uma compilação desse tipo antes, era algo que eu vinha querendo fazer há muito tempo, mas agora que acordei do coma, coincidiu de aparecer a oportunidade. Eu agradeço ao Marcos Vinnicius pela pergunta, ao Vina pelas dicas e explicações, e a todos os que gravaram os vídeos didáticos, em especial o Renato Candro, sempre muito didático.

Acho que ainda tem mais uns 2 itens, em breve eu listo.

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