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Dilson

Chovendo na Roseira

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40 minutes ago, Marcosviolao said:

Dilson,

Eu tenho, seu e-mail é o mesmo? Te mando.

Valeu Marcos, é o mesmo.

dilsonpfilho arroba gmail.com

 

 

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Mas sem pressa, estou estudando ao mesmo tempo 3 peças..rss

Samba do Avião, Manhã de Carnaval e Adiós Noniño.

Edited by Dilson

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Adiós Noniño é uma peça que eu nunca achei que funciona no violão.

Já ouvi vários arranjos, sempre fica um troço meio truncado e perde muito a vitalidade.

 

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10 hours ago, Eugenio said:

Adiós Noniño é uma peça que eu nunca achei que funciona no violão.

Já ouvi vários arranjos, sempre fica um troço meio truncado e perde muito a vitalidade.

 

 

Concordo que nunca me convenceu muito no violão,

mas é uma música que sempre me rendeu memória afetiva, lembro da primeira vez que escutei, fiquei encantado.

E principalmente quando vi o próprio Piazzolla com sua banda tocando ela num show aqui em Brasília, aí (desculpe o termo) foi de fuder..rsss.. muito emocionante. E que banda aquela do show do Piazzolla, o pianista era um monstro.

Acho que após uns 6 meses do show ele teve um derrame ou uma trombose e veio falecer depois de uns 2 anos.....não sei o tempo ao certo, aproximado, acho apenas.

Hoje em dia nem é uma das músicas do Piazzolla que mais gosta, mas tocá-la para mim é uma questão mesmo de satisfação pessoal, realização de guardar essa memória afetiva.

 

Obs. o show do Piazzola foi com uma semana de diferença do show do Egberto, feliz que nem pinto no lixo...rss

Edited by Dilson

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Acho que a motivação de todo mundo que toca é a mesma, o amor por uma peça excepcionalmente bela.

Já ouvi Raphael Rabello, Fabiano Borges, Ulisses Rocha, Cacho Tirao, Paulinho Nogueira, um monte de monstros tocando.

Ou seja, não houve falta de talento nem de competência musical.

Mas eu vejo uma incompatibilidade enorme entre o caráter da peça e o violão.

E nenhum arranjo me pareceu conseguir fazer essa ponte. Nem mesmo o do argentino Cacho Tirao.

 

 

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Queria que o Sérgio Assad fizesse o arranjo dessa música, pois depois dos arranjos que ele fez para as 4 estações porteñas, não duvido de nada..rsss

 

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Essa eu acho que nem o Sérgio Assad resolve!

Ele mesmo disse em uma entrevista que tem certas músicas que ele não encara ou então deixa pelo meio do caminho quando vê que não vai funcionar.

Dilson, de quem é o arranjo que você está aprendendo a tocar?

 

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On 23/02/2017 at 10:32 AM, Eugenio said:

Essa eu acho que nem o Sérgio Assad resolve!

Ele mesmo disse em uma entrevista que tem certas músicas que ele não encara ou então deixa pelo meio do caminho quando vê que não vai funcionar.

Dilson, de quem é o arranjo que você está aprendendo a tocar?

 

Uma publicação do arranjo do Agustin Carlevaro.

Editora GSP.

 

Edited by Dilson

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On 22/02/2017 at 10:29 PM, Eugenio said:

Acho que a motivação de todo mundo que toca é a mesma, o amor por uma peça excepcionalmente bela.

Já ouvi Raphael Rabello, Fabiano Borges, Ulisses Rocha, Cacho Tirao, Paulinho Nogueira, um monte de monstros tocando.

Ou seja, não houve falta de talento nem de competência musical.

Mas eu vejo uma incompatibilidade enorme entre o caráter da peça e o violão.

E nenhum arranjo me pareceu conseguir fazer essa ponte. Nem mesmo o do argentino Cacho Tirao.

 

 

No violão eu gosto muito do Agustin Luna tocando isso.

Ele tem alma e profundidade, uma relação mais direta com a música, sem aqueles violonismos e exageros .

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Fica bonito no violão se a gente esquecer a música original, o que eu acho difícil.

Existe um senso de angústia e melancolia que os instrumentos de mais fôlego conseguem.

O violão deixa a desejar nesse terreno.

É como alguém com 1,40m de altura jogando basquete com outros jogadores de 2m.

 

 

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